Descubra tudo sobre alopécia androgenética

Banner de introdução ao tema alopécia androgenética

Apesar de ser mais comum em homens, a alopécia androgenética atinge cerca de 5% da população feminina no Brasil. Mas a doença, pode ser controlada através de medicamentos tópicos,  orais e o uso domiciliar de LEDs que auxiliam no crescimento capilar.

A alopécia androgenética, popularmente conhecida como calvície, é uma doença muito frequente na população, atingindo mais de 2 milhões de pessoas por ano no Brasil, principalmente os homens. Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia, 5% das mulheres brasileiras também sofrem com a alopécia.


O que é alopécia androgenética e quais suas causas?

É caracterizada pela perda parcial ou completa dos fios de cabelo. É mais frequente nos homens devido à maior quantidade de testosterona e hormônio sexual masculino.

Possui as mesmas causas em ambos os gêneros, estando ligada principalmente a fatores genéticos e hormonais.

Padrão da alopécia androgenética feminina

Já nas mulheres há um quadro de diminuição difusa dos fios, com falhas em algumas regiões.

O cabelo também se torna mais fino, mas muito raramente as mulheres chegam à calvície total.

A mulher evolui com  rarefação frontal, principalmente na linha média da cabeça.

Padrão da alopécia androgenética masculina

Nos homens a calvície geralmente afeta apenas a parte frontal e a coroa do couro cabeludo, poupando as áreas laterais e posterior.

Como identificar a queda de cabelo?

A perda dos cabelos pode ser identificada pela quantidade diária de fios caindo. Perda de mais de 100 fios por dia, não totalmente crescidos e menores do que os que o normal ( miniaturização ) identificam a doença. 

Além da queda dos cabelos, na alopécia androgenética ocorre atrofia dos folículos pilosos que são as raízes produtoras dos cabelos.

Com o tempo não crescem muito, perdem o brilho e ressecam ficando com aparência feia, enfraquecido.

O que fazer quando perceber a queda acentuada dos fios?

Quando a pessoa tem um histórico de calvície genética, deve procurar um dermatologista ou tricologista mesmo se ainda não notou queda.

Quanto mais cedo atacar o problema melhores serão os resultados.

Existe algum tipo de prevenção da doença?

Por estar diretamente ligada a fatores hereditários, a alopécia androgenética não pode ser prevenida mas é possível controlar a doença.

É possível retardar e controlar a condição através de cuidados como suplementação, realização de sessões de LEDterapia e uso de medicamentos orais, bloqueadores de hormônios e remédios tópicos como o Minoxidil.

Quais os tratamentos mais indicados?

Os tratamentos variam de acordo com a gravidade da queda.  Em geral são usados complementação de polivitamínicos, oligoelementos, fatores de crescimento, medicamentos vasodilatadores, anti-andrógenos, anticoncepcionais e inibidores de di-hidrotestosterona.

Nas clínicas especializadas podem ser feitas sessões de microagulhamento, MMP ou aplicação direta de vários medicamentos como o Minoxidil e, em casos mais graves, é possível optar também por um transplante capilar

Porém, é preciso entender que a doença não tem cura definitiva e por isso os tratamentos podem se prolongar por longos períodos além de ser necessário uma rotina de cuidados regrada para que haja uma melhora significativa.

Tratamento seguro e sem dor

Além dos métodos citados acima, é possível também utilizar, tanto para o tratamento quanto para retardar o aparecimento da condição, equipamentos de uso domiciliar baseados na LEDterapia, como o Boné Capellux ou  Capellux I9

Os folículos doentes absorvem a energia da luz dos LEDs e revitalizam, revigoram. Certas estruturas dentro do núcleo das células ( mitocôndrias ) são as responsáveis pela transformação da luz em ATP ( energia usada pelas células ). 

O equipamento estimula as células tronco, a produção de fatores de crescimento, promove vasodilatação das arteríolas capilares que irrigam o bulbo capilar, auxiliando e otimizando o trabalho das células. 

Tudo isso estimula o surgimento de novos fios nos folículos que ainda não atrofiaram. A queda de cabelos diminui após cerca de 15 dias de uso.

Modo de uso

O capacete Capellux i9 deve ser utilizado todos os dias durante sete minutos. Não é necessário controlar o tempo. O dispositivo desliga automaticamente e é bivolt.

2 Comentários

  1. Mary Izilda Salles disse:

    Moro em Campinas, e estou com Alopécia frontal, comprei o nome ,e uso minoxidil há 2anos, existe alguma medicação para esse problema, bate o desespero por ser mulher e ver seu cabelo indo em direção da coroa o meu já está alguns centímetros da testa já caiu, é melhor fazer as aplicações de minoxidil???Por favor me ajudem.Obrigada

    • Fernando disse:

      Olá Mary,

      Na AFF, alopecia frontal fibrosante, na região onde já caiu o cabelo infelizmente não há o que fazer, inclusive transplante capilar é de risco.
      Já para impedir o avanço da AFF a luz do Capellux ajuda sim.
      Tem um estudo recente feito por um médico espanhol, Sérgio Vano, que mostra a efetividade da luz no controle da AFF.

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