
Perder entre 50 e 100 fios por dia é completamente normal — faz parte do ciclo natural de renovação capilar. Mas, quando o ralo do banheiro começa a parecer um tapete ou o travesseiro amanhece coberto de fios, o sinal é claro: algo pode estar fora do eixo. A boa notícia? Identificar o problema cedo pode fazer toda a diferença para manter seus fios fortes, densos e saudáveis.

Neste guia atualizado com dados científicos de 2025 e 2026, reunimos 27 causas cientificamente comprovadas da queda de cabelo em homens e mulheres — das mais conhecidas, como genética e estresse, até as menos óbvias, como dengue, problemas intestinais e anabolizantes. Ao final, você vai conhecer novidades em tratamentos e como a fotobiomodulação capilar (LEDterapia) tende a ser útil em vários desses casos.
O que você vai encontrar neste artigo:
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Devido ao ciclo capilar, a queda de cabelo é normal, desde que em pouca quantidade e que ocorra a substituição desse fio por um novo.
Esse ciclo é dividido em três fases:
Cerca de 90% dos fios estão na fase anágena e 10% estão em repouso ou queda, prontos para serem substituídos.
A substituição ocorre quando o bulbo para de fornecer nutrientes ao fio e ele entra em repouso. Na fase telógena, um novo fio empurra o antigo, que cai.
Esse processo pode sofrer interferências internas e externas, levando à queda de cabelo anormal (quando não há substituição do fio ou uma proporção muito grande de folículos entra simultaneamente em repouso, o chamado eflúvio telógeno). Saiba mais a seguir!

A principal causa de queda de cabelo nos homens é a somatória da tendência genética e a sensibilidade dos folículos ao hormônio masculino. Essa doença se chama alopecia androgenética.
Nas mulheres, o cenário é bem mais comum do que se acreditava: revisões narrativas recentes publicadas no PubMed em 20261 indicam que quase 50% das mulheres podem desenvolver alopecia androgenética ao longo da vida.
A prevalência da perda de cabelo de padrão feminino varia de acordo com a ascendência2: em mulheres de ascendência europeia, varia de 3 a 12% na faixa dos 20 a 30 anos, 14 a 28% aos 50 anos e chega a 56% após os 70 anos. Em mulheres asiáticas, a prevalência é menor, atingindo de 12 a 25% naquelas com mais de 70 anos. Já entre as mulheres afrodescendentes, a prevalência exata é desconhecida devido à frequente sobreposição clínica dessa condição com os estágios iniciais da alopecia cicatricial centrífuga central.
Um estudo transversal de 2022 aponta uma prevalência de 52,2% de perda de cabelo de padrão feminino em mulheres saudáveis na pós-menopausa (Chaikittisilpa et al., 2022)3. A antiga estimativa de “apenas 5%” refletia critérios diagnósticos restritivos; a epidemiologia moderna, com ferramentas como a dermatoscopia e o TrichoScan, revelou que a alopecia de padrão feminino muito mais prevalente do que se supunha.
Os hormônios masculinos, especialmente a testosterona, causam a atrofia dos bulbos capilares geneticamente sensíveis. A testosterona é convertida em di-hidrotestosterona (DHT) pela enzima 5-alfa-redutase — e é a DHT que ataca os folículos, causando miniaturização progressiva: afinamento dos fios, com queda prematura sem reposição.
O problema começa ao redor dos 20 anos no homem, com queda contínua e persistente que, quando não tratada, pode ser irreversível. A queda provoca as famosas “entradas” e, em seguida, a calvície no topo da cabeça. O processo se concentra nessas áreas e não afeta tanto as laterais e nem a parte posterior.
Nas mulheres e em alguns homens, esse processo é mais lento e começa mais tardiamente. Esses são os melhores casos para os tratamentos atuais.
A boa notícia é que o horizonte terapêutico está se expandindo rapidamente. Além do minoxidil e da finasterida, novos medicamentos como a clascoterona (antiandrogênico tópico com resultados impressionantes em fase III4) e o PP405 (que ativa células-tronco foliculares dormentes sem manipulação hormonal, com a mecanística descrita em estudo da UCLA5) prometem revolucionar o tratamento nos próximos anos. Falaremos mais sobre eles adiante.
Portanto, se você tem história familiar de queda de cabelo, sendo mulher ou homem, a melhor opção é tratar precocemente. Aliás, quase tudo em saúde é assim. Quanto mais cedo você tratar, maior é a chance de cura.
Os hormônios femininos melhoram a qualidade dos cabelos em todos os aspectos. Volume, brilho, vitalidade, beleza. Quando você tem algum tipo de alteração hormonal, pode ocorrer queda ou piora da qualidade dos fios. E as mulheres têm muita oscilação dos hormônios ao longo da vida.
Entre as mudanças hormonais mais relacionadas às alterações no ciclo capilar estão a gravidez e a menopausa — duas fases tão relevantes que ganharam seções próprias neste artigo (veja as causas 14 e 15). Mas, elas não são as únicas.
O uso de contraceptivos hormonais pode causar alopecia como uma reação adversa devido à atividade androgênica do seu componente progestágeno. Esse aumento na atividade androgênica pode levar à queda de cabelo, o que causa um considerável sofrimento psicossocial para as mulheres. Nesses casos, é importante identificar o nível de atividade androgênica nos progestágenos e avaliar alternativas contraceptivas para as pacientes afetadas6.
A reposição hormonal mal dosada, alterações na testosterona (tanto em homens quanto em mulheres) e até distúrbios como o hiperandrogenismo podem desestabilizar o ciclo capilar. Os hormônios agem como maestros de uma orquestra: quando estão em harmonia, os fios crescem saudáveis; quando desafinam, o resultado aparece no ralo do banheiro.
Leia mais: Eflúvio telógeno causa 90% da queda de cabelo nas mulheres
A queda de cabelo por estresse é desencadeada por questões físicas, como rotinas diárias excessivamente cansativas, exercícios físicos desgastantes, pós-cirurgias ou ainda estresse emocional, como excesso de trabalho, separações, problemas familiares, vestibular etc.
O aumento da concentração de cortisol no organismo sinaliza o estresse. E, como os cabelos não são essenciais para o funcionamento do corpo, nosso organismo deixa de cuidar deles para socorrer outras áreas.
A ciência avançou significativamente na compreensão desse mecanismo. Uma pesquisa publicada pela Harvard7 em 2025 revelou que o estresse ativa o sistema nervoso simpático liberando norepinefrina, que destrói diretamente as células altamente proliferativas do folículo capilar.
Paralelamente, a corticosterona (equivalente ao cortisol em humanos) impede que a papila dérmica secrete uma molécula chamada GAS6, que é responsável por ativar as células-tronco do folículo. Sem GAS6, as células-tronco ficam adormecidas e o folículo permanece em repouso prolongado, conforme confirmado por pesquisadores8.
Uma revisão9 publicada em 2026 reforçou que o eixo hipotálamo-hipófise-adrenal (HPA), quando cronicamente ativado, eleva os níveis de cortisol de forma sustentada, desregulando o ciclo folicular e empurrando uma proporção anormalmente alta de fios para a fase telógena.
Tanto o estresse agudo como o crônico podem desencadear queda dos cabelos. É mais frequente nas mulheres e geralmente se resolve espontaneamente. No estresse crônico (quando dura mais de 3 meses), essa queda acaba sendo mais persistente, mais severa e merece cuidados — incluindo terapias como a fotobiomodulação capilar (LEDterapia), que pode ajudar a reativar folículos adormecidos.
A saúde do cabelo está diretamente relacionada à disponibilidade de nutrientes no organismo, como proteínas, vitaminas e sais minerais, que são responsáveis pelo crescimento e fortalecimento dos fios. Quando o organismo está com falta desses nutrientes devido a uma ingestão insuficiente, essas substâncias são direcionadas às atividades consideradas mais vitais — o que, definitivamente, não inclui os cabelos.
Mas, a relação entre alimentação e saúde capilar vai além da simples ingestão. Pesquisas recentes revelam a existência de um verdadeiro eixo intestino-cabelo (gut-hair axis): a qualidade da sua microbiota intestinal influencia diretamente a absorção de nutrientes e os níveis de inflamação sistêmica que afetam os folículos (veja mais na causa 26).
Segundo pesquisadores, a disbiose intestinal10 — o desequilíbrio das bactérias do intestino — pode interromper a absorção adequada, levando a deficiências nutricionais que impactam negativamente os folículos capilares.
Ainda no aspecto alimentar e digestivo, entre as causas da queda de cabelo está a anemia, caracterizada pela deficiência de ferro no organismo. A falta desse mineral diminui a concentração de hemoglobina no sangue, proteína fundamental para o transporte de oxigênio na corrente sanguínea.
Segundo a Revista Fortune (2026)11, 65% das mulheres com queda de cabelo apresentam deficiência de ferro. O ferro transporta oxigênio e participa da síntese de DNA nas células da matriz capilar.
Além da queda, a anemia causa fadiga, déficit de atenção, palidez, tonturas e falta de ar. Investigue sua ferritina com exame de sangue.
Medicamentos podem salvar vidas, mas alguns têm um preço capilar alto. Você provavelmente já ouviu falar da queda provocada pela quimioterapia — um dos efeitos colaterais mais conhecidos e temidos pelos pacientes com câncer (veja mais detalhes na causa 20). Isso acontece porque esses medicamentos atacam células que se dividem rapidamente, como as células cancerígenas, mas acabam atingindo também as células saudáveis dos folículos capilares.
Porém, a lista de medicamentos que podem provocar queda de cabelo vai bem além dos tratamentos oncológicos. Remédios aparentemente inofensivos, como alguns antibióticos e antifúngicos, podem causar queda temporária ao interferir na fase de crescimento (anágena) dos fios, levando-os prematuramente à fase de repouso (telógena), desencadeando o chamado eflúvio telógeno medicamentoso.
Outros vilões silenciosos são os ansiolíticos, antidepressivos, anticoagulantes (como a varfarina), anticonvulsivantes, medicamentos para tratamento de acne severa (isotretinoína) e anti-inflamatórios não esteroidais. Todos eles podem interferir nos ciclos naturais do cabelo, deixando-o mais fraco, fino e suscetível à queda.
Uma classe de medicamentos que entrou no radar capilar recentemente são os agonistas do receptor GLP-1, como a semaglutida (Ozempic/Wegovy) e a tirzepatida (Mounjaro). Usados para diabetes tipo 2 e obesidade, esses medicamentos se tornaram extremamente populares — mas dados de farmacovigilância publicados no JAAD International (2026)12 associam seu uso à queda capilar não cicatricial.
Os mecanismos propostos incluem: perda rápida de peso (causando eflúvio telógeno), alterações nos níveis de insulina e IGF-1 (fatores de crescimento importantes para o folículo) e mudanças no perfil androgênico.
Alguns medicamentos usados para tratar a pressão alta, como betabloqueadores, também podem interferir no ciclo capilar, reduzindo o fluxo sanguíneo no couro cabeludo e prejudicando o desenvolvimento dos fios. Na maioria das vezes, essa perda de cabelo é temporária, sendo revertida após a interrupção ou substituição do medicamento.
Seu metabolismo é como um motor: quando tudo funciona bem, esse motor roda perfeitamente, garantindo saúde e vitalidade. Agora, pense o que acontece se ele desacelera de súbito! Esse é o cenário típico do hipotireoidismo, condição médica causada pela produção insuficiente de hormônios pela glândula tireoide.
A tireoide produz hormônios essenciais, especialmente o T3 (triiodotironina) e o T4 (tiroxina), que regulam várias funções corporais — incluindo o crescimento capilar. Quando a produção hormonal cai, o ciclo de crescimento dos fios é severamente impactado. Os cabelos passam a cair mais rápido do que novos fios são produzidos, levando a um enfraquecimento progressivo e queda difusa, sem um padrão definido.13
Felizmente, o tratamento é simples e eficaz: reposição dos hormônios tireoidianos, geralmente através do medicamento levotiroxina. Assim que os níveis hormonais são normalizados, os cabelos voltam a crescer mais saudáveis e a queda costuma cessar gradualmente.
O hipotireoidismo é mais comum entre as mulheres, especialmente após os 40 anos, sendo frequentemente confundido com a menopausa. Vale a pena investigar!
Imagine o corpo como um time de futebol bem entrosado. Agora pense na confusão que ocorreria se um jogador começasse a fazer gol contra o próprio time. Pois é exatamente isso que acontece nas doenças autoimunes: o sistema imunológico, que deveria defender você contra ameaças externas, se confunde e ataca células saudáveis do organismo. Entre as vítimas mais frequentes dessa autossabotagem está o seu cabelo.
A alopecia areata, por exemplo, é uma das principais causas autoimunes da queda capilar.14 Ela provoca falhas arredondadas e bem delimitadas no couro cabeludo, resultado do ataque equivocado do sistema imunológico aos folículos capilares. Em alguns casos, pode evoluir para alopecia total (perda completa dos cabelos) ou mesmo alopecia universal (perda de todos os pelos do corpo).
Felizmente, existem tratamentos imunomoduladores capazes de frear isso. Um avanço significativo é o baricitinibe (inibidor de JAK), aprovado pela Anvisa para alopecia areata, que tem mostrado resultados impressionantes. Consultar um dermatologista é essencial para entender melhor a situação e montar a estratégia correta para recuperar o controle.
É comum que pessoas com alopecia areata tenham histórico familiar da condição ou estejam enfrentando períodos de grande estresse emocional, o que mostra como mente e corpo estão diretamente conectados. Pacientes com diabetes tipo 1 também apresentam risco aumentado de alopecia areata.
A SOP é a desordem hormonal mais comum em mulheres jovens, atingindo até 15% das mulheres em idade fértil. Essa confusão hormonal pode causar irregularidade menstrual, acne, aumento de pelos no corpo e, sim, queda de cabelo. Ela ocorre quando os ovários produzem uma quantidade maior que o normal de hormônios masculinos (andrógenos).
Os folículos capilares têm sensibilidade aos hormônios masculinos, e com o aumento desses hormônios provocado pela SOP, os fios passam a cair mais rapidamente e novos fios demoram mais para nascer. Muitas vezes, a queda se manifesta na região central da cabeça, com afinamento gradual dos fios.
As opções de tratamento evoluíram. Segundo dados15 de 2026, a espironolactona é hoje considerada um tratamento-chave para a queda de cabelo associada à SOP, pois regula os hormônios e bloqueia a ação da DHT nos folículos.
A fotobiomodulação capilar também pode ser uma aliada importante no tratamento da queda por SOP, ao estimular a circulação sanguínea no couro cabeludo e reativar folículos adormecidos.
O rabo de cavalo perfeito ou mesmo aquele coque bem preso podem ser seus aliados no estilo, mas não na saúde do seu cabelo. Penteados muito rentes ao couro cabeludo, se usados constantemente, geram uma condição chamada alopecia por tração. E, sim, é exatamente o que o nome sugere: queda de cabelo causada por puxões constantes nos fios.
Ela causa danos mecânicos ao folículo piloso. Com o tempo, essa pressão constante inflama o couro cabeludo, enfraquecendo os fios e impedindo o crescimento saudável de novos fios. Se não houver mudança de hábito, a queda pode se transformar em alopecia cicatricial e ser definitiva.
Um dado interessante de um [estudo do JCAD (2024)16 revelou que o eflúvio telógeno pós-parto pode desmascarar uma alopecia por tração pré-existente que ainda não era perceptível. Ou seja, a combinação de fatores pode acelerar a percepção da perda capilar.
Uma dica valiosa é alternar penteados apertados com penteados mais soltos, permitindo que os folículos se recuperem. Beleza não precisa ser sofrimento.

Ela é causada por uma inflamação crônica do couro cabeludo, provocada por um fungo chamado Malassezia,que causa irritação, vermelhidão, coceira e, claro, a temida queda de cabelo. Fatores como estresse e mudanças bruscas de temperatura costumam agravar as crises. Mas, calma! Ela não costuma provocar calvície definitiva.
A dermatite seborreica, porém, pode obstruir os folículos capilares, impedindo que os fios novos cresçam adequadamente. Estudos recentes17 confirmam que desequilíbrios no microbioma do couro cabeludo estão correlacionados com maior gravidade em condições como a alopecia areata.
O ideal é apostar em shampoos específicos (com cetoconazol ou piroctona olamina) e consultar um dermatologista se o problema persistir. Tratamentos complementares, como a LEDterapia, podem ajudar a reduzir a inflamação do couro cabeludo.
Parece roteiro de filme de terror, mas é vida real: fungos, bactérias, vírus e até parasitas podem invadir o couro cabeludo18, criando um ambiente de caos que faz os fios caírem sem dó nem piedade.
Um exemplo clássico é a Tinea capitis (a “micose do couro cabeludo”), infecção fúngica comum em crianças, causada por fungos dos gêneros Microsporum e Trichophyton. Causa lesões avermelhadas, escamosas e áreas em que os fios simplesmente somem.
Outra ameaça é a foliculite capilar bacteriana, geralmente provocada pela Staphylococcus aureus, que inflama os folículos e, em casos graves, pode resultar em cicatrizes permanentes.
Entre os parasitas, a pediculose (piolho) pode provocar inflamação e quebra capilar. A escabiose (sarna) também pode atingir o couro cabeludo em bebês, idosos e imunocomprometidos.
Doenças sexualmente transmissíveis como a sífilis também afetam o couro cabeludo — na fase secundária, pode ocorrer a alopecia sifilítica, com falhas irregulares como se os fios tivessem sido “comidos por traças”. Em pacientes com HIV, infecções oportunistas (incluindo herpes-zóster) podem causar perda temporária de cabelo.
A boa notícia é que essas condições têm tratamento. O essencial é procurar ajuda médica ao notar descamação intensa, coceira persistente, bolhas ou falhas localizadas.
E sabia que dormir com cabelos molhados cria um ambiente favorável ao crescimento de fungos? Secar bem o cabelo é mais importante do que parece.
O envelhecimento capilar é outra questão inevitável que ocorre naturalmente com a idade, tornando os fios mais frágeis, finos e propensos à queda. Com o tempo, a fase anágena (crescimento) encurta, a produção de melanina diminui (cabelos brancos) e os folículos podem entrar em senescência19 — um estado em que perdem a capacidade de regeneração.
Porém, esse envelhecimento pode acontecer de forma precoce devido a fatores como exposição excessiva ao sol, tabagismo e até mesmo o excesso de químicas (tinturas, alisamentos).
O melhor tratamento nesses casos é a prevenção: usar produtos específicos, manter hábitos saudáveis e apostar em terapias como a fotobiomodulação (LEDterapia), que estimula os folículos capilares e mantém os fios fortes e densos por mais tempo. Os dispositivos Capellux utilizam comprimentos de onda otimizados para essa finalidade.
Durante os 9 meses de gestação, os cabelos ficam lindos, fortes, maravilhosos. A razão? A progesterona prolonga a fase anágena (crescimento), mantendo fios que normalmente cairiam firmemente presos ao couro cabeludo. É como se a gravidez colocasse a queda de cabelo “em pausa”.
O problema começa cerca de 2 a 4 meses após o parto. A queda abrupta de progesterona, combinada com o aumento de prolactina, induz a entrada prematura dos fios nas fases catágena e telógena. O resultado é o eflúvio telógeno pós-parto, uma queda massiva que pode assustar, mas que na maioria dos casos é temporária.
Um estudo citado pelo JCAD (2024)20 mostrou que 75% das mulheres com eflúvio pós-parto foram diagnosticadas com alopecia androgenética feminina após 1 ano de acompanhamento. O eflúvio pós-parto pode desmascarar condições capilares latentes que estavam “escondidas” pela progesterona.
A terapia com luz vermelha de baixa intensidade (LLLT) é um tratamento seguro para a queda pós-parto, com resultados visíveis em 4 a 6 meses. Os dispositivos Capellux são uma opção prática para mães que precisam de um tratamento que possa ser feito em casa, sem medicamentos.
Importante: se a queda persistir além de 6 meses após o parto, procure um dermatologista para investigar se há uma condição subjacente.
A queda de estrogênio na menopausa leva a alterações capilares inequívocas. Muitas mulheres experimentam afinamento dos fios, ressecamento, perda do volume e queda difusa. O estrogênio é um hormônio protetor do folículo capilar — quando seus níveis despencam, a influência relativa dos andrógenos (hormônios masculinos, também presentes nas mulheres) aumenta, acelerando a miniaturização folicular.
Felizmente, existem opções terapêuticas com evidência crescente para a queda capilar na menopausa:
Vale notar que finasterida e dutasterida não possuem indicação aprovada para mulheres no Brasil (Anvisa). Seu uso feminino é exclusivamente off-label e restrito a situações específicas sob rigorosa supervisão médica, sendo contraindicados em mulheres em idade fértil pelo risco de malformação fetal.
Alternativas naturais também ganham evidência. Uma revisão da Frontiers in Pharmacology (2025)21 mostrou que:
A endometriose afeta cerca de 10% das mulheres em idade reprodutiva — e, embora não exista um link causal direto entre a doença e a queda de cabelo, múltiplos fatores associados podem contribuir significativamente para o enfraquecimento dos fios.
1. Deficiência de ferro, que aumenta o risco de queda capilar e tem alta prevalência em pessoas com a condição, especialmente naquelas que apresentam sangramento menstrual mais intenso;
2. Inflamação crônica, onde hipóteses apontam que citocinas inflamatórias podem interferir na fase anágena do folículo, embora evidências clínicas diretas ainda sejam limitadas;
3. Estresse crônico causado pela dor persistente e pelo impacto da condição, agindo como gatilho para a queda;
4. Medicamentos hormonais, especialmente análogos de GnRH, que suprimem o estrogênio e podem causar eflúvio telógeno;
5. Progestágenos androgênicos (como levonorgestrel e noretisterona), usados no tratamento, que podem agravar a queda em mulheres predispostas.
Se você tem endometriose e percebeu aumento na queda de cabelo, converse com seu ginecologista e dermatologista para avaliar seus níveis de inflamação e ajustar, se possível, a estratégia medicamentosa.
A psoríase é uma doença inflamatória crônica da pele que, quando atinge o couro cabeludo, pode causar descamação intensa, vermelhidão, prurido e, sim, queda de cabelo. As placas psoriásicas espessas podem obstruir fisicamente os folículos capilares, impedindo o crescimento normal dos fios.
Segundo o London Dermatology Centre (2025/2026)22, a psoríase do couro cabeludo é um desafio persistente marcado por placas, descamação e inflamação, mas as perspectivas de tratamento estão se expandindo. Novas terapias previstas para a geração 2026-2027 incluem:
A fotobiomodulação capilar é um tipo de fototerapia e pode ser uma aliada complementar ao reduzir a inflamação local e estimular a regeneração folicular. Conheça os dispositivos Capellux aqui.

A cirurgia bariátrica é uma ferramenta poderosa contra a obesidade severa, mas seus impactos capilares são significativos. Uma meta-análise publicada no PMC (2021)23, envolvendo 18 estudos e 2.538 pacientes, revelou que 57% dos pacientes apresentam queda de cabelo após a cirurgia bariátrica. Os fatores mais associados foram sexo feminino, idade jovem e deficiências de zinco, ácido fólico e ferritina.
A cronologia típica é:
O mecanismo principal é o eflúvio telógeno, desencadeado pelo estresse metabólico da perda rápida de peso, combinado com deficiências nutricionais (proteínas, ferro, zinco, biotina, vitaminas D e B12) causadas pela redução na absorção intestinal.
A tricotilomania é um transtorno do controle de impulsos caracterizado pela compulsão de puxar os próprios cabelos, resultando em falhas capilares perceptíveis. Segundo dados de tricoscopia24, representa aproximadamente 3% dos casos de alopecia não cicatricial, com achados típicos como cabelos quebrados em diferentes níveis, pontos negros (100% dos casos) e hemorragia interfolicular (66,67% dos casos).
Uma pergunta frequente é: “a tricotilomania pode causar perda permanente de cabelo?”. Infelizmente, a resposta é sim. Embora inicialmente classificada como alopecia não cicatricial, o StatPearls/NCBI25 esclarece que o insulto traumático crônico de puxar os fios repetidamente distorce a anatomia do folículo e, eventualmente, resulta em cicatrização, levando à perda capilar permanente a longo prazo.
A intervenção precoce é crucial. O tratamento de primeira linha é a terapia cognitivo-comportamental (TCC), especificamente o Treinamento de Reversão de Hábitos (TRH). Quanto antes o padrão de puxar for interrompido, maiores as chances de recuperação completa dos fios.
A queda por quimioterapia é um dos efeitos colaterais mais temidos do tratamento oncológico. Os quimioterápicos atacam células de divisão rápida, incluindo as da matriz capilar (divisão a cada 23-72 horas). A queda começa 2-4 semanas após o início, podendo afetar couro cabeludo, sobrancelhas, cílios e pelos corporais.
A boa notícia: a queda é completamente reversível na expressiva maioria dos casos, com recrescimento em 3-6 meses após o término do tratamento.
Embora a fotobiomodulação capilar não aumente a eficácia na prevenção da queda, ela favorece o crescimento acelerado pós-quimioterapia, uma vez que estimula a reentrada dos folículos na fase anágena do ciclo capilar.
Uma meta-análise publicada na Scientific Reports com cerca de 47.910 pacientes estimou que a queda de cabelo afeta aproximadamente 25% dos sobreviventes de COVID-19, sendo um dos cinco sintomas mais comuns da síndrome pós-COVID.26
O início típico ocorre 2-3 meses após a infecção, e a prevalência varia conforme a gravidade: estudos transversais mostram taxas de 24% em amostras hospitalares gerais27 a mais de 60% em mulheres avaliadas por tricoscopia28, com associação significativa entre maior gravidade da doença (internação em UTI) e maior incidência de queda.
A AAD (Academia Americana de Dermatologia)29 confirma que a COVID-19 pode causar eflúvio telógeno (queda de cabelo) e exacerbar casos preexistentes de alopecia areata. Estudos mostram que cerca de 20% das pessoas que tiveram a doença desenvolvem esse eflúvio telógeno. No entanto, a maioria dos pacientes se recupera espontaneamente dentro de 6 a 8 meses; a fotobiomodulação capilar pode acelerar esse processo, facilitando a reentrada dos folículos na fase anágena (de crescimento).
Especialmente relevante para o Brasil, a dengue é mais uma doença infecciosa que pode desencadear queda capilar significativa. Um estudo epidemiológico publicado no American Journal of Tropical Medicine and Hygiene (2025)30 revelou que a incidência de alopecia pós-dengue é de aproximadamente 1,15%, com predominância em mulheres (93,33%) dos casos.
O eflúvio telógeno é o tipo mais comum, e pacientes com contagem de plaquetas e hematócritos mais baixos durante a fase aguda apresentaram maior risco. Diferentemente de outras infecções que causam queda apenas pelo estresse sistêmico, a dengue parece ter um impacto mais direto nos folículos capilares.
Segundo especialistas citados pela HairMD (2026)31, o vírus da dengue causa inflamação local no folículo, além do eflúvio telógeno sistêmico. A queda geralmente começa 1-3 meses após a recuperação da fase aguda.
A boa notícia é que a queda pós-dengue é temporária na grande maioria dos casos. Para acelerar a recuperação, é fundamental:

Alisantes, tinturas, descolorantes e procedimentos com formol são extremamente populares no Brasil, mas seu uso excessivo pode causar danos severos tanto aos fios quanto ao couro cabeludo — e, em alguns casos, à saúde em geral.
Os alisantes químicos atacam a queratina, quebrando pontes dissulfeto que dão estrutura ao fio. Uso excessivo pode causar queimaduras, dano folicular e alopecia cicatricial (perda permanente). Pesquisas32 indicam que alisantes químicos usados frequentemente podem duplicar o risco de câncer uterino. Para proteger seus cabelos e sua saúde:
A fotobiomodulação capilar pode ajudar a recuperar folículos danificados por agressões químicas repetidas.
Além da alimentação ruim (causa 4) e da anemia (causa 5), existem deficiências nutricionais específicas que merecem atenção detalhada quando o assunto é queda de cabelo. Pense no folículo capilar como uma fábrica de alta produção: ele precisa de matérias-primas específicas para funcionar em plena capacidade.
Segundo a Ducray (2026)33 e a Revista Fortune (2026)34, as deficiências mais associadas à queda capilar são:
A recomendação é: se a queda de cabelo persiste apesar de cuidados externos, faça exames de sangue completos, incluindo ferritina, zinco, vitamina D, B12 e função tireoidiana.
A relação entre diabetes e queda de cabelo é mais profunda do que muitos imaginam. Estudos demonstram que a resistência à insulina e a síndrome metabólica estão fortemente associadas à alopecia androgenética precoce35. Existem mecanismos importantes pelos quais isso afeta os folículos capilares:
1. Resistência à insulina e desequilíbrio hormonal. A hiperinsulinemia secundária à resistência à insulina estimula a síntese de andrógenos, o que afeta as vias de sinalização e acelera a miniaturização e atrofia folicular;
2. Dano microvascular. A disfunção endotelial e os efeitos vasoconstritores ligados às alterações metabólicas causam hipóxia perifolicular. Com o comprometimento da microcirculação, os folículos sofrem atrofia;
3. Inflamação crônica. A adiposidade visceral e a resistência à insulina promovem estresse oxidativo e inflamação crônica de baixo grau, que também contribuem para a patogênese da queda de cabelo.
Pode parecer estranho, mas o que acontece no seu intestino tem impacto direto na saúde dos seus cabelos. Pesquisadores identificaram o conceito do “eixo intestino-cabelo” (gut-hair axis) — uma via de comunicação bidirecional entre a microbiota intestinal e os folículos capilares.
Segundo a NANP (2026)36, a disbiose intestinal afeta os cabelos por:
Má absorção de nutrientes
O desequilíbrio da microbiota interrompe processos fundamentais, levando a deficiências de nutrientes que impactam negativamente os folículos.
Inflamação sistêmica
A disbiose gera um estado de inflamação que interrompe os ciclos normais de crescimento do cabelo, sendo um fator chave em vários tipos de queda, incluindo alopecia androgenética e eflúvio telógeno.
Dado surpreendente
Transplantes de microbiota fecal levaram à regeneração capilar em pacientes com alopecia autoimune (alopecia areata)37.
Poucos temas geram tanta confusão na academia (de ginástica, não a científica) quanto a relação entre suplementos, hormônios e queda de cabelo. Vamos separar o que é fato do que é mito.
Os esteroides anabolizantes são derivados sintéticos de testosterona que se ligam agressivamente aos receptores androgênicos em todo o corpo, incluindo os folículos capilares. A conversão massiva de testosterona em DHT causa miniaturização folicular acelerada.
Segundo uma revisão publicada no International Journal of Dermatology (2024)38, a DHT tem aproximadamente 5 vezes mais afinidade com o receptor androgênico do que a testosterona. O estudo esclarece que a ação da DHT é o motor da alopecia androgenética nos homens, causando a aceleração da mitose na matriz capilar, o encurtamento da diferenciação celular e a diminuição progressiva do tamanho do folículo, um processo que pode ser intensificado e acelerado pelo uso de anabolizantes
O mito de que creatina causa calvície surgiu de um único estudo39 de 2009 que reportou aumento nos níveis de DHT em jogadores de rúgbi após a suplementação com creatina. Esse estudo, no entanto, tinha limitações metodológicas importantes.
Em 2025, um ensaio clínico randomizado publicado no JISSN40 colocou o debate de lado: 38 homens receberam 5g/dia de creatina ou placebo durante 12 semanas. Os resultados? Nenhuma diferença em DHT, na razão DHT/testosterona, nem em qualquer parâmetro capilar entre os dois grupos. O estudo completo refuta de forma contundente a alegação de que a creatina causa calvície.
Portanto, se você usa creatina para melhorar o desempenho nos treinos, pode ficar tranquilo em relação aos seus cabelos. Já os anabolizantes são uma história completamente diferente.
Este medicamento tópico tem mostrado eficácia no tratamento da alopecia androgenética. A clascoterona atua impedindo a conversão da testosterona em di-hidrotestosterona (DHT), um hormônio que contribui para a redução progressiva dos folículos capilares na alopecia androgenética. Esse efeito ocorre por meio da inibição da enzima 5-alfa-redutase, responsável por esse processo.
Além disso, a substância apresenta ação antiandrogênica, bloqueando os receptores hormonais nos folículos, o que dificulta a ação do DHT sobre o couro cabeludo. Como resultado, a clascoterona auxilia na preservação dos fios existentes e favorece o crescimento capilar, reduzindo os impactos da calvície.
Aprovado pela Anvisa para o tratamento da alopecia areata, o baricitinibe é um inibidor da enzima Janus quinase (JAK) que modula a resposta imunológica, ajudando na recuperação dos cabelos em pacientes com essa condição autoimune.
Esta enzima está presente na membrana dos linfócitos e participa dos receptores de citocinas, moléculas que desempenham um papel crucial na mediação da inflamação. Ao bloquear essa via, o medicamento impede que essas moléculas desencadeiem uma resposta imune exacerbada, prevenindo a agressão aos folículos capilares e ajudando a controlar a queda de cabelo.

A fotobiomodulação (FBM), também conhecida como LEDterapia ou LLLT (Low-Level Light Therapy), é uma das terapias mais promissoras e com melhor perfil de segurança para o tratamento da queda de cabelo. Mas, como exatamente a luz vermelha consegue fazer o cabelo crescer?
Uma revisão publicada na Medical Sciences (2025)41, cobrindo estudos de 2020 a 2025, detalhou o mecanismo:
Absorção pelo citocromo C oxidase (CCO)
A luz vermelha (600-700nm) é absorvida pelo CCO para estimular alterações nas mitocôndrias.
Aumento de ATP
Eleva a produção mitocondrial de energia (ATP), que é o principal fator biológico para induzir o crescimento capilar.
Aumento de AMP cíclico
Regula a inflamação local, criando um ambiente favorável ao crescimento.
Aumento do Óxido Nítrico (NO)
Atua como um importante vasodilatador (melhorando o fluxo sanguíneo local) e ajuda a inibir a ação nociva da DHT no folículo.
1. Quantos fios de cabelo é normal perder por dia?
É considerado normal perder entre 50 e 100 fios por dia. Essa queda faz parte do ciclo natural de renovação capilar, em que fios na fase telógena (repouso) são empurrados por novos fios em crescimento.
Se você percebe que está perdendo significativamente mais do que isso — especialmente se notar falhas, afinamento visível ou fios excessivos no travesseiro, pente ou ralo — é hora de investigar com um dermatologista.
2. Queda de cabelo após a dengue é normal?
Sim. A dengue pode causar eflúvio telógeno, um tipo de queda temporária. A incidência é de aproximadamente 1,15% dos casos, com predominância em mulheres. O vírus da dengue causa inflamação direta nos folículos, além do estresse sistêmico.
3. A tricotilomania pode causar alopecia cicatricial (perda permanente)?
Sim. Embora a tricotilomania seja inicialmente uma alopecia não cicatricial, o puxão crônico e repetitivo pode eventualmente causar inflamação persistente e substituição dos folículos funcionais por tecido cicatricial.
Uma vez que a cicatrização ocorre, o crescimento de novos fios torna-se praticamente impossível na área afetada. A intervenção precoce com terapia cognitivo-comportamental é crucial.
4. Queda de cabelo na menopausa tem tratamento?
Sim, e os tratamentos estão cada vez mais eficazes. Opções incluem minoxidil, espironolactona, terapia de reposição hormonal (quando indicada), nutracêuticos e fotobiomodulação capilar.
5. Covid longa causa queda de cabelo?
Sim. Até 25% dos sobreviventes de COVID-19 apresentam queda significativa 2-3 meses após a infecção. O mecanismo principal é o eflúvio telógeno desencadeado pela resposta inflamatória intensa. A maioria dos pacientes se recupera em 6-9 meses, mas 10-20% podem desenvolver quadro crônico.
6. Creatina causa queda de cabelo?
Não. Esse mito surgiu de um estudo isolado de 2009, mas foi refutado anos depois. Pode suplementar sem medo.
7. Anabolizantes causam queda de cabelo?
Sim. Esteroides anabolizantes são derivados sintéticos da testosterona que aumentam massivamente os níveis de DHT, o hormônio que miniaturiza os folículos capilares. Mesmo ciclos curtos podem causar danos duradouros aos folículos.
8. Cirurgia bariátrica causa queda de cabelo?
Sim. Conforme meta-análise do PMC (2021)42, 57% dos pacientes apresentam queda de cabelo após cirurgia bariátrica. Os principais fatores são o eflúvio telógeno por estresse metabólico e deficiências nutricionais (ferro, zinco, proteínas). A suplementação adequada pode prevenir ou minimizar o problema.
9. Minoxidil funciona para todos os tipos de queda?
Não. O minoxidil é mais eficaz na alopecia androgenética e no eflúvio telógeno. Ele funciona prolongando a fase de crescimento e aumentando a circulação no couro cabeludo. No entanto, não é eficaz para alopecias cicatriciais e seus efeitos duram apenas enquanto o uso é mantido. A fotobiomodulação pode complementar o minoxidil para melhores resultados.
10. O que é fotobiomodulação capilar?
A fotobiomodulação capilar é um tratamento não invasivo que utiliza luz vermelha (600-700nm) para estimular os folículos capilares. A luz é absorvida pelo citocromo C oxidase nas mitocôndrias, aumentando a produção de ATP (energia celular) e promovendo a proliferação das células foliculares. Dispositivos como os da Capellux permitem realizar o tratamento no consultório ou em casa.
11. A LEDterapia funciona para queda de cabelo?
Sim. A LEDterapia pode ser usada como tratamento isolado ou combinado com outras terapias (minoxidil, PRP etc.) para potencializar resultados.
12. Queda de cabelo por estresse é reversível?
Na maioria dos casos, sim. A queda por estresse (eflúvio telógeno) é geralmente reversível quando a causa do estresse é eliminada ou controlada. O cabelo costuma voltar a crescer normalmente em 6-9 meses.
13. Deficiência de vitamina D causa queda de cabelo?
Sim. A vitamina D possui receptores nos folículos capilares que participam ativamente da regulação do ciclo capilar. Níveis insuficientes de vitamina D estão associados à alopecia areata e ao eflúvio telógeno.
No Brasil, apesar do sol abundante, muitas pessoas apresentam deficiência de vitamina D. Um exame de sangue simples pode detectar o problema.
14. Produtos químicos, como alisantes, causam queda de cabelo?
Sim. Alisantes atacam a queratina e quebram as pontes dissulfeto do fio. O uso excessivo pode causar queimaduras no couro cabeludo, dano folicular e até alopecia cicatricial. Produtos com formaldeído são especialmente perigosos.
15. Como saber se minha queda de cabelo é normal ou precisa de tratamento?
Alguns sinais indicam que é hora de procurar ajuda profissional:
Na dúvida, procure um dermatologista ou tricologista. O diagnóstico precoce é sempre o melhor caminho.
E lembre-se: tratamentos como a fotobiomodulação capilar podem ser iniciados como complemento a qualquer abordagem médica.
A queda de cabelo tem solução, mas o tempo é um fator crítico. Quanto mais cedo você identificar a causa e iniciar o tratamento, maiores são as chances de recuperar seus fios.
Busque ajuda profissional e experimente tratamentos modernos, como os dispositivos de LED da Capellux, que estimulam a recuperação dos fios com resultados comprovados pela ciência mais avançada. A fotobiomodulação é segura, não invasiva, livre de efeitos colaterais e pode ser realizada no conforto da sua casa.