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Sobre o autor

Dr. Álvaro Pereira (CRM – SP: 34.348)

Diretor Técnico da Cosmedical. Médico pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP); Doutorado em Cirurgia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo; Pós-doutorado no Brigham and Women’s Hospital – Harvard Medical School.

Como parar a queda de cabelo urgente: o guia mais completo da internet! (2026)

Perceber o cabelo caindo mais do que o normal assusta — e com razão. Quando os fios começam a sair no banho, na escova, no travesseiro ou só de passar a mão, muita gente entra em pânico e tenta resolver tudo com shampoo, vitamina ou receita caseira. O problema é que queda de cabelo não tem uma causa única, e tratar no escuro costuma atrasar justamente o que mais importa: descobrir o motivo e agir cedo.

A queda de cabelo pode estar ligada a estresse, infecções, pós-parto, deficiência de ferro, alterações hormonais, caspa, inflamação no couro cabeludo, uso de medicamentos ou diferentes tipos de alopecia. Em muitos casos, a queda capilar é controlável quando a causa é identificada precocemente; em outros, o quadro exige investigação mais específica para evitar progressão, miniaturização folicular e perda de densidade.

Se você sente que o cabelo está caindo muito, ficando mais ralo e fino, com mais fios no travesseiro ou no ralo do chuveiro, é importante entender que “o que é bom para queda de cabelo” depende da causa. Em alguns casos, medidas simples ajudam; em outros, é preciso tratamento médico direcionado.

Neste guia, você vai entender o que pode causar queda de cabelo, quando ela deixa de ser normal, o que pode ajudar em cada situação, quais doenças podem estar associadas à queda capilar e como terapias complementares — como a fotobiomodulação (LEDterapia capilar) — podem entrar na estratégia, sempre quando indicadas pelo profissional de saúde.

O objetivo não é prometer cura rápida, e sim mostrar caminhos reais para investigar, controlar e tratar a queda de cabelo com base em evidências e em uma avaliação individualizada.

O que você vai encontrar neste artigo:

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  • Queda de cabelo: o que pode ser?
  • Queda de cabelo: o que fazer?
  • O que é bom para queda de cabelo?
  • Novidades no tratamento da queda de cabelo
    • Uso da fotobiomodulação capilar na alopecia cicatricial central centrífuga
  • Como prevenir a queda de cabelo?
  • O que fazer quando o cabelo está caindo? 30 dicas eficazes
    • Tratamento com luz de LED
      • Como a LEDterapia funciona?
      • Células-tronco no folículo
      • Inflamação, citocinas e queda capilar: “apagando o incêndio” 
      • Quais são os efeitos da LEDterapia no couro cabeludo?
    • Outros tratamentos
      • Medicamentos de uso tópico
      • Medicamentos de uso oral 
      • Medicamentos injetáveis
  • FAQ — 40 perguntas e respostas sobre queda de cabelo urgente
  • Glossário técnico
    • cAMP — monofosfato cíclico de adenosina
    • VEGF — fator de crescimento endotelial vascular
  • Referências bibliográficas
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Queda de cabelo: o que pode ser?

A queda de cabelo pode ter causas temporárias ou persistentes. Quando os fios começam a cair mais do que o normal de forma repentina, uma das possibilidades mais comuns é o eflúvio telógeno, quadro em que muitos fios entram ao mesmo tempo na fase de queda. Isso pode acontecer algumas semanas após estresse intenso, febre, infecções, cirurgias, pós-parto, dietas restritivas ou uso de alguns medicamentos.

Quando a queda é difusa — aparecendo no banho, no travesseiro, ao pentear ou ao passar a mão no cabelo — também é importante investigar deficiência de ferro, vitamina D, zinco ou proteínas, alterações hormonais, doenças da tireoide, inflamações no couro cabeludo e efeitos colaterais de remédios. Já quando há afinamento progressivo dos fios, aumento da risca central, rarefação no topo da cabeça ou entradas mais evidentes, a alopecia androgenética deve ser considerada.

Também existem situações em que a queda aparece em falhas localizadas ou vem acompanhada de coceira, ardor, dor, descamação, vermelhidão ou oleosidade excessiva no couro cabeludo. Nesses casos, a avaliação dermatológica se torna ainda mais importante, porque o tratamento para queda de cabelo depende da causa e do padrão de perda.

Se o cabelo está caindo muito, principalmente se isso se prolonga por semanas, se há sinais de inflamação no couro cabeludo ou histórico familiar de calvície, procurar um médico é um passo essencial para direcionar o tratamento correto e evitar perda definitiva de folículos.

Queda de cabelo: o que fazer?

Quando a queda de cabelo aumenta, o primeiro passo é confirmar se ela está realmente acima do normal. Em geral, perdas diárias acima de 100 a 150 fios durante seis semanas ou mais, afinamento visível, falhas ou redução do volume merecem atenção, especialmente quando surgem de forma progressiva.

Depois disso, é preciso investigar a causa predominante. Isso importa porque muitos casos podem ser controlados quando o cuidado começa cedo. Ajustar a alimentação, tratar a caspa, revisar medicamentos, reduzir o estresse e iniciar o tratamento adequado pode ajudar a interromper o ciclo de perda antes que o quadro avance.

Em situações mais complexas, a combinação de terapias tópicas, orais e tecnologias complementares, como a fotobiomodulação capilar, pode ser indicada pelo médico de forma personalizada.

O que é bom para queda de cabelo?

O que é bom para queda de cabelo depende diretamente da causa, mas, de forma geral, os pilares mais importantes são identificar o gatilho da queda, tratar inflamações do couro cabeludo, corrigir deficiências nutricionais, revisar medicamentos, reduzir agressões químicas e mecânicas e adotar o tratamento adequado para cada caso.

Quando indicado, tônicos, medicamentos prescritos, ajuste alimentar, controle do estresse e tecnologias complementares, como a fotobiomodulação capilar, podem fazer parte da estratégia. Em outras palavras, o que é bom para queda de cabelo não é uma fórmula única, e sim uma conduta direcionada ao padrão de queda, ao tempo de evolução, à presença de doenças associadas e ao perfil de cada paciente.

Por isso, antes de apostar em soluções rápidas, é importante lembrar: tratar a causa certa, no momento certo, costuma trazer resultados mais consistentes do que tentar várias opções ao acaso.

Novidades no tratamento da queda de cabelo

Em 2026, o tratamento da queda de cabelo está cada vez mais individualizado. A tendência mais forte não é apostar em uma solução única, mas combinar diagnóstico precoce, controle de fatores hormonais e inflamatórios, ajuste nutricional e terapias complementares, como a fotobiomodulação capilar, sempre de acordo com o tipo de alopecia e com a avaliação médica.

Uma das grandes novidades dos últimos anos é o avanço dos inibidores de JAK (Janus kinase) para alopecia areata, uma forma autoimune de queda capilar. Desde 2022, a FDA aprovou baricitinibe para casos moderados a graves de alopecia areata, seguido de ritlecitinibe (Litfulo) em 2023 e, mais recentemente, deuruxolitinibe (Leqselvi) para quadros severos em adultos, ampliando o arsenal terapêutico nessa doença específica. Esses medicamentos não são indicados para qualquer tipo de queda de cabelo, exigem monitorização rigorosa de efeitos adversos e são reservados a situações bem selecionadas, mas representam um marco para pacientes que antes tinham poucas opções.

Outra frente que segue em destaque é a medicina regenerativa aplicada ao folículo piloso. Revisões sistemáticas e meta‑análises recentes mostram que o PRP (plasma rico em plaquetas), quando utilizado em protocolos bem definidos para alopecia androgenética, pode aumentar a densidade de fios em 3 a 6 meses em comparação com placebo, embora haja grande heterogeneidade entre estudos e necessidade de padronização de técnicas. Em alguns trabalhos, a combinação de PRP com minoxidil mostrou ganhos adicionais em densidade e espessura do cabelo em relação ao uso isolado de cada abordagem, reforçando a ideia de terapias combinadas sob supervisão médica.

Já os exossomos derivados de células‑tronco ganharam espaço como uma das linhas mais promissoras em pesquisa. Estudos pré‑clínicos e pequenos estudos clínicos sugerem que exossomos podem estimular vias como Wnt/β‑catenina, aumentar a densidade e a espessura dos fios e melhorar a avaliação global do couro cabeludo em pacientes com alopecia androgenética, com perfil de segurança geralmente favorável. Apesar disso, revisões recentes destacam que a evidência clínica ainda é preliminar, com amostras pequenas, grande variação de protocolos e carência de ensaios randomizados de maior porte, além da necessidade de marcos regulatórios claros para garantir qualidade e segurança dos produtos.

Na área de fotobiomodulação capilar (LEDterapia), a boa notícia é que os dispositivos de baixa intensidade estão mais consolidados. Levantamentos em bases públicas da FDA mostram dispositivos de laser e LED de baixa intensidade aprovados desde 2007 para tratar alopecia androgenética e promover crescimento capilar em homens e mulheres, com protocolos de uso domiciliar ou em consultório. Esses equipamentos utilizam comprimentos de onda na faixa do vermelho, em baixa potência, e são classificados como dispositivos médicos de Classe II, com bom perfil de segurança quando usados conforme a indicação.

No Brasil, existem dispositivos de fotobiomodulação registrados na Anvisa para auxiliar no tratamento da queda de cabelo e na melhora da qualidade dos fios, dentro de indicações específicas para couro cabeludo; eles são da Capellux. Isso reforça que a LEDterapia capilar não é apenas uma tendência de marketing, mas uma tecnologia que vem sendo incorporada de forma regulada ao arsenal terapêutico, especialmente como terapia complementar em alopecia androgenética.

Uso da fotobiomodulação capilar na alopecia cicatricial central centrífuga

Uma nova esperança surgiu em janeiro de 2026 para mulheres de ascendência africana que enfrentam a alopecia cicatricial central centrífuga (CCCA), graças a um recente estudo focado no uso da terapia de luz de baixa intensidade. A pesquisa demonstrou que o uso diário de um boné de LED por apenas dez minutos, ao longo de seis meses, trouxe resultados altamente promissores contra essa condição que causa queda de cabelo definitiva.

Agindo através da emissão de luz para estimular a produção de óxido nítrico e diminuir a inflamação, a fotobiomodulação capilar não apenas aliviou sintomas incômodos como dor, queimação e coceira em 52% das pacientes, mas também reduziu os sinais inflamatórios visíveis no couro cabeludo em 61% do grupo.

Como grande destaque, o tratamento impactou diretamente a estética capilar: 57% das mulheres avaliadas apresentaram uma melhora comprovada na densidade do cabelo e 43% relataram recrescimento perceptível dos fios, consolidando o uso de dispositivos de fotobiomodulação como uma abordagem complementar inovadora e eficaz para estabilizar e potencialmente combater esse tipo de alopecia.

Fonte: LARRONDO, Jorge et al. Low-level light therapy as a novel treatment for central centrifugal cicatricial alopecia: an interventional cohort study. Journal of the American Academy of Dermatology, v. 94, n. 1, p. 341–342, jan. 2026. Disponível em: https://www.jaad.org/article/S0190-9622(25)02865-8/. Acesso em: 28 abr. 2026.

Como prevenir a queda de cabelo?

Prevenir a queda de cabelo envolve manter o couro cabeludo saudável, evitar agressões frequentes aos fios, cuidar da alimentação, do sono e do estresse, além de agir cedo diante dos primeiros sinais de piora. Em pessoas predispostas, a prevenção também passa por controlar inflamações, revisar hábitos que favorecem quebra ou tração e manter acompanhamento quando necessário.

Durante o sono, o organismo entra em modo de reparo, e o folículo piloso também responde a esse ambiente. A produção local de melatonina, por exemplo, participa de mecanismos antioxidantes e de manutenção do crescimento. Por isso, privação de sono, estresse crônico, calor excessivo e exposição noturna à luz azul podem interferir indiretamente na homeostase folicular.

Paralelamente, o couro cabeludo abriga um ecossistema de microrganismos — a microbiota capilar. O desequilíbrio desse microambiente, provocado por inflamação crônica, poluição ou uso de produtos muito agressivos, pode favorecer um estado de inflamação subclínica que acelera a miniaturização dos fios.

Prevenir, portanto, é também proteger o ritmo circadiano, reduzir agressões ao couro cabeludo e criar um ambiente biológico mais favorável para o crescimento capilar.

O que fazer quando o cabelo está caindo? 30 dicas eficazes

Muitas vezes a solução é simples. Com pequenas atitudes diárias, a queda de cabelo pode ser amenizada ou sanada. Confira a seguir, alguns cuidados que você pode tomar para ajudar a parar a queda de cabelo urgente.

1. Pare de dormir com o cabelo molhado

Você toma banho à noite e deita com o cabelo molhado? Esse hábito pode estar sabotando a saúde do couro cabeludo — e, em algumas pessoas, piorando a percepção de cabelo caindo.

O problema não é “pegar friagem”, mas manter couro cabeludo, fios e fronha úmidos por muitas horas. A umidade prolongada favorece desequilíbrio da microbiota local, proliferação de leveduras, coceira, descamação e piora de quadros como dermatite seborreica. Além disso, o fio molhado fica mais elástico e frágil; com o atrito do travesseiro, quebra com mais facilidade.

Isso é importante porque muita gente confunde quebra com queda de cabelo. Se os fios se partem no comprimento, o cabelo perde volume, fica ralo nas pontas e parece cair mais, mesmo quando o folículo piloso não é o problema principal.

Se você quer parar a queda de cabelo urgente, comece pelo básico: seque bem a raiz antes de dormir, use secador em temperatura morna e mantenha distância segura do couro cabeludo. Se possível, use fronha de cetim ou seda para reduzir atrito e preservar a haste capilar.

2. Mas… Lave os cabelos sempre que necessário 

Ficar muitos dias sem lavar o cabelo não “segura” os fios na cabeça. Pelo contrário: em quem tem couro cabeludo oleoso, caspa ou dermatite seborreica, o acúmulo de sebo, suor, poluição e resíduos pode piorar coceira, descamação, inflamação local e queda capilar associada ao couro cabeludo.

A frequência ideal varia conforme o tipo de fio e a oleosidade da raiz. Cabelos lisos e couro cabeludo oleoso podem precisar de lavagem diária ou quase diária. Cabelos cacheados, crespos, secos ou muito grossos podem permitir intervalos maiores, desde que não haja acúmulo, odor, coceira ou placas de descamação.

O ponto principal é: shampoo limpa couro cabeludo, não apenas o fio. Um couro cabeludo limpo e equilibrado cria um ambiente mais favorável para o folículo piloso funcionar, melhora a entrega de tônicos capilares e reduz fatores que podem piorar a queda de cabelo.

Nos casos de dermatite seborreica, com oleosidade, caspa e coceira, pode ser necessário alternar shampoos cosméticos com produtos específicos orientados por dermatologista.

3. Evite água muito quente durante a lavagem

O couro cabeludo precisa de equilíbrio. Água muito quente remove excessivamente a oleosidade natural, irrita a barreira cutânea, aumenta o ressecamento da haste e pode piorar coceira, vermelhidão e descamação em pessoas predispostas.

Além disso, o calor excessivo dilata a cutícula do fio, deixando a fibra mais áspera, porosa e suscetível à quebra. O resultado pode ser um cabelo com menos brilho, mais frizz, mais pontas duplas e aparência de menor densidade.

Quem já está com cabelo ralo e fino deve ter atenção redobrada: nem toda perda de volume é queda desde a raiz. Às vezes, a haste está quebrando por agressão térmica repetida.

Prefira água morna, em temperatura confortável. Se possível, finalize com água mais fria para ajudar no alinhamento da cutícula. Uma dica simples é observar o espelho do banheiro: se ele embaça demais durante o banho, a água provavelmente está mais quente do que deveria.

4. Higienize pentes, escovas e fronhas com frequência

Você lava os cabelos com cuidado e escolhe bons produtos, mas já parou para pensar no que está acumulado nas escovas, pentes e fronhas? Esses itens entram em contato direto com couro cabeludo, oleosidade, suor, células mortas, resíduos de cosméticos e microrganismos.

Escovas com fios presos, restos de leave-in, finalizadores e poeira podem redistribuir sujeira na raiz a cada uso. Em quem tem caspa, dermatite seborreica, oleosidade excessiva ou couro cabeludo sensível, esse acúmulo pode contribuir para irritação e piora do desconforto local.

As fronhas também importam. Elas absorvem suor, gordura da pele, resíduos de produtos e umidade dos fios. Trocar com pouca frequência pode piorar oleosidade, acne na linha do cabelo e sensação de couro cabeludo “abafado”.

➡️ Como higienizar corretamente?

  • Lave escovas e pentes uma vez por semana com água morna, sabão neutro e uma escovinha para alcançar os cantos;
  • Seque bem antes de guardar;
  • Troque as fronhas pelo menos duas vezes por semana e, se possível, prefira tecidos como cetim ou seda, que causam menos atrito nos fios.

Esse cuidado simples ajuda a manter o couro cabeludo mais equilibrado e pode colaborar no controle da queda e colabora para interromper o ciclo de queda causada por desequilíbrios locais.

5. Shampoo, condicionador e tônico

Escolher shampoo, condicionador e tônico adequados faz diferença no cuidado com a queda de cabelo, mas cada produto atua em uma etapa diferente.

O shampoo age principalmente no couro cabeludo. Ele remove oleosidade, suor, resíduos, poluição e descamação, ajudando a preservar o ambiente folicular. Em pessoas com queda capilar associada à oleosidade, caspa ou dermatite seborreica, essa etapa é fundamental.

O condicionador age principalmente na haste capilar. Ele ajuda a reduzir atrito, melhorar penteabilidade, diminuir quebra e proteger comprimento e pontas. Por isso, em geral, deve ser aplicado longe da raiz, especialmente em quem tem couro cabeludo oleoso.

Já o tônico capilar permanece mais tempo em contato com o couro cabeludo. Dependendo da formulação, pode entregar ativos voltados ao fortalecimento, espessura do fio, redensificação, equilíbrio da oleosidade e suporte ao crescimento. Ativos como cafeína, baicalina, germinados de soja e trigo e outros compostos dermocosméticos podem fazer parte de protocolos de cuidado para queda capilar, conforme a indicação do produto.

Para quem usa LEDterapia capilar, manter o couro cabeludo limpo e sem acúmulo excessivo de resíduos também ajuda na regularidade do protocolo. A luz precisa chegar adequadamente à região de interesse, e o cuidado cosmético deve trabalhar a favor — não contra — o tratamento.

O ideal é escolher produtos adequados ao tipo de cabelo, ao padrão de oleosidade e à causa provável da queda.

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6. Evite altas temperaturas nos fios

Secador, chapinha, babyliss e escova modeladora não costumam causar queda desde a raiz, mas podem danificar a haste capilar. Isso aumenta quebra, frizz, pontas duplas, ressecamento e perda de volume — exatamente o que faz muita gente sentir que o cabelo está caindo mais.

O calor excessivo altera a cutícula e deixa a fibra mais vulnerável. Em cabelos descoloridos, alisados, finos ou com química recente, esse dano é ainda mais evidente.

Se você já está tratando queda de cabelo ou tentando engrossar o cabelo, preserve o que você já tem. Use protetor térmico, reduza a frequência de ferramentas quentes, mantenha o secador afastado da raiz e prefira temperatura morna. No fim da secagem, um jato frio pode ajudar a alinhar a cutícula e reduzir frizz.

Cuidar da haste não substitui tratar o folículo piloso, mas evita que a quebra mascare os resultados do tratamento capilar.

7. Cuide bem da alimentação

A má alimentação está entre os fatores que mais interferem no ciclo capilar. Dietas restritivas, emagrecimento rápido, baixa ingestão de proteínas e deficiência de ferro, vitamina D, zinco ou outros micronutrientes podem favorecer o eflúvio telógeno e a piora da qualidade dos fios.

O cabelo é uma estrutura metabolicamente exigente. Para crescer, o folículo piloso precisa de energia, oxigênio, aminoácidos, vitaminas e minerais. Quando faltam substratos, o organismo prioriza funções vitais e o cabelo pode entrar em segundo plano.

O ferro participa do transporte de oxigênio; o zinco se relaciona com estrutura e reparo; a vitamina D participa de vias ligadas ao ciclo folicular; e as proteínas fornecem aminoácidos para formar queratina, principal proteína da haste capilar.

Por isso, quem pesquisa “o que é bom para queda de cabelo” precisa olhar além do shampoo. Alimentação equilibrada, ingestão proteica adequada e correção de deficiências, quando confirmadas, são pilares do tratamento. Suplementar sem exame, porém, não é o melhor caminho: tanto a falta quanto o excesso de alguns nutrientes podem prejudicar a saúde capilar.

8. Evite usar produtos demais

Máscaras, óleos, finalizadores, leave-ins, sprays, pomadas, silicones e procedimentos químicos podem melhorar a aparência dos fios quando bem usados. Mas o exagero pode pesar na fibra, acumular resíduos, aumentar oleosidade, irritar o couro cabeludo e favorecer a quebra.

Esse ponto é importante para quem está com cabelo caindo muito: aplicar vários produtos ao mesmo tempo não significa tratar melhor. Muitas vezes, o couro cabeludo precisa de menos agressão, mais regularidade e produtos mais bem escolhidos.

Progressivas, tinturas, alisamentos e descolorações também exigem cautela. Quando a fibra já está frágil, uma nova química pode aumentar a quebra e dar a impressão de queda capilar intensa.

A regra é simples: couro cabeludo recebe produtos próprios para couro cabeludo; comprimento e pontas recebem produtos para haste. Se houver coceira, ardor, descamação ou aumento da queda após algum cosmético, suspenda o uso e observe a resposta.

9. Trate a caspa

A caspa não é apenas um incômodo estético. Ela pode indicar dermatite seborreica, uma condição inflamatória comum do couro cabeludo associada a oleosidade, descamação, coceira e vermelhidão.

Quando o couro cabeludo está inflamado, o ambiente ao redor do folículo piloso fica menos favorável. Isso pode aumentar o desconforto, piorar a percepção de queda de cabelo e dificultar a adesão a tônicos, LEDterapia capilar ou outros tratamentos.

O primeiro passo é manter a higiene adequada e usar produtos voltados ao controle da oleosidade e da descamação. Shampoos com ativos anticaspa, antifúngicos ou anti-inflamatórios podem ser indicados em alguns casos. Em rotinas dermocosméticas, ativos como baicalina e cafeína podem ajudar no cuidado do couro cabeludo oleoso e no suporte a fios mais fortes, conforme a formulação.

Se a caspa persistir, vier acompanhada de coceira intensa, ardor, feridas, vermelhidão ou queda progressiva, procure dermatologista. Às vezes, o que parece “caspa comum” pode ser psoríase, dermatite de contato, foliculite ou outra condição que exige conduta específica.

10. Evite o estresse

O estresse é um dos gatilhos mais conhecidos de queda de cabelo, especialmente na forma de eflúvio telógeno. O detalhe é que a queda nem sempre aparece no auge do problema. Muitas vezes, o cabelo começa a cair semanas ou meses depois de uma fase de estresse intenso, infecção, luto, cirurgia, privação de sono ou sobrecarga emocional.

Isso acontece porque mais fios entram ao mesmo tempo na fase telógena, a fase de queda do ciclo capilar. O resultado é cabelo caindo no banho, na escova, no travesseiro e ao passar a mão.

Controlar o estresse não significa “pensar positivo” para o cabelo crescer. Significa reduzir estímulos biológicos que podem interferir no folículo piloso, no sono, nos hormônios, na inflamação e no metabolismo.

Sono adequado, pausas reais, atividade física, suporte emocional e acompanhamento profissional, quando necessário, fazem parte de uma estratégia séria para queda capilar. Em paralelo, tratamentos tópicos, LEDterapia capilar e correção de deficiências podem ser considerados conforme a causa.

11. Não tracione os cabelos

Rabos de cavalo apertados, tranças muito firmes, coques tensionados, mega hair pesado, alongamentos mal ajustados e penteados presos por muitas horas podem causar alopecia por tração.

Nesse tipo de queda, o problema não começa dentro do organismo, mas na força mecânica repetida sobre o folículo piloso. Com o tempo, a tração pode provocar dor, sensibilidade, quebra, rarefação nas áreas de tensão e queda nas bordas do couro cabeludo, especialmente na linha frontal e nas têmporas.

A boa notícia é que, quando identificada cedo, a alopecia por tração pode melhorar com mudança de hábitos. Mas, se a agressão continua por anos, pode haver dano permanente ao folículo.

Prefira penteados frouxos, alterne a forma de prender, evite dormir com tranças ou coques apertados e não prenda o cabelo molhado. Se você quer parar a queda de cabelo urgente, aliviar a raiz é uma das medidas mais simples e mais negligenciadas.

12. Evite aplicar produtos com óleos 

Óleos podem ter função cosmética na haste de cabelos secos, cacheados ou crespos, mas não são ideais para todo couro cabeludo. Em quem já tem oleosidade excessiva, caspa, coceira ou dermatite seborreica, aplicar óleo na raiz pode piorar o acúmulo, deixar a região abafada e aumentar o desconforto.

Também é importante diferenciar brilho de saúde capilar. Um fio pode parecer brilhante por excesso de óleo e, ainda assim, o couro cabeludo estar inflamado ou desequilibrado.

Se você tem raiz oleosa e pontas secas, a estratégia costuma ser dividir o cuidado: shampoo adequado no couro cabeludo e produtos nutritivos apenas no comprimento e nas pontas. Condicionadores, máscaras e óleos devem respeitar essa lógica.

Para queda de cabelo associada à oleosidade, o foco deve ser equilibrar a raiz, reduzir a inflamação e manter o folículo piloso em um ambiente limpo e funcional.

13. Faça exames para identificar deficiências nutricionais e hormonais

Deficiências de ferro, vitamina D, zinco, vitamina B12, baixa ingestão proteica e alterações da tireoide podem estar associadas à queda de cabelo, especialmente quando a perda é difusa e persistente.

Por isso, se o cabelo está caindo muito há semanas, se houve emagrecimento rápido, dieta restritiva, menstruação intensa, pós-parto, fadiga, alteração de peso ou sintomas hormonais, vale investigar com orientação médica.

Exames como hemograma, ferritina, função tireoidiana, vitamina D, B12, zinco e outros marcadores podem ser solicitados conforme o caso. O objetivo não é pedir todos os exames possíveis, mas encontrar pistas coerentes com a história clínica.

Corrigir uma deficiência real pode reduzir o eflúvio telógeno e melhorar a resposta a outros tratamentos para queda de cabelo. Mas suplementar “no escuro” não é sinônimo de tratamento: dose, tempo e necessidade precisam ser individualizados.

14. Invista em massagens no couro cabeludo

A massagem no couro cabeludo é simples, barata e pode ser uma aliada interessante quando feita com regularidade e sem agressão. O objetivo não é “forçar” o fio a nascer, mas estimular mecanicamente a região, melhorar a percepção de relaxamento, distribuir melhor produtos tópicos e favorecer o contato do tônico com o couro cabeludo.

Use as pontas dos dedos, não as unhas. Faça movimentos circulares suaves por alguns minutos, principalmente nas áreas de maior rarefação ou tensão. Evite massagear com força se houver dor, feridas, foliculite, descamação intensa ou inflamação ativa.

A massagem também pode ajudar a criar consistência na rotina. Para quem usa tônico capilar ou LEDterapia capilar, a regularidade é essencial. O tratamento para queda de cabelo costuma depender menos de uma ação isolada e mais da soma de hábitos repetidos corretamente.

15. Associe tecnologias comprovadas ao tratamento (quando indicado)

Hoje, os melhores protocolos para queda de cabelo tendem a combinar recursos que atuam em vias diferentes: inflamação, microcirculação, fase anágena, metabolismo celular, miniaturização folicular, qualidade da haste e saúde do couro cabeludo.

A LEDterapia capilar, também chamada de fotobiomodulação capilar, entra nesse contexto como recurso adjuvante. Ela usa luz em comprimentos de onda específicos para modular processos celulares relacionados à mitocôndria, ao citocromo c oxidase, ATP, óxido nítrico, à microcirculação e aos mediadores inflamatórios.

A evidência é mais consistente em alopecia androgenética, principalmente quando ainda há folículos viáveis e o uso é regular. Em alguns protocolos, a LEDterapia pode ser associada a tônicos, minoxidil, controle da oleosidade, medicamentos prescritos e outros cuidados, sempre conforme indicação profissional.

No caso da Capellux, equipamentos como o Boné Capellux e o Capacete i9 foram desenvolvidos para inserir a LEDterapia capilar na rotina de cuidado contra queda, fortalecimento e melhora da qualidade dos fios. Eles não substituem diagnóstico médico, mas podem complementar estratégias para quem busca tratamento para queda de cabelo com tecnologia não invasiva.

16. Fuja de “receitas caseiras” virais (elas não substituem tecnologia nem dermocosméticos específicos)

Misturinhas de internet parecem inofensivas, mas podem irritar o couro cabeludo, causar dermatite de contato, piorar caspa, aumentar oleosidade, provocar foliculite, ressecar a haste ou quebrar os fios.

Óleos essenciais puros, limão, vinagre, bicarbonato, alho, cebola, café, pimenta, babosa sem preparo adequado e combinações improvisadas não têm controle de concentração, pH, estabilidade, contaminação ou segurança dermatológica.

O risco é transformar uma queda capilar simples em um couro cabeludo inflamado. E couro cabeludo inflamado responde pior a qualquer protocolo, inclusive tônicos e LEDterapia.

Antes de testar uma receita viral, pergunte-se: qual é o mecanismo? Existe estudo controlado? É seguro para meu tipo de couro cabeludo? Pode irritar, queimar, manchar ou piorar dermatite seborreica?

Prefira produtos formulados para queda de cabelo, ativos estudados, tecnologias regularizadas e orientação profissional.

17. Revise as bulas dos remédios que você usa (alguns têm queda de cabelo como efeito colateral)

Diversos medicamentos podem desencadear ou piorar queda de cabelo, geralmente por eflúvio telógeno. Entre os grupos mais associados estão alguns anticoncepcionais e mudanças hormonais, retinoides, anticoagulantes, anti-hipertensivos, antidepressivos, antiepilépticos, ajustes de hormônio tireoidiano, terapias oncológicas e medicamentos ligados a perda de peso rápida.

O padrão costuma ser queda difusa, com cabelo caindo em várias regiões, não apenas em uma falha localizada. Muitas vezes, ela aparece semanas ou meses após o início, troca, suspensão ou ajuste de dose.

Procure na bula termos como “alopecia” ou “queda de cabelo”, mas não suspenda nenhum medicamento por conta própria. Converse com o médico prescritor sobre risco-benefício, alternativas ou ajustes possíveis.

Em muitos casos, quando o agente causal é corrigido sob orientação, o ciclo capilar se reorganiza com o tempo. Enquanto isso, cuidados com couro cabeludo, alimentação, redução de agressões e tratamentos complementares podem ajudar a atravessar a fase de queda.

18. Considere o microagulhamento como terapia complementar

O microagulhamento capilar é uma técnica que cria microcanais controlados no couro cabeludo. Ele pode estimular respostas locais de reparo e favorecer a permeação de medicamentos tópicos, como o minoxidil, quando bem indicado.

Estudos recentes investigam especialmente a associação entre microagulhamento e minoxidil na alopecia androgenética, com resultados superiores ao minoxidil isolado em alguns protocolos. Isso não significa que qualquer dermaroller caseiro seja seguro.

Profundidade, intervalo entre sessões, assepsia, tipo de dispositivo, condição do couro cabeludo e ativo aplicado fazem muita diferença. Fazer microagulhamento sobre dermatite ativa, feridas, infecção, psoríase, foliculite ou sem higienização adequada pode piorar o quadro.

Portanto, o microagulhamento pode ser útil como terapia complementar, mas deve ser realizado ou orientado por profissional habilitado.

19. Explore a terapia com exossomos capilares

Os exossomos estão entre os temas mais comentados em medicina regenerativa capilar. Eles são vesículas extracelulares envolvidas na comunicação entre células e podem carregar sinais biológicos relacionados a reparo, inflamação, angiogênese e atividade da papila dérmica.

Por isso, vêm sendo estudados em queda de cabelo, principalmente na alopecia androgenética. A ideia é modular o microambiente folicular, favorecendo sinais associados à fase anágena e à atividade de folículos ainda viáveis.

Mas, em 2026, é preciso cautela. Os estudos ainda variam muito em origem dos exossomos, preparo, concentração, forma de aplicação, número de sessões, critérios de avaliação e tempo de acompanhamento.

Por isso, não é correto comunicar exossomos como “cura” ou solução garantida para queda de cabelo. Eles são uma fronteira promissora, mas ainda em consolidação científica e regulatória. Se houver interesse, o tema deve ser discutido com médico, considerando diagnóstico, segurança e normas sanitárias aplicáveis.

No Brasil, eles só são permitidos para uso tópico (não injetável) pela ANVISA, mas já demonstram resultados promissores na reativação de folículos adormecidos.

20. Considere a carboxiterapia capilar em casos específicos

A carboxiterapia capilar utiliza aplicação de CO₂ no couro cabeludo com o objetivo de melhorar oxigenação tecidual e microcirculação local. Alguns profissionais a utilizam como recurso adjuvante em protocolos capilares, inclusive em contextos de preparo do couro cabeludo ou suporte à circulação.

No entanto, a evidência científica ainda é mais limitada quando comparada a tratamentos mais estabelecidos para alopecia androgenética, eflúvio telógeno ou inflamações do couro cabeludo.

Por isso, a carboxiterapia não deve ser apresentada como tratamento principal para queda de cabelo. Ela pode ser considerada em casos específicos, com avaliação profissional, técnica adequada e atenção a contraindicações.

Se o cabelo está caindo muito, primeiro identifique a causa. Melhorar a microcirculação pode ajudar em alguns contextos, mas não corrige, sozinha, deficiência de ferro, alteração hormonal, dermatite seborreica, alopecia areata ou miniaturização folicular avançada.

21. Otimize a suplementação com nutricosméticos específicos

Nutricosméticos podem ajudar quando existe dieta restritiva, baixa ingestão proteica, queda pós-doença, pós-parto, emagrecimento rápido ou necessidade específica identificada em avaliação clínica.

Biotina, ferro, zinco, vitamina D, silício, aminoácidos, colágeno hidrolisado e antioxidantes aparecem com frequência em fórmulas para cabelo. Mas isso não significa que todo mundo precise de todos eles.

A biotina, por exemplo, costuma ser supervalorizada: pode ser útil em deficiência real, mas não é solução universal para queda de cabelo. Já ferro e vitamina D merecem investigação quando há queda difusa, especialmente em mulheres, dietas restritivas ou sintomas associados.

Também é importante lembrar que excesso de alguns nutrientes pode ser prejudicial. Vitamina A, selênio e outros compostos em doses inadequadas podem piorar queda ou causar efeitos indesejados.

A melhor suplementação é a que corrige um problema real e “conversa” com o diagnóstico.

22. Monitore a saúde vascular e microcirculação capilar

O folículo piloso depende de vascularização adequada, oxigênio, nutrientes e metabolismo energético. Por isso, condições como resistência à insulina, diabetes, sedentarismo, tabagismo, inflamação crônica e síndrome metabólica podem interferir indiretamente na saúde capilar.

Na alopecia androgenética, a miniaturização folicular é fortemente influenciada por genética e andrógenos, mas o ambiente metabólico e inflamatório também pode afetar a qualidade da resposta ao tratamento.

Cuidar da microcirculação não significa apenas “fazer o sangue circular na cabeça”. Significa controlar fatores sistêmicos que prejudicam o folículo: alimentação inflamatória, sono ruim, estresse crônico, glicemia desregulada e baixa atividade física.

A LEDterapia capilar pode ser interessante nesse contexto porque atua em vias relacionadas ao óxido nítrico, à mitocôndria e à microcirculação local. Como recursos adjuvantes, o Boné Capellux e o Capacete i9 podem fazer parte de protocolos voltados ao suporte do couro cabeludo e do folículo piloso, sem substituir o tratamento da causa de base.

23. Mesoterapia capilar e MMP exigem indicação médica

A mesoterapia capilar e a MMP, ou microinfusão de medicamentos na pele, são técnicas usadas para entregar ativos diretamente no couro cabeludo. Dependendo do caso, podem envolver medicamentos, vitaminas, fatores de crescimento ou outras substâncias escolhidas pelo profissional.

Essas técnicas podem ser úteis em alguns protocolos para queda capilar, mas não devem ser banalizadas. A eficácia depende do diagnóstico, dos ativos utilizados, da profundidade, da frequência, da técnica e da segurança do procedimento.

Também há riscos: dor, irritação, sangramento, infecção, alergias, piora de inflamação local e resultados inconsistentes quando o procedimento é mal indicado.

Se há alopecia androgenética, eflúvio telógeno, alopecia areata, dermatite seborreica ou suspeita de alopecia cicatricial, a conduta muda. Por isso, procedimentos injetáveis ou microinfusões devem ser pensados como parte de um plano, não como atalho universal para crescimento capilar.

24. Adote uma alimentação anti-inflamatória como base

A dieta mediterrânea ganhou espaço nas discussões sobre saúde capilar porque prioriza alimentos ricos em antioxidantes, gorduras boas e compostos anti-inflamatórios: azeite de oliva, peixes, ovos, leguminosas, frutas, verduras, ervas frescas, oleaginosas e grãos integrais.

Estudos observacionais sugerem associação entre padrões alimentares mais ricos em vegetais, ervas frescas e antioxidantes e menor risco ou menor gravidade de alopecia androgenética. Já dietas com excesso de ultraprocessados, açúcar, álcool e gorduras de baixa qualidade podem favorecer inflamação sistêmica, resistência à insulina e estresse oxidativo, fatores que não ajudam o folículo piloso.

Isso não significa que dieta mediterrânea cure a queda de cabelo. Significa que uma alimentação anti-inflamatória pode melhorar o terreno biológico para os fios crescerem com mais qualidade.

Em protocolos de queda capilar, alimentação não compete com tônico, medicamento ou LEDterapia. Ela cria base para que essas estratégias funcionem melhor.

25. Evite jejum intermitente prolongado sem acompanhamento

O jejum intermitente pode ter benefícios metabólicos em alguns contextos, mas não deve ser feito de qualquer forma por quem está com cabelo caindo muito. Restrição calórica prolongada, baixa ingestão proteica e perda de peso rápida são gatilhos clássicos de eflúvio telógeno.

Estudos recentes também chamaram atenção para a relação entre jejum, metabolismo e regeneração do folículo piloso. Isso não quer dizer que todo jejum cause queda de cabelo, mas reforça um ponto prático: o folículo é sensível ao estresse energético.

Se você pratica jejum, está emagrecendo ou reduziu muito a alimentação, observe se a queda começou algumas semanas depois. Garanta na dieta: proteína suficiente, ferro, zinco, vitamina D e calorias compatíveis com sua rotina.

Para quem está tratando queda capilar, o objetivo não é apenas perder peso. É preservar massa magra, metabolismo, hormônios e substratos necessários para o cabelo crescer.

26. Implemente cuidados específicos no expossoma capilar

O expossoma capilar é o conjunto de agressões ambientais que atingem o cabelo e o couro cabeludo ao longo da vida: radiação UV, poluição, fumaça, calor, umidade, cloro, metais presentes na água, cosméticos agressivos, químicas, estresse, sono ruim e dieta inadequada.

Esses fatores aumentam estresse oxidativo, degradam lipídios da fibra, danificam proteínas da haste, pioram frizz, aumentam quebra e podem irritar o couro cabeludo. Em pessoas predispostas, esse ambiente pode piorar inflamação local e aparência de cabelo ralo.

Na prática, proteger os cabelos dessas agressões significa usar chapéu e proteção UV quando houver exposição solar intensa, lavar o couro cabeludo após poluição ou suor excessivo, evitar calor repetido, controlar químicas, usar antioxidantes tópicos quando indicados e escolher produtos compatíveis com seu tipo de fio.

Em regiões com água muito mineralizada, shampoos de limpeza adequada ou agentes quelantes podem ser úteis de tempos em tempos, conforme orientação profissional.

27. Fricção zero na hora de dormir

O atrito noturno não costuma causar queda de cabelo desde a raiz, mas pode aumentar quebra, frizz, nós, pontas duplas e afinamento aparente do comprimento. Para quem já tem cabelo fino, fragilizado, descolorido, cacheado ou em tratamento contra queda, preservar a haste é essencial.

Trocar a fronha de algodão por cetim ou seda pode reduzir o atrito. Evitar dormir sempre sobre o mesmo lado também ajuda a não concentrar dano mecânico em uma região.

Se os fios forem longos, prenda de forma frouxa, com elástico revestido por tecido. O “coque abacaxi” ou uma trança leve podem ajudar alguns tipos de cabelo, desde que não tracionem a raiz.

Essa dica é especialmente útil para diferenciar queda de cabelo de quebra: quando o problema é atrito, os fios costumam aparecer partidos, com tamanhos variados, e não necessariamente com o bulbo na ponta.

28. Prefira enxugar os cabelos com toalhas de microfibra ou uma camiseta de algodão

A toalha felpuda comum pode criar atrito demais, abrir cutículas, aumentar o frizz e quebrar fios frágeis. Isso é ainda mais importante quando o cabelo está molhado, fase em que a fibra capilar fica mais vulnerável.

Toalhas de microfibra ou camisetas de algodão absorvem a umidade com menos agressão. O ideal é pressionar suavemente os fios, sem torcer, esfregar ou fazer movimentos bruscos.

Esse cuidado parece pequeno, mas ajuda quem está tentando reduzir quebra, preservar comprimento e melhorar a percepção de densidade capilar. Em cabelos cacheados e crespos, também contribui para definição e mais brilho.

Se você está usando tônicos ou LEDterapia capilar para queda, proteger a haste evita que a quebra esconda a melhora progressiva da raiz.

29. Evite penteados molhados

Prender o cabelo molhado por horas combina dois problemas: umidade prolongada e tração. A raiz fica abafada, o couro cabeludo demora mais para secar e a fibra capilar, ainda frágil, sofre tensão mecânica.

Tranças, coques e rabos de cavalo feitos logo após a lavagem podem favorecer quebra, marcas na haste, mau odor, coceira e piora de quadros de oleosidade ou dermatite seborreica.

Se você precisa prender os cabelos, espere a raiz secar primeiro. Use elásticos macios, penteados frouxos e evite dormir com o cabelo úmido e tensionado.

Para quem está com queda capilar, esse detalhe importa: o tratamento do folículo piloso pode estar correto, mas hábitos mecânicos ruins continuam quebrando os fios e mantendo a aparência de cabelo fraco.

30. Adote uma abordagem preventiva e preditiva

Quanto mais cedo a queda de cabelo for entendida, maior a chance de preservar folículos viáveis. Isso é especialmente importante na alopecia androgenética, em que a miniaturização folicular pode avançar de forma lenta e silenciosa antes de a pessoa perceber grande perda de volume.

Acompanhe sinais como aumento da risca central, entradas, rarefação no topo da cabeça, fios cada vez mais finos, redução da densidade no rabo de cavalo e couro cabeludo mais aparente sob luz forte.

Fotos padronizadas a cada 30 ou 60 dias ajudam mais do que observar o cabelo no espelho todos os dias. Histórico familiar, padrão da queda, exames, dermatoscopia e avaliação médica também podem orientar decisões precoces.

A abordagem preventiva não é sair usando tudo ao mesmo tempo. É identificar risco, agir antes da perda avançada e combinar recursos com lógica: cuidado do couro cabeludo, correção de deficiências, tratamento médico quando indicado, tônicos adequados e tecnologias complementares, como a fotobiomodulação capilar.

Parar a queda de cabelo urgente não significa improvisar. Significa transformar o susto em um plano consistente para preservar densidade, espessura e saúde capilar.

Tratamento com luz de LED

Você já ouviu falar de LEDterapia para queda de cabelos? Essa modalidade de tratamento vem se tornando uma tendência nos últimos anos, no mundo todo.

Conheça a história dos gêmeos idênticos que trataram a queda de cabelo com a LEDterapia!

Os órgãos de controle de saúde de diversos países, como a Anvisa, a FDA americana, órgãos reguladores da União Europeia, do Japão e do Canadá aprovam o uso da fotobiomodulação para o tratamento da queda de cabelo e para a melhora da qualidade dos fios. Há centenas de publicações científicas mostrando sua eficiência. 

São equipamentos de uso domiciliar e disponíveis nas melhores clínicas especializadas, em formato de bonés, capacetes, tiaras, escovas e pentes que irradiam uma luz com comprimentos de onda específicos. Ela penetra na pele e estimula as células-tronco do folículo piloso a trabalharem mais, ou seja, a produzir mais cabelo.

Como a LEDterapia funciona?

Por trás de cada fio de cabelo há pequenas “usinas de energia” chamadas mitocôndrias. Elas produzem ATP, a molécula que é combustível celular. A LEDterapia – também conhecida como fotobiomodulação ou LLLT (low-level light therapy) – age exatamente nelas. 

Os fótons da luz LED (em especial, a luz vermelha) penetram no couro cabeludo e são absorvidos por uma proteína nas mitocôndrias chamada citocromo c oxidase​. Essa interação fotoquímica libera o óxido nítrico preso na enzima e acelera a respiração celular, levando a um aumento na produção de ATP​. Com mais ATP, as células do folículo piloso ganham fôlego extra para realizar suas funções.

Essa energia luminosa desencadeia uma cascata de efeitos. Primeiro, eleva os níveis de cAMP (mensageiro intracelular derivado do ATP) nas células do bulbo capilar, ativando genes e fatores de crescimento necessários para o cabelo sair da fase de repouso e voltar a crescer​.

Além disso, a liberação do óxido nítrico (NO) dilata os vasos sanguíneos do couro cabeludo, aumentando a irrigação e o fornecimento de oxigênio e nutrientes para as raízes​. Na prática, é como se a LEDterapia fertilizasse o “solo” onde nascem os fios.

Células-tronco no folículo

Outra consequência é a ativação de células-tronco no folículo. Estudos indicam que a luz vermelha estimula as células-tronco epidérmicas presentes na protuberância do folículo (bulge) a entrarem em ação, dando origem a novos fios e prolongando a fase anágena (de crescimento) do cabelo​. 

Estudos demonstraram que a LLLT estimulou o crescimento capilar em camundongos submetidos à alopecia induzida por quimioterapia e também em casos de alopecia areata. Ensaios clínicos controlados demonstraram que a LLLT estimulou o crescimento capilar em homens e mulheres. Dentre os vários mecanismos, acredita-se que o principal seja a estimulação de células-tronco epidérmicas no bulbo do folículo piloso e a mudança dos folículos para a fase anágena.

Fonte: AVCI, Pinar et al. Low-level laser (light) therapy (LLLT) for treatment of hair loss. Lasers in Surgery and Medicine, [s.l.], v. 46, n. 2, p. 144–151, fev. 2014. DOI: 10.1002/lsm.22170. Disponível em: <https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/23970445/>. Acesso em: 17 abr. 2025.

Em outras palavras, a LEDterapia “acorda” folículos adormecidos. Não à toa, pesquisadores comparam seu mecanismo ao do minoxidil: eles sugerem convergência em vias comuns, envolvendo óxido nítrico e canais de potássio, para manter o cabelo crescendo por mais tempo​.

E tem mais: há evidências de que a LEDterapia influencia até os hormônios locais do couro cabeludo. Sabe o temido DHT (dihidrotestosterona), vilão da alopecia androgenética? Pois a luz também pode ajudar a reduzir seu impacto. 

Experimentos em células da papila dérmica (resultados in vitro) mostraram que o LED vermelho modula a expressão da 5-alfa-redutase, enzima que converte testosterona em DHT, além de aumentar os fatores VEGF (que forma vasos sanguíneos) e β-catenina​. 

Coletivamente, nosso trabalho sugere que a fotobiomodulação promove a regeneração capilar por meio da ativação sinérgica de β-catenina […].

Fonte: JIN, Huan et al. Photobiomodulation therapy for hair regeneration: A synergetic activation of β-CATENIN in hair follicle stem cells by ROS and paracrine WNTs. Science Direct, 2021. Disponível em: <https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2213671121002101>. Acesso em: 17 abr. 2025.

É a tecnologia agindo de forma inteligente, atacando o problema em várias frentes ao mesmo tempo.

Inflamação, citocinas e queda capilar: “apagando o incêndio” 

Quem olha um fio afinando mal imagina a batalha microscópica que pode estar acontecendo ao redor dele. A alopecia androgenética, por exemplo, não envolve só genes e hormônios – envolve também inflamação. Pesquisas revelam a presença de pontos inflamatórios nos folículos afetados, uma espécie de microinflamação crônica. 

Nesse processo, moléculas sinalizadoras do sistema imune, chamadas citocinas, estão elevadas. Duas delas ganham destaque: interleucina-1 (IL-1) e fator de necrose tumoral alfa (TNF-α). Em excesso, elas prejudicam o ciclo capilar, encurtando a fase de crescimento e antecipando a queda dos fios. Basicamente, agem como mensageiros do estresse para o folículo, causando miniaturização e queda progressiva​. 

Não é à toa que se fala em “inflamação silenciosa” contribuindo para a calvície. A boa notícia é que a LEDterapia parece ser um “bombeiro” eficaz nesse incêndio invisível. 

A luz de baixa intensidade tem reconhecido efeito anti-inflamatório – uma das razões pelas quais já é usada para tratar dores articulares e lesões musculares. No couro cabeludo, isso significa neutralizar as citocinas “agressoras”. Estudos em modelos animais e humanos mostram que o LED modula para baixo a atividade de mediadores inflamatórios como IL-1 e TNF-α​. 

Quais são os efeitos da LEDterapia no couro cabeludo?

Os efeitos clínicos da terapia com luz de LED envolvem múltiplos sistemas do nosso organismo; por exemplo, o estímulo à angiogênese (formação de vasos sanguíneos) e à modulação da inflamação. A luz vermelha atua em macrófagos, neutrófilos e linfócitos, ajudando a resolver processos inflamatórios mais rapidamente​. 

Esse efeito anti-inflamatório é fundamental para proteger os folículos capilares do chamado “fogo amigo” das citocinas. Além de frear os vilões, a LEDterapia também pode aumentar a produção de citocinas “do bem”. Há indícios de que ela estimula fatores anti-inflamatórios (como a interleucina-10) e fatores de crescimento que favorecem a sobrevivência celular​. 

Pense na inflamação como um cabo de guerra: de um lado IL-1, TNF-α e companhia puxando para expulsar o fio; do outro, moléculas reparadoras tentando manter o folículo saudável. 

A luz inclina a balança para o lado positivo, “acalmando” o ambiente ao redor da raiz. O resultado relatado em diversos estudos clínicos é coerente com essa ação: menos queda observada, fios engrossando e crescendo com mais vigor, sem efeitos colaterais relevantes​ (poucos relatos de prurido, leve eritema ou cefaleia pós‑sessão).

Ou seja, ao mitigar a inflamação excessiva, o LED ajuda a interromper aquele círculo vicioso em que a irritação do couro cabeludo gera mais queda, que por sua vez acentua a inflamação. 

Para quem convive com a queda de cabelo, é como extinguir um inimigo invisível que estava minando seus esforços sem você saber.

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Outros tratamentos

Além da LEDterapia, existem ainda vários outros tratamentos profissionais. Se o seu caso necessita de cuidados além dos que referendamos aqui, o ideal é procurar um dermatologista. 

Existem várias causas de queda de cabelo, como a alopecia androgenética (mais comum em homens), eflúvio telógeno (mais comum nas mulheres), alopecia areata, alopecia frontal fibrosante, alopecia pós menopausa e dentre outras. Cada uma delas possui um tratamento diferente.

Para as pessoas com casos mais severos de queda de cabelos ou piora da qualidade dos fios, acrescentamos algumas informações sobre os principais tratamentos realizados atualmente para esses problemas.

Quer entender melhor sobre a LEDterapia, seus benefícios e como funciona? Leia o artigo: Revolucionário: Capellux funciona!

Medicamentos de uso tópico

Existem vários medicamentos usados em soluções tópicas para estimular o crescimento, aumentar a produção de proteínas pelo folículo piloso, melhorar a circulação de sangue e a nutrição da raiz. 

Os mais comuns são o minoxidil, vitaminas e minerais, produtos naturais como baicalina, germinados de trigo, de soja, cafeína entre outros. 

Algumas vezes é preciso recorrer a uma fórmula específica para seu caso. Nessa situação, são fórmulas magistrais, feitas em farmácias de manipulação, com doses específicas para seu caso. Esses medicamentos têm o objetivo de estimular o crescimento e diminuir a queda. 

Medicamentos de uso oral 

Alguns medicamentos não são facilmente absorvidos pela pele tais como: aminoácidos (muito importantes na elaboração da haste), inibidores da testosterona (finasterida) e outros. Por essa razão, você pode precisar tomar alguns remédios. 

Pessoas com erros alimentares precisam tomar suplementação de vitaminas, sais minerais e proteínas também.

Medicamentos injetáveis

Para acelerar os resultados ou ainda nos casos mais difíceis, os médicos utilizam alguns medicamentos injetados diretamente no couro cabeludo. Porém, são desconfortáveis pela dor, mas os resultados valem a pena. Existem formas menos dolorosas e que utilizam aparelhos e pomadas para reduzir a dor, se for o caso.

Algumas formas de alopecia acabam usando medicações injetáveis mais potentes, como cortisona. 

Agora que você já sabe o que pode estar gerando a queda excessiva de cabelo, clique aqui e conheça quais os melhores tratamentos para queda de cabelo!

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tipos de alopecia

FAQ — 40 perguntas e respostas sobre queda de cabelo urgente

1. Quantos fios de cabelo é normal cair por dia?
Em geral, perder entre 50 e 120 fios por dia pode ser normal. O sinal de alerta aparece quando a queda parece claramente acima do habitual por várias semanas, quando há afinamento visível, aumento da risca ou falhas no couro cabeludo.

2. Queda de cabelo: quando devo me preocupar?
Você deve se preocupar quando a queda dura mais de seis a oito semanas, quando os fios começam a afinar, quando surgem falhas, coceira, dor, descamação intensa ou quando há histórico familiar de calvície. Nesses casos, vale procurar avaliação dermatológica.

3. O que causa queda de cabelo repentina?
A queda repentina pode estar ligada a estresse intenso, infecções, febre, pós-COVID, alterações hormonais, deficiência de ferro ou vitamina D, problemas na tireoide, emagrecimento rápido, pós-parto, uso de medicamentos ou inflamações no couro cabeludo.

4. Como parar a queda de cabelo rápido?
O primeiro passo é descobrir a causa. Em muitos casos, tratar a inflamação, corrigir carências nutricionais, controlar o estresse e iniciar terapias adequadas o quanto antes ajuda a reduzir a queda. Quanto mais cedo o tratamento começa, maiores tendem a ser as chances de preservar folículos viáveis.

5. Queda de cabelo tem cura?
Depende da causa. Muitas formas de queda são reversíveis ou controláveis, especialmente quando identificadas cedo. Já alguns quadros crônicos ou cicatriciais exigem acompanhamento contínuo e podem não ter reversão completa.

6. O que é bom para queda de cabelo?
O que funciona varia conforme o diagnóstico. Entre as abordagens mais usadas estão ajustes alimentares, tratamento de caspa e oleosidade, tônicos, medicamentos quando indicados e tecnologias complementares, como a LEDterapia capilar.

7. Queda de cabelo por estresse volta ao normal?
Na maioria dos casos, sim. A queda por estresse, conhecida como eflúvio telógeno, costuma melhorar quando o gatilho é controlado e o ciclo capilar consegue se reorganizar.

8. Lavar o cabelo todo dia aumenta a queda?
Não. A lavagem não causa queda do folículo; ela apenas remove fios que já estavam em fase de desprendimento. Em muitos casos, manter o couro cabeludo limpo ajuda a preservar um ambiente mais saudável para os fios.

9. Caspa pode causar queda de cabelo?
Pode agravar a queda, sim. A caspa e a dermatite seborreica aumentam a inflamação local, a oleosidade e o desconforto no couro cabeludo, o que pode piorar o problema se não forem tratadas.

10. LEDterapia ajuda mesmo na queda de cabelo?
Pode ajudar como terapia complementar. A fotobiomodulação capilar atua em mecanismos como metabolismo celular, inflamação e microcirculação, e por isso costuma ser associada a outros cuidados e tratamentos.

11. Quais são as causas mais comuns de queda de cabelo?
As causas mais comuns incluem alopecia androgenética, eflúvio telógeno, deficiência de ferro, alterações hormonais, inflamações no couro cabeludo, pós-parto, estresse físico ou emocional e uso de certos medicamentos.

12. Qual é a diferença entre queda de cabelo e quebra dos fios?
Queda acontece quando o fio se desprende desde a raiz. Quebra ocorre ao longo da haste, geralmente por calor, química, tração ou fragilidade do fio. As duas situações podem coexistir, mas não são a mesma coisa.

13. Como saber se meu cabelo está caindo mais do que o normal?
O principal é comparar com o seu padrão habitual. Mais fios no travesseiro, no ralo, na escova, afinamento do volume, alargamento da risca e couro cabeludo mais aparente são sinais de que a perda pode estar acima do normal.

14. Queda de cabelo pode ser falta de vitamina?
Sim. Deficiências de ferro, vitamina D, zinco, proteínas e outros micronutrientes podem interferir no ciclo capilar e favorecer o eflúvio telógeno. Por isso, exames laboratoriais podem ser úteis em alguns casos.

15. Falta de ferro pode causar queda de cabelo?
Pode. A baixa ferritina está frequentemente associada a queda difusa, principalmente em mulheres. O ferro participa do transporte de oxigênio e do funcionamento adequado de tecidos que se renovam rapidamente, como o folículo piloso.

16. Problemas hormonais causam queda de cabelo?
Sim. Alterações na tireoide, menopausa, síndrome dos ovários policísticos, pós-parto e variações hormonais ligadas a anticoncepcionais podem influenciar a queda capilar.

17. Queda de cabelo pode ser emocional?
Pode. Situações de estresse intenso, ansiedade prolongada, luto, trauma físico ou emocional e privação de sono podem desencadear ou agravar a queda, especialmente na forma de eflúvio telógeno.

18. Pós-COVID pode causar queda de cabelo?
Sim. A queda pós-COVID é frequentemente descrita como eflúvio telógeno, geralmente iniciando algumas semanas após a infecção. Na maioria dos casos, ela tende a melhorar com o tempo, desde que o organismo se recupere e os gatilhos sejam controlados.

19. Queda de cabelo no pós-parto é normal?
Sim. O pós-parto é uma causa clássica de eflúvio telógeno. A queda costuma começar entre dois e quatro meses após o parto e tende a se normalizar ao longo dos meses seguintes, embora cada caso mereça avaliação individual.

20. Emagrecer rápido pode fazer o cabelo cair?
Pode. Dietas muito restritivas, jejum prolongado sem compensação adequada e perda de peso acelerada podem gerar estresse metabólico e deficiência nutricional, favorecendo a queda dos fios.

21. Remédios podem causar queda de cabelo?
Sim. Alguns anticoncepcionais, retinoides, antidepressivos, anticoagulantes, antiepilépticos, anti-hipertensivos e outros medicamentos podem ter queda capilar entre os efeitos adversos. A bula e a orientação médica ajudam a esclarecer isso.

22. Anticoncepcional pode causar queda de cabelo?
Pode, especialmente quando há sensibilidade hormonal individual ou mudança na formulação. Em algumas pessoas, o início, a troca ou a suspensão do anticoncepcional pode desencadear queda temporária.

23. Queda de cabelo na menopausa é comum?
Sim. A menopausa altera o ambiente hormonal e pode favorecer afinamento progressivo, perda de densidade e piora da qualidade dos fios, principalmente em quem já tem predisposição genética.

24. Estresse mata o folículo capilar?
Em geral, não. O estresse costuma acelerar a entrada de fios na fase de queda, mas isso não significa destruição definitiva do folículo na maioria dos casos. Ainda assim, se o problema persistir, merece investigação.

25. Dormir pouco piora a queda de cabelo?
Pode piorar. Sono insuficiente favorece desequilíbrio hormonal, aumento de cortisol e piora de processos inflamatórios, o que pode afetar negativamente o ciclo capilar.

26. Água quente faz o cabelo cair?
A água quente não costuma ser a causa principal da queda, mas pode ressecar, sensibilizar o couro cabeludo, aumentar a oleosidade rebote e agravar inflamações locais. Em pessoas predispostas, isso pode piorar o quadro.

27. Dormir com o cabelo molhado faz mal para a queda?
Pode piorar o ambiente do couro cabeludo. Umidade prolongada, atrito com o travesseiro e aumento da fragilidade dos fios podem favorecer quebra, desconforto local e desequilíbrios que atrapalham a saúde capilar.

28. Prender o cabelo todos os dias causa queda?
Pode causar alopecia por tração quando o penteado é muito apertado e repetido por longos períodos. Quanto mais cedo esse hábito é corrigido, maiores as chances de reversão.

29. Chapinha e secador causam queda de cabelo?
Eles não costumam causar queda do folículo diretamente, mas podem fragilizar a haste, provocar quebra e aumentar a percepção de que o cabelo está caindo mais. O uso excessivo também pode piorar a saúde do couro cabeludo.

30. Pintura, química e progressiva pioram a queda?
Podem piorar a quebra, a fragilidade e o aspecto geral dos fios. Em pessoas com couro cabeludo sensível ou já inflamado, certos procedimentos também podem agravar o desconforto local.

31. Óleos no couro cabeludo ajudam ou atrapalham?
Depende do tipo de couro cabeludo. Em quem já tem oleosidade excessiva, caspa ou tendência à inflamação, o uso inadequado pode piorar o quadro. Já em outros contextos, alguns produtos podem ter função cosmética específica. O ideal é individualizar.

32. Shampoo antiqueda funciona?
Pode ajudar como apoio, principalmente no controle da oleosidade e na entrega de ativos leves. Mas, sozinho, raramente resolve as causas principais da queda. Em muitos casos, ele faz parte de um plano maior.

33. Tônico capilar funciona para queda de cabelo?
Pode funcionar como parte do tratamento, especialmente porque permanece mais tempo em contato com o couro cabeludo do que o shampoo. A eficácia depende dos ativos usados e da causa da queda.

34. Minoxidil funciona para queda de cabelo?
Pode funcionar em muitos casos, especialmente na alopecia androgenética. Ele costuma ser usado para estimular o crescimento e prolongar a fase anágena, mas o uso deve seguir orientação profissional.

35. Finasterida ou dutasterida ajudam na calvície?
Podem ajudar em quadros ligados à ação dos andrógenos, especialmente em alopecia androgenética. A indicação, o acompanhamento e a avaliação de riscos e benefícios devem ser individualizados.

36. Microagulhamento ajuda no tratamento da queda capilar?
Pode ser usado como terapia complementar em alguns casos. Ele é estudado principalmente em associação com outras abordagens, com o objetivo de estimular respostas locais e favorecer a penetração de ativos.

37. PRP, exossomos e terapias regenerativas funcionam para queda de cabelo?
São abordagens que vêm sendo estudadas, principalmente em alopecia androgenética, mas ainda exigem cautela, padronização e avaliação crítica. Nem todo caso precisa dessas estratégias, e a indicação deve ser bem individualizada.

38. Qual exame fazer para investigar queda de cabelo?
Isso depende do contexto clínico. Em muitos casos, o médico pode avaliar ferritina, vitamina D, função tireoidiana e outros marcadores, além de examinar o couro cabeludo e o padrão da perda.

39. Quando procurar um dermatologista por causa da queda?
Procure avaliação se a queda estiver intensa por semanas, se houver falhas visíveis, dor, coceira, ardor, descamação importante ou afinamento progressivo. Quanto mais cedo o diagnóstico, maiores tendem a ser as chances de controlar o problema.

40. O que fazer agora se meu cabelo está caindo muito?
Evite pânico e comece pelo básico: observe há quanto tempo a queda acontece, veja se há outros sinais no couro cabeludo, revise gatilhos recentes como estresse, dieta, doenças ou medicamentos, mantenha cuidados adequados com os fios e procure orientação especializada para montar um tratamento consistente.

O quanto antes você agir, maiores as chances de preservar folículos viáveis. Combine cuidados diários, nutrição adequada e tecnologia de ponta — como o Boné Capellux — para transformar urgência em recuperação real. Em caso de dúvida, consulte sempre um dermatologista.

Glossário técnico

cAMP — monofosfato cíclico de adenosina

Mensageiro químico gerado a partir do ATP que “avisa” a célula do folículo para ligar genes de crescimento. Mais cAMP significa folículo saindo do repouso e entrando na fase anágena, efeito que a LEDterapia favorece.

VEGF — fator de crescimento endotelial vascular

Proteína que ordena a formação de novos vasos sanguíneos. Mais VEGF resulta em melhor irrigação, oxigenação e aporte de nutrientes ao bulbo capilar. A LEDterapia aumenta a expressão de VEGF, criando um “terreno” bem nutrido para o fio de cabelo crescer forte.

Referências bibliográficas

  • LANZAFAME, Raymond J. et al. The growth of human scalp hair mediated by visible red light laser and LED sources in males. Lasers in Surgery and Medicine, v. 45, n. 8, p. 487-495, Oct. 2013. DOI: 10.1002/lsm.22173. Disponível em: <https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/24078483/>. Acesso em: 17 abr. 2025.
  • AVCI, Pinar et al. Low-level laser (light) therapy (LLLT) for treatment of hair loss. Lasers in Surgery and Medicine, [s.l.], v. 46, n. 2, p. 144–151, fev. 2014. DOI: 10.1002/lsm.22170. Disponível em: <https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/23970445/>. Acesso em: 17 abr. 2025.
  • HOU, Chun et al. Expression of matrix metalloproteinases and tissue inhibitor of matrix metalloproteinases in the hair cycle. Experimental and Therapeutic Medicine, [s.l.], v. 12, n. 1, p. 231–237, 9 maio 2016. DOI: 10.3892/etm.2016.3319. Disponível em: <https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC4940682/>. Acesso em: 17 abr. 2025.
  • KIM, Hyojin et al. Low-level light therapy for androgenetic alopecia: a 24-week, randomized, double-blind, sham device-controlled multicenter trial. Dermatologic Surgery, [s.l.], v. 39, n. 8, p. 1177–1183, ago. 2013. DOI: 10.1111/dsu.12200. Disponível em: <https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/23551662/>. Acesso em: 17 abr. 2025.

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77 Comentários

  1. Cristiane Dias disse:
    22 de julho de 2020 às 19:09

    Olá gosto muito das dicas! Tenho o capellux e meu cabelo está lindo e enorme, nunca obtive um resultado assim usando apenas os tônicos e os medicamentos de uso oral. Muito oobrigada por todo estudo e pesquisas despendidos para desenvolver esse produto maravilhoso. Super indico!
    Um grande abraço!

    • Capellux disse:
      31 de julho de 2020 às 15:55

      Olá, Cristiane!
      Agradecemos a indicação e ficamos muito felizes com o seu feedback!
      Somos uma empresa comprometida com resultados e a satisfação de nossos clientes é o que importa!

  2. Norma Vieira disse:
    4 de agosto de 2020 às 16:34

    Excelente conteúdo! Vou seguir tudo a risca.

    • Capellux disse:
      4 de agosto de 2020 às 17:46

      Olá, Norma!

      Agrademos o feedback!
      Se inscreva em nossa news e receba conteúdos que irão te ajudar a cuidar ainda mais dos fios! 🙂

      • Aparecida de Jesus disse:
        4 de janeiro de 2021 às 10:27

        Ajuda meu cabelo está caindo muito

        • Capellux disse:
          12 de janeiro de 2021 às 11:36

          Olá, Aparecida!
          Você pode seguir essas dicas e adquirir um dispositivo Capellux para queda de cabelo 😉

  3. Roberta Paiva disse:
    4 de agosto de 2020 às 16:36

    Gostei muito ds dicas ! Meu cabelo piorou no covid …. Vou cuidar mais do meu stresss !!!! Obrigado

    • Thais Ferreira disse:
      4 de agosto de 2020 às 17:48

      Olá, Roberta!
      Agradecemos o feedback!
      Cuidar do estresse é necessário 😉
      Se inscreva em nossa news e receba conteúdos que irão te ajudar a cuidar ainda mais dos fios!

  4. Sônia Figueira disse:
    6 de agosto de 2020 às 08:20

    Não aguento mais os meus fios caindo. Vou seguir essas regras!

    • Thais Ferreira disse:
      6 de agosto de 2020 às 13:37

      Olá, Sônia!
      Com certeza essas regras irão te ajudar 🙂

    • Thais Ferreira disse:
      11 de agosto de 2020 às 10:15

      Olá, Sônia!
      Com certeza notará a diferença! 🙂

  5. Francisca Antônia Da Silva Soares disse:
    12 de agosto de 2020 às 15:46

    Estou com queda de cabelo ta caído fora do normal não sei oque fazer estou com 46 anos

    • Thais Ferreira disse:
      12 de agosto de 2020 às 18:14

      Olá, Francisca!
      Você pode adquirir o boné Capellux. Ele possui ação comprovada contra queda de cabelo e melhora dos fios.
      Leia a mais sobre esse dispositivo de LEDterapia, clicando no link. 🙂

      • Natália disse:
        16 de janeiro de 2022 às 14:05

        Fiz progressiva duas vezes com menos de 15 dias , e agora meu cabelo ta caindo de mais , ja fiz hidratação , e mesmo assim ele continua caindo demais , oq eu posso fazer ?

        • Jacqueline Ribeiro disse:
          17 de maio de 2022 às 17:55

          Boa tarde Natália, como vai?
          O excesso de química pode provocar a queda brusca dos fios. O importante agora tratar esses fios e caso persista a queda, buscar o acompanhamento de um profissional. 🙂

        • Jacqueline Ribeiro disse:
          17 de maio de 2022 às 17:56

          Boa tarde Natália, como vai?
          O excesso de química pode provocar a queda brusca dos fios. O importante agora é tratár esses fios e caso persista a queda, buscar o acompanhamento de um profissional. 🙂

  6. Lindaiara Gonçalves De Ouro disse:
    29 de setembro de 2020 às 08:23

    O meu cabelo cai muito,tenho muito caspa e além disso cosa demas,tenho medo de ser algo grave.Vou seguir suas recomendações obgd

    • Thais Ferreira disse:
      30 de setembro de 2020 às 18:38

      Olá, Lindaiara!
      Nossas dicas com certeza vão te ajudar muito!
      Mas, se estiver com muita caspa e coceira no couro cabelo, recomendamos que procure um médico especialista.

  7. Arlene MARIA PEREIRA DE NOVAES disse:
    12 de outubro de 2020 às 20:51

    Nossa muito boa as dicas pois uso coque nos cabelos por apertar de mais estou ficando careca na frente não to aguentando mais estou usa do sueme tos vitaminas e cravo canela e alecrim vou dar um jeito nesse cabelo e me livrar desse coque

    • Thais Ferreira disse:
      14 de outubro de 2020 às 17:40

      Olá, Arlene!
      Com certeza ao seguir as nossas dicas, você notará uma grande diferença! 😉

  8. CARMEN LÚCIA DE Souza disse:
    5 de novembro de 2020 às 17:21

    Como fazer parar com a queda de cabelo tomo remédio controlado e meu cabelo cai muito será que eu tomando esse remédio para de cair

    • Thais Ferreira disse:
      12 de novembro de 2020 às 12:51

      Olá, Carmen!
      Indicamos que faça o uso do boné Capellux. É um dispositivo de LEDterapia que combate eficazmente a queda de cabelo e promove o crescimento dos fios. 😉

  9. Maria Raquel souza da silva disse:
    21 de novembro de 2020 às 00:27

    Olá meu cabelo cai bastante e não tem volume e tenho muita caspa e não sei o que fazer para acabar com tudo isso 😔

    • Thais Ferreira disse:
      25 de novembro de 2020 às 18:18

      Olá, Maria!
      Recomendamos o boné de LED Capellux para combater a queda e engrossamento dos fios.
      Clique no link e adquira o seu! 😉

  10. andresa disse:
    15 de dezembro de 2020 às 01:02

    Gente preciso de ajuda meu cabelo ta caindo horrores. O que faço?

    • Capellux disse:
      16 de dezembro de 2020 às 09:26

      Olá, Andressa!
      Nós recomendamos o uso do boné Capellux, um dispositivo de LEDterapia com eficácia comprovada para queda de cabelo e crescimento dos fios.
      Você pode comprar ele em nossa loja, clicando no link.

    • Joelma disse:
      1 de fevereiro de 2022 às 23:38

      Meu cabelo tá caindo fora d normal últimanente, já estou ficando preocupada

      • Jacqueline Ribeiro disse:
        17 de maio de 2022 às 16:59

        Boa tarde Joelma, como vai?
        Nesse caso, é importante buscar o acompanhamento com um especialista, assim será possível identificar o motivo da queda e iniciar o quanto antes o tratamento adequado. 🙂

  11. Telma Souza disse:
    15 de janeiro de 2021 às 23:14

    Boa noite , estou ficando totalmente careca já tomei vários remédios usei shampoo tónico indicado pelo medico não sei mais o que fazer

    • Capellux disse:
      18 de janeiro de 2021 às 16:13

      Olá, Telma!
      Nós te indicamos a LEDterapia, um tratamento inovador com efeitos comprovados para o combate da queda de cabelo.
      Você pode saber mais acessando o nosso site ou entrando em contato conosco, por este link 😉

  12. Andrea disse:
    20 de janeiro de 2021 às 10:08

    fiz uma progressiva, depois disso meu cabelo ficou oleoso e queda!
    O que eu faço?! dicas por favor!

    • Capellux disse:
      21 de janeiro de 2021 às 10:15

      Olá, Andrea!
      Nós temos um conteúdo que fala sobre isso. Clique no link e saiba o que fazer 😉

      • Dulcelina Batista serra disse:
        21 de janeiro de 2021 às 12:18

        Onde posso comprar capellux?

        • Capellux disse:
          21 de janeiro de 2021 às 17:12

          Olá, Dulcelina!

          Você pode comprar em nossa loja online, clicando no link.
          Ou se preferir, pode entrar em contato com uma de nossas representantes:(11) 4512-5050 😉

  13. Giovanna Silva disse:
    22 de janeiro de 2021 às 20:52

    Tenho 16 anos e meu cabelo cai ja faz uns 8 meses e nao para, oque eu faço porfavor😥😥💔

    • Capellux disse:
      25 de janeiro de 2021 às 16:53

      Olá, Giovanna!
      Agradecemos o seu contato.
      É normal ter uma pequena queda de cabelo diária, porém quando essa queda é superior a 100 fios por dia, ela é considerada um eflúvio telógeno.

      O eflúvio telógeno, nada mais é do que a queda de cabelo ocasionada por estresse, dietas restritivas, cirurgias, distúrbios hormonais, doenças crônicas, uso de medicamentos, entre outros fatores. Normalmente, ela acontece meses após o evento ocorrido e é temporária.
      Já a alopecia androgenética, por outro lado, é ocasionada por fatores genéticos e andrógenos. Acontece uma miniaturização progressiva do folículo com encurtamento da fase anágena (crescimento). Isso diminui o tamanho e densidade dos fios e pode levar à calvície com o tempo.
      Quando falamos em questão de tratamento, o principal objetivo é retardar ou interromper a progressão do processo da alopecia androgenética.
      O boné Capellux é um dispositivo de LEDterapia eficaz para ambas condições, mas os resultados não são imediatos e podem variar de acordo com o tipo de condição e de pessoa.
      Recomendamos que procure um especialista para um diagnóstico correto. 😉

  14. roseli stadnik disse:
    30 de janeiro de 2021 às 22:53

    tenho alopecia frimiosante, tenho muita coceira e ja perdi cabelo nas temporas e agora no topo da cabeça, tá formando um buraco. É horrivel. Pode me sugerir algo?

    • Capellux disse:
      3 de fevereiro de 2021 às 11:43

      Olá, Roseli!
      Infelizmente, atualmente não há cura para a alopecia fibrosante frontal (AFF). Como a queda de cabelo associada a essa condição é considerada causada pela inflamação dos folículos capilares, o tratamento geralmente engloba o controle do processo inflamatório para estabilizar a doença. Um método que já demonstra resultados positivos para a redução dos sintomas como dor, ardor e prurido na AFF é a LEDterapia.  Essa tecnologia pode ser encontrada no boné e no capacete Capellux. 

  15. OLIVIA FATIMA DE OLIVEIRA disse:
    1 de fevereiro de 2021 às 09:50

    EU TBEM RECISO DE AJUDA, MEU CABELO ESTA CAINDO MUITO E JÁ ESTOU FICANDO COM FALHAS.
    NÃO SEI MAISO QUE FAZER.

    • Capellux disse:
      3 de fevereiro de 2021 às 11:45

      Olá, Olivia!

      Além de seguir nossas dicas, você pode realizar o tratamento para queda de cabelo com os dispositivos de LEDterapia Capellux.

  16. Ana Ruth Sales Abreu disse:
    22 de fevereiro de 2021 às 20:13

    O capellux age em pessoas com lúpus?

    • Thaís Ferreira disse:
      25 de fevereiro de 2021 às 10:07

      Olá, Ana Ruth!
      Pode sim. A LEDterapia tem intensa ação anti-inflamatória. É usado no tratamento de líquen plano, dermatite seborreica, psoríase e outras patologias com componente inflamatório de diversas origens.

  17. NUBIA disse:
    3 de abril de 2021 às 09:07

    OLA MEU CABELO TBM TA CAIDO MUITO E TBM TENHO MUITA COSSEIRA E TO COM MUITAS CAPAS OQUE VC ACHA QUE SERIA ?

    • Thaís Ferreira disse:
      5 de abril de 2021 às 15:07

      Olá, Núbia!

      Entre em contato com o dermatologista. Só ele poderá fazer esse diagnóstico da maneira correta. 😉

  18. Karinni Talli disse:
    22 de abril de 2021 às 17:29

    Olá, após muitos anos fazendo mechas loiras, meu cabelo tornou-se fraco e sem brilho, com muita queda, após o tratamento a queda cessou e meu cabelo voltou a crescer! Super recomendo!

    • Thaís Ferreira disse:
      29 de abril de 2021 às 09:47

      Olá, Karinni!
      Agradecemos e ficamos muito felizes com o seu feedback quanto ao uso do Capellux ! 😉

  19. Liviane disse:
    15 de junho de 2021 às 20:54

    Meu cabelo está caindo muito depois que tive covid alguma pode me orientar o que fazer!

    • Thaís Ferreira disse:
      22 de junho de 2021 às 17:50

      Olá, Liviane!
      A queda de cabelo pós Covid é muito normal, pois seu corpo sofreu um estresse muito grande com a doença.
      Um tratamento muito indicado para combater essa queda é o uso do Capellux, dispositivo de LEDterapia para queda de cabelo. Saiba mais lendo esse artigo do blog!

  20. Meire Andreia Tibério cestari disse:
    17 de junho de 2021 às 14:30

    Olá estou com muita queda fui na dermatologista e ela me passou o schampoo pielus e um tônico e uma vitamina para tomar e aumentou a queda não sei que fazer vcs podem me ajudar

    • Thaís Ferreira disse:
      23 de junho de 2021 às 14:54

      Olá, Meire!
      O nome disso é efeito shedding. Você pode saber mais, lendo este artigo do blog.

  21. Paula Aparecida Alves de Almeida disse:
    17 de junho de 2021 às 20:07

    Olá boa noite.
    Eu engravidei do meu filho ,aí com 8 meses fiz luzes no meu cabelo ,depôs que ganhei meu filho aí começou a cair de mais meu cabelo ,aí estou lavando ele uma vez por semana ,pq quando lavo meu cabelo ele cai pra pentear

    • Thaís Ferreira disse:
      23 de junho de 2021 às 14:58

      Olá, Paula!
      Isso é muito normal, chamamos de queda de cabelo pós parto.
      Tem um artigo do blog muito bacana que fala sobre isso. Leia o artigo e saiba tudo!

  22. Laiane Neri disse:
    24 de junho de 2021 às 21:40

    Depôs de 4 meses que tive corvid meu cabelo está caindo muito vou a 2 meses não para de cair vou seguir seus conselhos

    • Thaís Ferreira disse:
      25 de junho de 2021 às 15:50

      Olá, Laiane!
      Seguindo as dicas do Dr. Álvaro, com certeza você sentirá a diferença!;)

  23. Ju disse:
    20 de julho de 2021 às 23:20

    Gostei muito das dicas, não aguento mais ver meu cabelo cair, já usei de tudo já chequei com exames tudo sem sucesso, porém sou extremamente estressada acho que e um dos fatores, mas vou fazer o máximo possível para seguir as dicas, fico grata!

    • Thaís Ferreira disse:
      22 de julho de 2021 às 14:28

      Olá, Ju!
      Que bom que gostou de nossas dicas, ficamos felizes! Siga certinho e logo verá resultados! 😉

  24. Waléria disse:
    25 de julho de 2021 às 23:28

    Ola ! Qual seria o protocolo correto .
    Lavar com shampoo tônico (? Teria algum indicação)
    Condicionador-Tônico
    Ampolas – Tônicas ? Qual ?
    Depois ainda molhada colocar o capacete ou boné ? Quanto tempo ?
    Quantas vezes por semana .
    (Estou sem cabelo na frente e na lateral e o cabelo cada dia mais fino e sem vida )

    • Thaís Ferreira disse:
      26 de julho de 2021 às 10:52

      Olá, Waléria!
      Para um tratamento mais completo, o protocolo perfeito é esse:
      1- Lave o cabelo com shampoo e condicionador Capellux;
      2- Seque o cabelo;
      3- Com os fios secos, utilize o Capellux;
      4- Aplique o tônico Capellux.

      O Capellux deve ser usado 1x ao dia.
      Se você possui menor volume de cabelo e fios finos, compre o boné. Mas se possuir maior volume e densidade de cabelo, recomendamos o capacete.
      O tempo da sessão é de 12 minutos para o boné e 7 minutos para o capacete. 😉

  25. Elton disse:
    29 de julho de 2021 às 21:16

    Deixei meu cabelo crescer por quase 3 anos, já fazia coque no cabelo e até q resolvi cortar em Dezembro de 2020, pois percebi muita queda de cabelo e sempre q lavava o cabelo e passava condicionador e ainda passava creme e depois passava um pente q sempre q penteava saia uns fios, até achei estranho e, deixei meu cabelo mais baixo no volume social, por uns 2 meses mas ainda sentia o meu cabelo caindo e aí q pensei em começar a usar minoxidil, só q pra isso eu queria saber onde realmente tinha mais falhas, então em março de 2021 cortei o cabelo no zero,o cabelo voltou a ficar no tamanho social agora depois de 4 a 5 meses, mas ainda tou sentindo ainda as falhas no cabelo, ouvi q é bom lavar todo dia pra quem tem o cabelo oleoso,e o meu é muito oleoso. mas apesar da queda, isso tudo tá me fazendo ficar mais inteligente nessa questão do cabelo, pesquisando e aprendendo muito junto a vocês aqui,São ótimas dicas,vou aplicar, mas sinto ainda q devo procurar um dermatologista pra estudar o meu cabelo. Obg.

    • Thaís Ferreira disse:
      6 de agosto de 2021 às 14:36

      Olá, Elton!
      Ficamos felizes com o seu depoimento sobre o aprendizado que está tendo com o nosso blog. Se inscreva em nossa newsletter para receber todas novidades e novos conteúdos.
      Quanto a sua queda de cabelo, procure um dermatologista para que ele indique o melhor tratamento. 😉

  26. Jiliel disse:
    9 de agosto de 2021 às 03:38

    Triste,tenho apenas 21 anos e já tenho entradas de um homem de 50 anos. Isso é o que mais me desmotiva atualmente, é frustrante e vergonhoso ao mesmo tempo.

    • Thaís Ferreira disse:
      10 de agosto de 2021 às 17:19

      Olá, Jiliel!
      Entendemos o quanto essa situação pode ser frustrante :/ Por isso, oferecemos uma linha de tratamentos que pode te ajudar a combater a queda. São dispositivos de LEDterapia e dermocosméticos com aprovação da Anvisa e resultados comprovados para o combate da queda. Você pode saber mais acessando a nossa loja. Clique no link e conheça!

  27. Juliana Do nascimento Barbosa Ferreira disse:
    24 de setembro de 2021 às 18:32

    Olá, então parei de tomar o anticoncepcional a exato 5 meses, e percebi que meu cabelo começou a ficar oleoso e muita queda, estou usando um shampoo para oleosidade, fui ao dermatologista pois comecei a ver muitas falhas na parte da frente e começou aparecer uns caroços como se fosse espinhas, e de uma semana pra cá comecei a sentir dores nesse lugar na qual estar com falha eu estava usando o Pant e parei pois as dores é lantente horríveis tô apavorada ..

    • Thaís Ferreira disse:
      30 de setembro de 2021 às 08:45

      Olá, Juliana!
      Entendemos o quanto essa situação pode ser desesperadora. Mas, antes de iniciar qualquer tratamento, é necessário ter um diagnóstico correto.
      Por isso, indicamos que procure um dermatologista, ok?

  28. Mariana disse:
    5 de outubro de 2021 às 19:10

    Encontro-me interessada em adquirir o capacete, contudo pretendo saber se têm algum vendedor em Portugal. Obrigada

    • Thaís Ferreira disse:
      13 de outubro de 2021 às 15:23

      Olá, Mariana!
      Como vai?
      Peço que entre em contato pelo telefone: +55(11)4512-5050. 😉

  29. Mary disse:
    21 de maio de 2022 às 22:53

    Meu cabelo é natural,bem lisos não muito grosos,são castanhos ,super longos,esses dias eles estão caindo muito,mais vou manter eles mais soltos,e lavar mais vezes

    • Marília Barga disse:
      10 de maio de 2023 às 10:14

      Olá, Mary, tudo bem?
      Agradecemos o seu contato.
      É uma boa alternativa, caso seu cabelo continue caindo em excesso indicamos que passe por consulta com o dermatologista 😉
      Qualquer dúvida estamos à disposição

  30. Lucia disse:
    14 de agosto de 2022 às 18:25

    Boa tarde! estou tendo graves problemas com queda de cabelo, já passei com vários dermatologistas porém, ainda não tive nenhum resultado,fiz uma biópsia onde foi constatado alopecia cicatricial, teria algum tratamento que eu poderia fazer, preciso de ajuda…

    Agradeço pela atenção

    Lucia

    • Marília Barga disse:
      26 de setembro de 2023 às 14:31

      Olá, Lucia, tudo bem?
      Lamentamos que esteja passando por essa situação tão delicada. Há sim tratativas para o problema que visam principalmente manter os fios existentes. Indicamos que consulte um dermatologista especializado na área capilar, tricologista, pois ele poderá passar o protocolo de tratamento mais adequado para o seu caso.
      Qualquer outra dúvida estamos à disposição.

  31. Marília Barga disse:
    10 de maio de 2023 às 11:03

    Olá, Val, tudo bem?
    Agradecemos o seu contato e lamentamos que esteja passando por essa situação.
    Nesse caso, o ideal é consultar o seu ginecologista para fazer o diagnóstico e tratá-la da maneira mais adequada.
    Qualquer dúvida estamos à disposição.

  32. Wedla disse:
    26 de setembro de 2024 às 10:36

    Bom dia! Fui diagnósticada também com Alopecia Fibrosante Frontal. Minha dermatologista receitou várias medicações, no entanto , estou com medo de tomar esses remédios pois tem um que é indicado para tratamento de prostáta e tive que passar por uma avaliação oftalmológica e ginecológica.
    O que devo fazer?
    desde já, agradeço pela colaboração!

    • Regiane Del Comuni disse:
      17 de outubro de 2024 às 09:56

      Olá Wedla, espero que se encontre bem!
      Entendemos sua preocupação quanto ao uso dos medicamentos indicados pela sua dermatologista, especialmente considerando o diagnóstico de Alopecia Fibrosante Frontal. De fato, alguns tratamentos para queda de cabelo, podem ser originalmente indicados para condições como a hiperplasia prostática. Por isso, é comum que médicos solicitem exames complementares, como avaliações oftalmológicas e ginecológicas, para garantir a segurança do tratamento, especialmente em mulheres.

      Recomendamos que você compartilhe suas preocupações diretamente com sua dermatologista. Ela poderá ajustar o tratamento, sugerir alternativas ou esclarecer qualquer dúvida sobre os riscos e benefícios dos medicamentos prescritos.

      Caso esteja em busca de tratamentos complementares, a LEDterapia é uma opção segura e não invasiva, que pode ser utilizada em conjunto com outros tratamentos para ajudar a combater a queda de cabelo e promover o fortalecimento dos fios​​. No entanto, sempre consulte seu médico antes de iniciar qualquer novo tratamento.

      Estamos à disposição para apoiar você nessa jornada!

  33. Vilma disse:
    3 de abril de 2025 às 10:20

    Bom dia tenho 61 anos, ,tomo espironolactona e estatina e notei que meu cabelo tá caindo muito, tô ficando desesperada pq o cardiologista não acredita que é os remédios 😕 não sei o que fazer , minha vontade é parar tudo , estou ficando, velha, gorda e ainda vou ficar careca… é demais pra mim.

    • Capellux disse:
      3 de abril de 2025 às 13:02

      Oi, Vilma!

      Recebemos sua mensagem com carinho e queremos te dizer, antes de tudo: respire fundo. A gente entende o quanto é difícil lidar com tantas transformações ao mesmo tempo — e o cabelo, que é parte da nossa identidade, acaba sendo um símbolo forte dessas mudanças. Você não está sozinha.

      Sobre os medicamentos, vale um ponto importante: a espironolactona é, na verdade, usadas em certos casos para ajudar a controlar a queda capilar. Alguns estudos experimentais investigam o papel anti-inflamatório de certas estatinas em doenças autoimunes que causam queda capilar, mas esse uso ainda não é amplamente difundido. Claro que cada organismo responde de um jeito — por isso, o mais indicado seria conversar com um(a) dermatologista especializado(a) em tricologia para investigar se a queda tem outra causa associada (como menopausa, deficiências nutricionais ou estresse, por exemplo).

      Enquanto isso, queremos te apresentar os dispositivos da Capellux, que podem ser grandes aliados nessa fase. Nosso boné e nosso capacete de LED utilizam fotobiomodulação capilar, uma tecnologia aprovada pela Anvisa, que estimula os folículos pilosos e ajuda a reduzir a queda, aumentar a densidade e fortalecer os fios — tudo isso de forma não invasiva, segura e confortável. Ambos são indicados inclusive para mulheres na menopausa ou em uso contínuo de medicamentos, porque atuam diretamente no couro cabeludo, sem interações medicamentosas.

      Você merece se sentir bem, cuidar de você e resgatar sua autoestima — um fio de cada vez. Se quiser conversar mais, entender como funciona ou saber qual modelo combina melhor com o seu momento, estamos aqui para você. 💖

  34. JACQUELINE OLIVEIRA DOS SANTOS disse:
    21 de abril de 2025 às 15:33

    Oi boa tarde tudo bem meu nome é Jaqueline Oliveira dos Santos toda vez que vou lavar meu cabelo com shampoo sem querer mesmo eu tô tendo queda de cabelo às vezes sai bastante na escova que será que cai em nosso cabelo Será que não coloquei na hora certa no dia certo na minha linguante crescente na lua cheia como é que faz para mim crescer meu cabelo tô tendo muita queda de cabelo e caiu um pouco e é ruim ficar sem cabelo eu não quero não Deus me livre

    • Capellux disse:
      8 de maio de 2025 às 13:41

      Olá, Jacqueline! 😊

      Entendemos totalmente a sua preocupação — a queda de cabelo pode ser muito angustiante, mas saiba que você não está sozinha, e há sim caminhos para melhorar essa situação!

      A queda durante a lavagem ou ao pentear pode acontecer por vários motivos: estresse, alterações hormonais, deficiência de vitaminas, uso de químicas ou até o ciclo natural dos fios. A lua cheia e a fase crescente são associadas popularmente ao crescimento capilar, e algumas pessoas seguem esse calendário como um ritual de autocuidado, mas o mais importante mesmo é entender a causa real da queda.

      Recomendamos que você procure, com urgência, um dermatologista, que poderá investigar se há algo clínico por trás e indicar o melhor tratamento. E, para ajudar desde já, você pode incluir na sua rotina produtos que fortalecem os fios e cuidam do couro cabeludo, como:

      Shampoo, Condicionador e Tônico Capellux – ajudam a nutrir, fortalecer e estimular o crescimento saudável dos cabelos.
      Boné de LEDterapia Capellux – promove a ativação dos folículos capilares com segurança e eficácia, ajudando a reduzir a queda e estimular o crescimento.

      Você não está sozinha. Estamos aqui para te apoiar nesse processo de recuperar a força e a beleza do seu cabelo!

      Um abraço carinhoso,
      Equipe Capellux

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