Minoxidil oral é tão bom quanto o tópico para queda de cabelo?

Minoxidil oral

Fios caindo o tempo todo, couro cabeludo aparecendo… Quem sofre de queda de cabelo ou calvície entende o desespero que tudo isso dá. Mas, o minoxidil oral está aí para combater esse mal. Inclusive, muitas pessoas já estão substituindo a versão tópica por ele.

Muitos profissionais da área começam a fazer o protocolo de tratamento com o comprimido ao invés da loção.Porém, será que ele é realmente tão eficaz quanto a aplicação direta no couro cabeludo parece ser? Será que essa troca realmente já foi estudada? Além disso, seu uso é permitido? Como ele funciona e quem pode usar?

Essas e outras perguntas comuns sobre o produto serão respondidas na sequência. Então, confira!

Minoxidil oral x tópico

Para começar a explorar o assunto, vale a pena entender as principais diferenças entre o minoxidil oral e o tópico.

Em primeiro lugar, o uso da loção não é tão controlado como ocorre com o comprimido, que só consegue ser adquirido com receituário médico. Isso ocorre devido ao fato do medicamento ter uma dose específica indicada para cada paciente.

Afinal, desde a década de 70, a substância é usada no tratamento da hipertensão arterial. Então, é preciso cuidado com a dosagem.

Geralmente, se inicia o tratamento com cerca de meio a um miligrama, sempre com acompanhamento médico. Se for o caso, com o tempo e adaptação do paciente à substância, essa quantidade pode ser aumentada.

Além disso, quando se compara o minoxidil oral e o tópico, muitos pacientes acabam preferindo o comprimido, pois este não deixa os cabelos duros, oleosos e nem difíceis de manusear.

No entanto, ainda não existem estudos contundentes que permitem a troca do uso do minoxidil tópico pelos comprimidos. 

Como o medicamento funciona?

O minoxidil oral age como um estimulante aos folículos capilares. Ele antecipa a troca de fios que já iriam cair por novos. Com isso, o folículo que costuma demorar três meses para liberar um novo fio, faz esse processo mais rápido.

Após o início do uso, entre 6 semanas a dois meses, se percebe o aumento da quantidade de cabelos que são trocados por dia. Por isso muitas pessoas, quando iniciam o consumo, pensam que o quadro de queda piorou.

Mas, na verdade, essa substituição, chamada “efeito shedding”, é exatamente o que se espera do medicamento. Afinal, é a troca de fios soltos por fios bons, que irão reduz o problema.

Para quem é indicado?

Quando o assunto é contraindicações, o minoxidil oral deve ser usado com cautela por pessoas com alterações na pressão, tanto hipertensão como hipotensão. Além disso, quem sofre de doenças cardíacas, renais, ou no fígado, também devem ter cuidado. Inclusive, nesses casos, a substância pode se tornar tóxica para esses órgãos.

Pessoas já hipertensas devem ter suas doses ajustadas, por isso a prescrição médica é importante 

Da mesma maneira, durante a gravidez e a amamentação, não se deve manter o medicamento.

Pessoas com pressão baixa também ficam de fora, já que o medicamento pode aumentar a queda da pressão arterial e pode dar tontura.

Possíveis efeitos colaterais do minoxidil oral

Por ser um vasodilatador, o minoxidil oral deve ser utilizado em doses baixas. Pessoas com pressão baixa, por exemplo, podem ter sintomas como forte tontura e taquicardia.

Edemas nos membros inferiores, também podem surgir em qualquer pessoa que o utilize. Especialmente, nos tornozelos.

O minoxidil oral ainda pode provocar dor de cabeça e no estômago. Além disso, uma porcentagem das pessoas que usam o produto percebe um engrossamento e alongamento dos pêlos fora da área do couro cabeludo. Entretanto, na maioria dos casos, esse fenômeno não é notado ou se quer leva à desistência do tratamento.

Da mesma maneira, em alguns estudos clínicos, foram observados o aumento de pelos no rosto, urticária e tontura. Principalmente, quando o medicamento é associado a outros compostos. Portanto, o acompanhamento médico se mostra mais uma vez fundamental para avaliação e dosagem. 

Recomenda-se sempre o acompanhamento de um médico responsável, para verificar se o tratamento está sendo eficaz. 

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Dra. Giselle Martins
Médica graduada pela Universidade Federal de Porto Alegre – UFCSPA;
Dermatologista pela Santa Casa de Porto Alegre;
Assessora do departamento de doenças de cabelo da Sociedade Brasileira de Dermatologia;
Voluntary Assistant Professor of Dermatology and Cutaneous Surgery, University of Miami Miller School of Medicine.

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