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[2026] Mounjaro e Ozempic causam alopecia (queda de cabelo)?

Em 2025, as redes sociais se encheram de relatos de pessoas comemorando os quilos perdidos graças à “caneta emagrecedora” – apelido de medicamentos injetáveis como Ozempic, Wegovy (semaglutida) e Mounjaro (tirzepatida) –, mas preocupadas com a queda de cabelo repentina. Seria possível que o remédio que afina a cintura também esteja afinando os fios? 

O uso desses fármacos só cresce. Após a quebra de patente, a liraglutida já ganhou versões nacionais de baixo custo – a farmacêutica brasileira EMS lançou em agosto de 2025 as primeiras canetas nacionais (Olire e Lirux) com esse princípio ativo.1 Com mais pessoas aderindo a essas medicações, é fundamental entender se a calvície pode ser um “preço” a pagar pelo emagrecimento rápido.

Neste artigo, vamos explorar o que a ciência sabe até agora sobre a relação entre liraglutida, semaglutida e alopecia, trazendo estudos, opiniões médicas e soluções tecnológicas inovadoras para preservar a saúde do seu cabelo.

O que você vai encontrar neste artigo:

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  • O que são as “canetas emagrecedoras” e por que elas fazem sucesso?
  • Perda de peso rápida pode causar queda de cabelo?
    • Então, por que todo o alarde? 
  • O que dizem os estudos sobre liraglutida, semaglutida,  tirzepatida e alopecia? (Atualizado em agosto de 2026)
    • Por que a evidência de associação com a alopecia ficou mais forte em 2026?
    • Semaglutida: dose e intensidade do emagrecimento entraram no radar
    • Tirzepatida: ensaios também encontraram mais alopecia que o placebo
    • E a liraglutida?
    • Então, as canetas emagrecedoras causam queda de cabelo?
  • LEDterapia: uma aliada tecnológica contra a alopecia
  • Conclusão: dá para emagrecer sem queda de cabelo?
  • Referências bibliográficas
      • RECEBA OFERTAS E NOVIDADES DA CAPELLUX POR E-MAIL

O que são as “canetas emagrecedoras” e por que elas fazem sucesso?

As canetas emagrecedoras são medicamentos injetáveis originalmente desenvolvidos para diabetes tipo 2, mas que se tornaram populares pelo efeito colateral bem-vindo de perda de peso. Entre elas estão a semaglutida (nomes comerciais: Ozempic e Wegovy) e a liraglutida (Victoza e Saxenda). Há também a tirzepatida (Mounjaro), que combina dois hormônios. 

Todas pertencem à classe dos agonistas de GLP-1, hormônio que reduz o apetite e melhora o controle da glicose. Esses medicamentos mostraram eficácia notável no emagrecimento, rivalizando até com cirurgias bariátricas em alguns estudos2. 

No Brasil de 2025, além das opções importadas e de alto custo, já temos produção local: a Fiocruz anunciou parceria para produzir semaglutida nacional para o SUS. Mas, com o emagrecimento acelerado, surgem efeitos colaterais inesperados. Náuseas e alterações digestivas já eram conhecidos. Agora, relatos de queda capilar entraram no radar – a tal ponto que órgãos reguladores nos EUA e Europa iniciaram investigações. 

Em 2023, a FDA (agência americana) anunciou que estava analisando casos de alopecia em usuários de GLP-1 recebidos no sistema de farmacovigilância3. Afinal, existe base científica para essa preocupação?

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Perda de peso rápida pode causar queda de cabelo?

Dermatologistas e endocrinologistas esclarecem: não há evidência de que semaglutida ou tirzepatida causem dano direto aos folículos capilares, mas a rápida perda de peso induzida por esses medicamentos pode desencadear um tipo de queda conhecido como eflúvio telógeno4. Trata-se de uma condição em que um estresse físico no organismo faz uma grande quantidade de fios entrar precocemente na fase de repouso e, semanas depois, cair de forma difusa.

No caso das “canetinhas” de emagrecimento, o estresse é a mudança metabólica e nutricional abrupta. Perder muitos quilos em pouco tempo – seja com remédios, dietas radicais ou cirurgia bariátrica – impõe um choque no corpo. Entre 2 e 4 meses após o início do emagrecimento acentuado, muitos pacientes notam uma queda difusa dos fios acima do normal. 

“Você não ficará careca com eflúvio telógeno, mas pode perder um bom volume de cabelo”, explica a dermatologista Susan Massick, da Ohio State University5. A boa notícia é que esse tipo de alopecia reativa tende a ser temporário e reversível: após alguns meses, o ciclo capilar se normaliza e novos fios voltam a crescer, desde que a causa do estresse seja resolvida.

Então, por que todo o alarde? 

O problema é que, durante esse período, a mudança na cabeleira pode ser bem visível e assustar. Há também casos em que o eflúvio telógeno acelera outra condição de calvície já existente. Segundo o Dr. Gabriel Lazzeri Cortez4, dermatologista e membro da SBD-RESP, em pacientes com predisposição genética à alopecia androgenética (calvície masculina ou feminina), a perda rápida de peso pode adiantar a progressão da calvície – os fios que nascem de novo vêm mais finos e fracos, contribuindo para o afinamento capilar progressivo. 

Ou seja, quem já tinha tendência à calvície pode perceber um agravamento após emagrecer, pois a queda temporária “revela” áreas ralinhas que antes eram camufladas.

Importante ressaltar que esse fenômeno não é exclusivo da liraglutida, da semaglutida ou da tirzepatida. Especialistas apontam que qualquer emagrecimento acelerado pode disparar a queda de cabelo. Aliás, estudos mostram que a alopecia pós-bariátrica é bem mais comum (57% dos pacientes) do que a observada com medicamentos6, porque a cirurgia impõe perdas de peso drásticas e deficiências nutricionais mais severas. A vantagem dos remédios como Ozempic e Mounjaro é que não causam má absorção intestinal como alguns procedimentos bariátricos, então teoricamente o risco de deficiência de nutrientes é menor. 

Ainda assim, comer bem menos (devido à supressão do apetite) pode levar a carências nutricionais se não houver acompanhamento.

Se seus fios importam tanto quanto os números na balança, escolha o Capacete i9 hoje.

O que dizem os estudos sobre liraglutida, semaglutida,  tirzepatida e alopecia? (Atualizado em agosto de 2026)

Quando este artigo foi publicado, em 2025, ainda havia poucos dados capazes de separar três possibilidades: a queda provocada pelo emagrecimento rápido, alterações nutricionais decorrentes da redução da ingestão alimentar e um possível efeito associado aos próprios medicamentos.

Em 2026, a evidência científica avançou. Estudos clínicos, análises de bancos de dados e revisões sistemáticas passaram a mostrar uma associação mais consistente entre medicamentos usados para perda de peso e relatos de queda capilar. Isso não significa, porém, que tenha sido demonstrado um efeito tóxico direto da semaglutida, da tirzepatida ou da liraglutida sobre o folículo piloso em si.

Por que a evidência de associação com a alopecia ficou mais forte em 2026?

Uma revisão sistemática e meta-análise7 publicada no Diabetes Research and Clinical Practice em 2026 reuniu nove estudos intervencionais — sete deles ensaios clínicos randomizados — e dados de 4.114 usuários de agonistas do receptor de GLP-1.

Na análise conjunta, a ocorrência de queda de cabelo foi significativamente maior entre os usuários desses medicamentos do que entre pessoas que receberam placebo: o risco relativo foi de 3,25 (RR 3,252; IC95% 1,437–7,358). Quando os pesquisadores analisaram apenas ensaios randomizados realizados com pessoas com sobrepeso ou obesidade, a associação permaneceu, com RR de 3,59.

Apesar da diferença relativa, é importante observar o tamanho absoluto do evento: a taxa combinada de queda capilar entre usuários foi estimada em 3,9%.

👉Em termos simples, a análise mostrou que o uso de medicamentos da classe do GLP-1 está associado a um risco 3x maior de queda de cabelo em comparação ao uso de placebo. A ocorrência do problema ainda é baixa em termos gerais: afeta cerca de 3,9% dos pacientes, ou seja, aproximadamente 4 a cada 100 pessoas.

Semaglutida: dose e intensidade do emagrecimento entraram no radar

Uma segunda revisão sistemática8, publicada em 2026 na revista Science Progress, analisou 24 estudos e encontrou os sinais mais consistentes de queda capilar com semaglutida e tirzepatida.

No caso da semaglutida, os autores observaram que os relatos eram menos frequentes em doses inferiores a 2 mg por semana e apareciam mais nos estudos que utilizaram doses voltadas ao tratamento da obesidade. Isso levantou a hipótese de que a relação possa envolver tanto a dose quanto a magnitude da perda de peso.

👉Esta revisão apontou, ainda, que a queda de cabelo é temporária e reversível, afetando com mais frequência as mulheres.

Tirzepatida: ensaios também encontraram mais alopecia que o placebo

A tirzepatida, princípio ativo do Mounjaro, atua simultaneamente nos receptores de GIP e GLP-1 e costuma produzir perdas ponderais expressivas.

A revisão de Gupta et al (2026) concluiu que, entre os medicamentos avaliados, a tirzepatida foi um dos mais frequentemente relacionados ao eflúvio telógeno. Como ela também está entre as terapias capazes de produzir as maiores reduções de peso, ainda é difícil separar quanto desse sinal depende do medicamento e quanto depende da velocidade e da intensidade do emagrecimento.

👉Nas pesquisas, eflúvio telógeno e alopecia androgenética apareceram entre os padrões mais frequentes de queda capilar. Isso também sugere que nem todo paciente que percebe queda durante o tratamento está necessariamente apresentando o mesmo problema.

E a liraglutida?

Em relação à liraglutida, a situação é diferente. Foram  encontrados menos estudos e sinais menos consistentes de aumento do risco de queda capilar do que os observados com semaglutida e tirzepatida. Algumas análises retrospectivas identificaram associação com determinados diagnósticos de alopecia, enquanto outras não encontraram aumento significativo. 

👉Por isso, atualmente não há base suficiente para atribuir à liraglutida o mesmo nível de associação observado com as terapias mais recentes e capazes de produzir perdas de peso maiores.

A diferença também pode refletir o volume de dados disponível: semaglutida e tirzepatida passaram a ser estudadas em populações muito grandes e em esquemas voltados especificamente à obesidade.

Então, as canetas emagrecedoras causam queda de cabelo?

A resposta científica em 2026 é mais cuidadosa do que um simples “sim” ou “não”.

Hoje há evidências de que a queda capilar ocorre com maior frequência entre usuários de algumas dessas terapias do que entre participantes que recebem placebo, principalmente nos estudos com semaglutida e tirzepatida. 

Ao mesmo tempo, ainda não foi demonstrado que esses medicamentos ataquem diretamente o folículo ou provoquem uma alopecia específica por um mecanismo farmacológico próprio.

Entre as hipóteses mais prováveis, continuam as seguintes: 

  • perda de peso rápida; 
  • redução importante da ingestão calórica;
  • alterações no aporte de proteínas e micronutrientes;
  • a possibilidade de um eflúvio telógeno revelar uma alopecia androgenética que já estava em desenvolvimento.

Por isso, perceber mais fios caindo durante o uso de semaglutida, tirzepatida ou liraglutida não permite concluir sozinho qual é a causa. 

O padrão da queda, o momento em que começou, a intensidade do emagrecimento, a alimentação e a presença de miniaturização ou de outros sinais no couro cabeludo precisam ser avaliados em conjunto.

Quem emagrece rápido precisa se proteger rápido — garanta seu Boné Capellux Go Free agora e previna a queda de cabelo com essa tecnologia exclusiva.

LEDterapia: uma aliada tecnológica contra a alopecia

Além das medidas de saúde e dos tratamentos tradicionais, uma inovação vem ganhando espaço no combate à queda de cabelo: a terapia com LED de baixa intensidade, também conhecida como fotobiomodulação capilar ou LLLT (Low-Level Light Therapy). A ciência comprova a eficácia dessa abordagem – e, o melhor, sem efeitos colaterais significativos.

Funciona assim: dispositivos equipados com LEDs vermelhos emitem luz em um comprimento de onda específico que penetra no couro cabeludo e atinge as células dos folículos. Essa energia luminosa estimula as mitocôndrias das células do bulbo capilar, aumentando a produção de ATP (energia celular) e desencadeando uma série de efeitos benéficos: 

  • melhora da microcirculação sanguínea local; 
  • modulação de fatores inflamatórios; 
  • e ativação de fatores de crescimento. 

Em termos simples, o LED acorda folículos “adormecidos”, prolonga a fase de crescimento do fio e fortalece a fibra capilar existente.

Diversos estudos nos últimos anos respaldam a LEDterapia. Por exemplo, um estudo clínico controlado mostrou que a combinação de LED + minoxidil foi mais eficaz do que minoxidil sozinho para pacientes com calvície hereditária, sem aumentar efeitos adversos. Até mesmo em alopecias difíceis, como a alopecia areata (de causa autoimune), a fototerapia tem se mostrado promissora como tratamento adjuvante.

A grande vantagem é que essa tecnologia, antes restrita a clínicas, agora está disponível em aparelhos de uso domiciliar – como bonés e capacetes de LED. Empresas brasileiras como a Capellux desenvolveram dispositivos aprovados pela Anvisa que permitem tratar a queda de cabelo em casa, de forma segura e conveniente. 

O Boné Capellux Go Free, por exemplo, é um boné leve, portátil e com bateria recarregável, equipado com uma combinação exclusiva de 198 LEDs vermelhos (620 nm + 680 nm) distribuídos estrategicamente para cobrir todo o couro cabeludo. É recomendado para quem tem pouca densidade capilar.

O Boné Tradicional Capellux mantém o mesmo número de LEDs do Go Free, mas com LEDs de 620 nm e funciona conectado à tomada, sendo uma excelente opção para quem prefere sessões fixas, no conforto de casa, sem se preocupar com recarga de bateria. Seu design clássico e a emissão de luz uniforme garantem eficiência no estímulo dos folículos e ótima relação custo-benefício para quem busca iniciar a fotobiomodulação capilar com praticidade.

Já o Capacete Capellux i9 é um aparelho robusto, com ainda mais LEDs vermelhos (são 204, com 660 nm) e espículas retráteis, ideal para quem tem cabelos volumosos e busca resultados de nível clínico. 

Em um estudo, um protótipo de capacete semelhante, usado 3 vezes por semana durante 16 semanas, gerou um ganho médio de 13 fios por cm² nos usuários, além de engrossar cada fio em aproximadamente 12 micrômetros – melhorias comprovadas em exames dermatoscópicos. Ou seja, mais cabelo e fios mais grossos em poucos meses de uso regular.

Para quem está enfrentando alopecia pós-emagrecimento, a LEDterapia pode ser uma grande aliada na recuperação. Ela não interfere nos medicamentos (pode ser usada simultaneamente ao tratamento para obesidade) e pode acelerar o ritmo de repilação dos cabelos perdidos durante o eflúvio telógeno. Além disso, por melhorar a vascularização do couro cabeludo, a luz vermelha ajuda a fornecer nutrientes aos folículos – complementando bem aquela sua atenção à dieta balanceada. 

Muitos dermatologistas já indicam bonés e capacetes de LED como parte do protocolo para pacientes que tiveram queda pós-bariátrica ou por dietas, justamente por ser uma alternativa não invasiva e de fácil adesão.

Emagrecimento saudável também inclui saúde capilar — clique e garanta seu Capacete i9.

Conclusão: dá para emagrecer sem queda de cabelo?

A jornada do emagrecimento é repleta de desafios, mas ficar careca não precisa ser um deles. Não, a caneta emagrecedora não causa calvície diretamente – o que ela pode fazer é precipitar uma queda temporária em resposta ao emagrecimento rápido. 

Com acompanhamento médico, ajustes nutricionais e as tecnologias corretas, é possível minimizar ou até evitar esse efeito colateral. 

Lembre-se de que cada organismo é único: algumas pessoas passarão pela perda de peso sem notar um fio fora do lugar, enquanto outras – sobretudo as que já tinham alguma predisposição – podem ver mudanças na cabeleira. O importante é não entrar em pânico. Se acontecer, procure ajuda cedo, reforce a alimentação, considere tratamentos como a LEDterapia e tenha paciência, que os fios tendem a voltar.

Quer saber mais sobre soluções para queda de cabelo? Visite a loja oficial da Capellux e descubra equipamentos e dermocosméticos de última geração que podem fazer parte da sua rotina de cuidados. Seu projeto de emagrecimento não precisa sacrificar a saúde dos seus fios – com orientação e as ferramentas certas, dá para ficar de bem com a balança e com o espelho! 

Cada semana sem os LEDs Capellux é uma janela perdida de repilação — ative o crescimento acelerado dos seus fios a partir de hoje. Acesse a loja e saiba mais.

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Referências bibliográficas

  1. CNN BRASIL. “Ozempic brasileiro” começa a chegar às farmácias e é mais barato; veja. CNN Brasil, São Paulo, 1 ago. 2025. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/negocios/ozempic-brasileiro-comeca-a-chegar-as-farmacias-e-e-mais-barato-veja/. Acesso em: 11 ago. 2025.
  2. AMERICAN SOCIETY FOR METABOLIC AND BARIATRIC SURGERY (ASMBS). Head-to-head study shows bariatric surgery superior to GLP-1 drugs for weight loss. Washington, DC: ASMBS, 17 jun. 2025. Disponível em: https://asmbs.org/news_releases/head-to-head-study-shows-bariatric-surgery-superior-to-glp-1-drugs-for-weight-loss/. Acesso em: 11 ago. 2025.
  3. PELC, Corrie. Ozempic, Wegovy under investigation for side effects like suicidal ideation, hair loss. Medical News Today, 8 jan. 2024. Disponível em: https://www.medicalnewstoday.com/articles/ozempic-wegovy-side-effects-suicidal-ideation-hair-loss. Acesso em: 31 ago. 2026.
  4. TERRA. É verdade que caneta emagrecedora causa queda de cabelo? Terra, São Paulo, 31 jul. 2025. Disponível em: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/e-verdade-que-caneta-emagrecedora-causa-queda-de-cabelo,be7e27e2c5b49cec09ac0998381c22e12gt57z6k.html. Acesso em: 11 ago. 2025.
  5. SULLIVAN, Kaitlin. Some people taking weight loss drugs say they’re experiencing hair loss. NBC News, Nova York, 22 abr. 2023. Disponível em: https://www.nbcnews.com/health/health-news/weight-loss-drugs-and-hair-loss-rcna79798. Acesso em: 11 ago. 2025.
  6. ZHANG, Wen et al. Hair loss after metabolic and bariatric surgery: a systematic review and meta-analysis. Obesity Surgery, v. 31, p. 2649–2659, 2021. DOI: 10.1007/s11695-021-05311-2. Disponível em: https://link.springer.com/article/10.1007/s11695-021-05311-2. Acesso em: 11 ago. 2025.
  7. CHENG, Po-Lung; CHANG, Hua-Ching. Glucagon-like peptide-1 receptor agonists and hair loss: a systematic review and meta-analysis. Diabetes Research and Clinical Practice, v. 237, art. 113333, jul. 2026. DOI: 10.1016/j.diabres.2026.113333. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/42155605/. Acesso em: 28 ago. 2026.
  8. GUPTA, Aditya K.; TEASELL, Elizabeth M.; ECONOMOPOULOS, Vasiliki; MIRMIRANI, Paradi. GLP-1 therapies and hair loss: a systematic review of current evidence and implications for counseling. Scientific Progress, v. 109, n. 2, art. 368504261444578, abr./jun. 2026. DOI: 10.1177/00368504261444578. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41998799/. Acesso em: 28 ago. 2026.
  9. PILLAI, Jisha K.; MYSORE, Venkataram. Role of Low-Level Light Therapy (LLLT) in androgenetic alopecia. Journal of Cutaneous and Aesthetic Surgery, v. 14, n. 4, p. 385–391, out./dez. 2021. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC8906269/. Acesso em: 11 ago. 2025.
  10. KIM, Jee-Woo et al. Low-level laser therapy with novel array of light source and individualized program for treatment of androgenetic alopecia: a 16-week, randomized, double-blind, sham device-controlled study. Medical Lasers, v. 9, n. 2, p. 150–158, 2020. Disponível em: https://www.kci.go.kr/kciportal/landing/article.kci?arti_id=ART002662791. Acesso em: 11 ago. 2025.
  11. MAMMOSER, Gigen. Why Ozempic, Wegovy may cause hair loss, plus tips to help treat it. Healthline, 8 ago. 2025. Disponível em: https://www.healthline.com/health-news/glp-1-drugs-may-cause-hair-loss-treatment. Acesso em: 11 ago. 2025.

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