Queda de cabelo por estresse? Saiba tudo

mulher com queda de cabelo por estresse

queda de cabelo por estresse é uma realidade e pode tornar a rotina das pessoas com o problema ainda mais aflitiva, o que leva a um agravamento do estado emocional que se reflete em questões físicas, como a saúde capilar.

A ocorrência da queda de cabelo devido quadros de estresse depende de fatores diversos, como imunidade, grau de estresse e continuidade da situação.

A seguir conheça a relação entre estresse e queda de cabelo, fatores que podem estar associados ao estresse e como tratar a condição.

Qual a relação entre estresse e queda de cabelo?

Inicialmente é preciso que os pacientes saibam que devido ao ciclo capilar é comum que haja uma queda de 100 a 150 fios de cabelo por dia em decorrência do processo natural de substituição.

Quando a queda de cabelo é superior a essa quantidade ou quando não decorre devido à substituição natural dos fios é preciso ter atenção aos fatores que podem influenciar essa ocorrência.

O objetivo da substituição capilar é manter o equilíbrio na quantidade de fios, mas se há uma queda acelerada ou não nascem novos fios há o desbalanceamento nesse processo.

queda de cabelo por estresse pode ocorrer provisoriamente, após elevados níveis de tensão, ou como uma antecipação da calvície para pacientes com predisposição genética ao problema.

Ela também pode ocorrer devido às altas taxas do hormônio cortisol no organismo que comprometem o sistema circulatório periférico, prejudicando a fixação dos fios. Existem diferentes tipos de estresse que devem ser considerados:

  • estresse crônico: situação de estresse contínuo relacionada a uma rotina aflitiva ou desgastante;
  • estresse agudo: quando os sintomas decorrem devido a um momento ou fato estressante, tem duração de menos de um mês;
  • estresse agudo episódico: semelhante ao agudo, mas desencadeado por um fenômeno que ocorre com frequência;
  • estresse pós traumático: desencadeado por alguma situação extrema, como um acidente, diagnóstico de doença grave ou perda.

A queda dos fios pode ocorrer nesses diferentes tipos de situações estressantes, dependendo do nível de estresse e recorrência do quadro.

O que ocorre é que fisiologicamente, a manutenção dos cabelos não é considerada uma prioridade para o organismo, de forma que quando há uma redução da quantidade de nutrientes, proteínas e vitaminas disponíveis no organismo ele redireciona a energia para processos mais vitais.

Caso a pessoa esteja estressada, o organismo produz mais estriol, uma substância que limita a chegada dos nutrientes na região capilar, interrompendo o crescimento dos fios e antecipando a fase catágena e telógena.

A fase catágena dura entre duas e três semanas e é quando o cabelo entra em fase de repouso, parando de crescer. A fase telógena dura cerca de três meses e resulta na queda de cabelo substituído por um novo fio de está nascendo no mesmo folículo piloso.

Devido esses intervalos do ciclo capilar, é comum que após situações de estresse extremo o cabelo demore até 3 meses para cair, o que pode dificultar o diagnóstico e a associação entre queda de cabelo e estresse.

Quais fatores estão associados à queda de cabelo por estresse?

A perda dos cabelos pode ser considerada um dos sintomas do estresse devido às alterações hormonais que ocorrem no organismo.

queda de cabelo por estresse é conhecida também como eflúvio telógeno e, em geral, é temporária. No entanto, para que a saúde capilar seja restabelecida é preciso superar as situações de estresse que causam às alterações físicas.

No caso de estresse crônico pode ocorrer à rarefação dos cabelos, tornando o problema mais complexo e difícil de ser revertido. 

A seguir conheça alguns fatores que podem desencadear situações estressantes e afetar o organismo, agravando quadros de queda de cabelo.

Alimentação inadequada

A alimentação é um aspecto central na saúde capilar, pois a ingestão de vitaminas essenciais para o cabelo garantem que ele se mantenha saudável. É a partir do consumo dos nutrientes adequados que o corpo terá um depósito apropriado e poderá direcionar substâncias aos folículos pilosos.

Entre os fatores que podem levar ao aumento do cortisol no organismo está uma alimentação pouco nutritiva, como aquela decorrente de uma dieta baseada em junk food ou fast food.

Também pode ocorrer de dietas restritivas, como aquelas focadas no emagrecimento rápido, causarem uma deficiência de nutrientes que levará à queda de cabelo por estresse.

Sedentarismo

Os exercícios físicos são importantes aliados para um funcionamento metabólico adequado. Assim, um estilo de vida sedentário pode comprometer a saúde, incluindo a capilar.

Com a prática de exercícios a circulação sanguínea é incentivada, facilitando a chegada dos nutrientes ao couro cabeludo.

Dermatite seborreica

A dermatite seborreica consiste em um tipo de inflamação no couro cabeludo que costuma ser agravada com o estresse.

O que ocorre é que a condição interfere na imunidade e na resposta do organismo aos processos inflamatórios, sendo mais difícil combatê-los se o corpo está mais vulnerável por metabolizar menos nutrientes e vitaminas.

A dermatite seborreica aumentada pelo estresse é outro fator que interfere diretamente na queda de cabelo acentuada.

Cigarro 

O tabaco é um dos principais inimigos da saúde de acordo com uma série de estudos, podendo causar doenças cardíacas, respiratórias e mesmo problemas capilares.O cigarro pode acelerar o processo de perda de cabelo principalmente em pessoas com predisposição genética à alopecia androgenética.

O que ocorre é que substâncias presentes no cigarro causam danos ao DNA das células da raiz do cabelo e podem prejudicar a microcirculação sanguínea, sendo mais difícil para os nutrientes chegarem aos fios.

Quais os tipos de queda de cabelo relacionada ao estresse?

Existem diferentes formas de manifestação relacionadas a estresse e queda de cabelo associadas ao metabolismo, tendências genéticas, continuidade da condição e fatores que desencadeiam os quadros de estresse. Conheça a seguir!

Eflúvio telógeno

Condição mais comum associada à queda de cabelo em decorrência de estresse. Nesse caso ocorre uma aceleração prematura e indevida do ciclo capilar, de forma que os folículos capilares entram em repouso (fase catágena) e posteriormente queda (fase telógena).

Com a regulação dos nutrientes e hormônios no organismo essa queda de cabelo tende a ser transitória.

Alopecia areata

Na alopecia areata ocorre uma alteração no sistema imunológico em decorrência de estresse, de forma que as células do organismo atacam os folículos pilosos.

Esse processo resulta na perda de fios que pode ocorrer em tufos, formando áreas sem pelo ou cabelo que são arredondadas, ou ovais.

Destaca-se ainda que esse tipo de queda afeta a região do cabelo e também barba, sobrancelha, cílios e outras regiões do corpo.

Tricotilomania

A tricotilomania consiste em uma compulsão pela qual o paciente arranca os próprios cabelos, sobrancelha ou outros pelos do corpo.

É decorrente de quadros de estresse, mas também pode estar associada à depressão, ansiedade e solidão.

Quais os sintomas da queda de cabelo por estresse?

Cada tipo de estresse pode apresentar sintomas específicos. No entanto, alguns quadros costumam ser recorrentes, como:

  • enxaquecas;
  • palpitações cardíacas e hipertensão;
  • respiração ofegante;
  • dores musculares;
  • fadiga, mal-estar e esgotamento (físico e emocional);
  • tristeza;
  • problemas estomacais, como azia, gases e diarreia;
  • sudorese excessiva;
  • insônia ou outras alterações no sono;
  • tremores.

Caso identifique esses sintomas – ou parte deles – é importante buscar auxílio especializado para diagnóstico da condição e definição da melhor conduta terapêutica.

Como tratar esse tipo de queda de cabelo?

queda de cabelo por estresse pode ser temporária ou mais insistente, sendo necessário buscar auxílio especializado para definir a melhor conduta. Conheça cuidados e opções de tratamento capilar a seguir.

Mudanças de hábitos

O primeiro passo é buscar uma mudança de hábitos focada na superação da rotina estressante, principalmente no caso de pessoas com estresse crônico. As recomendações para reduzir o estresse e aumentar a qualidade de vida incluem:

  • manter uma alimentação saudável e balanceada;
  • realizar atividades físicas com frequência;
  • ter horas apropriadas de sono;
  • reduzir o tabaco e o consumo de bebidas alcoólicas;
  • evitar situações de estresse já identificadas;
  • identificar hobbies e inseri-los na rotina.

A mudança de hábitos é essencial para identificar as situações que desencadeiam as crises de estresse e passar a evitá-las na rotina ou buscar lidar com elas de uma forma mais saudável.

LEDterapia

Uma opção moderna de tratamento é a LEDterapia, que já comprovou resultados eficazes para quadros de eflúvio telógeno em decorrência de estresse e também outros tipos de queda de cabelo relacionados às mudanças emocionais e hormonais.

A LEDterapia – Low Level Light Therapy – implica no uso de luzes de LED que penetram na pele e estimulam a produção de energia, melhorando o metabolismo celular.

Por meio da luz emitida pelo LED ocorre uma intensificação da atividade celular no bulbo capilar, promovendo renovação das células, crescimento do cabelo, aumento da espessura dos fios e maior circulação sanguínea no couro cabeludo.

O resultado são fios de cabelo mais resistentes, maior crescimento dos fios e redução de processos inflamatórios ou prejudiciais ao couro cabeludo, como a dermatite, alopecia ou eflúvio telógeno.

Uma das formas práticas e eficazes para realizar o tratamento com a LEDterapia é com o uso do Boné Capellux. Ele foi desenvolvido para uso domiciliar e age nos fios para prolongar a vida dos fios.

Destaca-se que a LEDterapia pode ser realizada em outras regiões do corpo e não apenas no couro cabeludo, auxiliando em tratamentos de alopecia areata e renovação capilar em caso de tricotilomania.

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