Mais de 90% da queda de cabelo em homens é causada pela alopécia androgenética

Banner de introdução ao tema alopécia androgenética

A principal causa de queda de cabelo em homens, a alopécia androgenética atinge ainda cerca de 5% da população feminina no Brasil. Mas a doença, pode ser controlada através de medicamentos tópicos,  orais e o uso domiciliar de LEDs que auxiliam no crescimento capilar.

A alopécia androgenética (AAG), popularmente conhecida como calvície, é uma doença muito frequente na população, atingindo mais de 2 milhões de pessoas por ano no Brasil, principalmente os homens. Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia, 5% das mulheres brasileiras também sofrem com a condição.

O que é alopécia androgenética e quais suas causas?

A condição é caracterizada pela perda parcial ou completa dos fios de cabelo. A sensibilidade das células do folículo piloso é geneticamente afetada, independente do sexo. 

Porém é mais frequente nos homens devido à maior quantidade de testosterona (hormônio sexual masculino). Os homens têm cerca de 10 vezes mais testosterona e a doença, portanto, é 10 vezes mais severa.

Evolução da AAG

Nos homens a calvície se inicia pelas regiões látero-frontais (as famosas “entradas”) e progride para a coroa, região superior e frontal. Em geral, as regiões das laterais e posteriores são poupadas. São dessas regiões não afetadas que são retirados fios para os transplantes capilares.

Já nas mulheres, há um quadro de diminuição difusa dos fios, que evolui com rarefação frontal, principalmente na linha média da cabeça. Os cabelos também se tornam mais finos, mais fracos, perdem o brilho e a beleza. Porém, muito raramente as mulheres chegam à calvície total. 

Como identificar a queda de cabelo?

O número de fios encontrados no travesseiro, escovas e no banho aumenta. A perda de mais de 100 fios por dia, não totalmente crescidos e menores do que o normal (miniaturizados) identificam a doença. 

Além da queda dos cabelos, na alopécia androgenética, tanto em homens como nas mulheres, ocorre atrofia dos folículos pilosos, que são as raízes produtoras dos cabelos, e consequentemente os fios produzidos são de pior qualidade.

Com o passar do tempo, os fios não crescem muito, perdem o brilho e ressecam, ficando enfraquecidos e com aparência feia.

O que fazer quando perceber a queda acentuada dos fios?

Quando a pessoa tem um histórico de calvície genética, deve procurar um dermatologista ou tricologista, mesmo se ainda não notar queda frequente.

Quanto mais cedo perceber o problema, melhores serão os resultados.

Existe algum tipo de prevenção da doença?

Por estar diretamente ligada a fatores hereditários, a alopécia androgenética não pode ser prevenida, mas é possível controlar a doença. 

Quais os tratamentos mais indicados?

Os tratamentos capilares variam de acordo com a gravidade da queda. Grande parte dos especialistas recomendam, para uso domiciliar, a complementação de polivitamínicos, medicamentos vasodilatadores, anti-andrógenos, anticoncepcionais e LEDterapia.

Nas clínicas especializadas podem ser feitas sessões de microagulhamento, MMP ou aplicação direta de vários medicamentos, além de laser e LEDterapia, em casos mais graves, é possível optar também por um transplante capilar. 

Porém, é preciso entender que a doença não tem cura definitiva e por isso, os tratamentos podem se prolongar por longos períodos, além de ser necessário uma rotina de cuidados regrada para que haja uma melhora significativa.

LEDterapia de uso domiciliar

Atualmente, o tratamento de cabelos com LED vem se tornando quase obrigatório. Ele é indicado por dermatologistas do mundo inteiro, recomendado por cabeleireiros famosos, usado por milhares de pessoas, incluindo vários artistas. Definitivamente é uma poderosa arma contra a queda de cabelo e para melhora da qualidade dos fios.

Os dispositivos de LED podem ter formato de bonés, capacetes ou tiaras com uma luz apropriada, que são aplicados na cabeça durante alguns minutos por dia.

Conheça os equipamentos de uso domiciliar baseados na LEDterapia, o Boné Capellux e o Capellux I9. 

A radiação emitida por esses equipamentos é absorvida pela raiz do fio. Funciona como um adubo potente estimulando o folículo piloso a trabalhar mais.O custo é acessível e são dispositivos de longa duração.

A LEDterapia é uma ótima recomendação para a alopécia androgenética, aprovado por órgãos reguladores de saúde dos principais países do mundo. Cessa a queda, acelera o crescimento capilar e deixa os fios mais fortes e brilhantes.

Fontes consultadas:
Sociedade Brasileira de Dermatologia (AAD)

2 Comentários

  1. Mary Izilda Salles disse:

    Moro em Campinas, e estou com Alopécia frontal, comprei o nome ,e uso minoxidil há 2anos, existe alguma medicação para esse problema, bate o desespero por ser mulher e ver seu cabelo indo em direção da coroa o meu já está alguns centímetros da testa já caiu, é melhor fazer as aplicações de minoxidil???Por favor me ajudem.Obrigada

    • Fernando disse:

      Olá Mary,

      Na AFF, alopecia frontal fibrosante, na região onde já caiu o cabelo infelizmente não há o que fazer, inclusive transplante capilar é de risco.
      Já para impedir o avanço da AFF a luz do Capellux ajuda sim.
      Tem um estudo recente feito por um médico espanhol, Sérgio Vano, que mostra a efetividade da luz no controle da AFF.

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