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Se o seu cabelo está caindo muito, inclusive no banho, na escova, no travesseiro ou só de passar a mão, é natural se assustar. Em muitos casos, isso pode acontecer por um quadro chamado eflúvio telógeno, uma queda intensa que costuma surgir semanas depois de situações como estresse, infecções, febre, cirurgias, pós-parto, dietas restritivas ou uso de alguns medicamentos.
Mas essa não é a única causa. Deficiência de ferro, alterações hormonais, problemas na tireoide, inflamações no couro cabeludo e até quebra da haste também podem dar a impressão de cabelo caindo em excesso. O mais importante é entender o que está por trás da queda para agir cedo e evitar a piora.
O que você vai encontrar neste artigo:
ToggleVale prestar mais atenção quando:
Uma das causas mais comuns de o cabelo cair só de passar a mão é o eflúvio telógeno. Nesse quadro, muitos fios entram ao mesmo tempo na fase de queda, e por isso a perda se torna muito mais perceptível no banho, na escova, no travesseiro e até ao tocar nos cabelos.
Esse tipo de queda costuma aparecer algumas semanas após um gatilho importante, como infecção, cirurgia, pós-parto, emagrecimento rápido, febre alta, dieta muito restritiva ou estresse intenso.
Embora o eflúvio telógeno seja uma hipótese frequente, ele não explica todos os casos. A queda também pode estar ligada a deficiências nutricionais, como ferritina baixa, vitamina D insuficiente ou falta de zinco; a alterações hormonais, como síndrome dos ovários policísticos, menopausa ou problemas na tireoide; a inflamações no couro cabeludo, como caspa, dermatite seborreica e foliculite; ao uso de certos medicamentos; e à alopecia androgenética, principalmente quando há afinamento progressivo e histórico familiar.
Nem sempre o cabelo que “solta” fácil está realmente caindo desde a raiz. Às vezes, o problema é quebra da haste, o que pode acontecer com química, secador muito quente, chapinha, tração e fios fragilizados.
Em geral, quando há queda verdadeira, o fio sai inteiro, com a raiz. Já a quebra costuma deixar fios partidos em tamanhos diferentes, com aspecto mais ressecado e irregular. Essa distinção é importante porque o tratamento muda bastante conforme a origem do problema.
O primeiro passo é não entrar em desespero e nem sair trocando de produto toda semana. Quando o cabelo começa a cair muito, vale montar uma linha do tempo dos últimos 90 dias: houve infecção, dengue, COVID, parto, dieta, cirurgia, pico de estresse, início de remédio novo ou emagrecimento rápido?
Depois disso, foque no básico que realmente ajuda: manter uma rotina adequada de limpeza do couro cabeludo, reduzir agressões mecânicas e químicas, corrigir possíveis carências nutricionais e procurar avaliação quando a queda estiver intensa ou persistente.
A primeira coisa a fazer é não entrar em pânico — mas também não ignorar. Queda de cabelo é uma pista biológica. Às vezes, ela aponta para um gatilho recente, como estresse, febre, cirurgia, pós-parto ou dieta restritiva. Em outros casos, revela algo mais persistente, como alopecia androgenética, deficiência nutricional, inflamação no couro cabeludo, desequilíbrio hormonal ou uso de medicamentos.
O segredo é parar de tratar o cabelo caindo como um problema único. O fio que aparece no ralo hoje pode ter começado a “desistir” semanas ou meses atrás. Por isso, as dicas abaixo funcionam como um mapa de investigação: elas ajudam a proteger a haste, melhorar o couro cabeludo, identificar gatilhos e escolher melhor os tratamentos.
A má alimentação é uma das causas mais comuns de queda de cabelo. Dietas prolongadas, emagrecimento rápido, baixa ingestão de proteínas e deficiência de ferro, zinco, vitamina D ou vitaminas do complexo B podem afetar diretamente o metabolismo folicular.
O curioso é que o cabelo funciona quase como um “arquivo metabólico” dos últimos meses. Quando o organismo percebe escassez de nutrientes, ele prioriza cérebro, coração, imunidade e funções vitais. O folículo piloso, por não ser essencial à sobrevivência imediata, pode ser colocado em segundo plano.
É por isso que a queda nem sempre aparece no momento da dieta. Muitas vezes, o cabelo começa a cair semanas depois, quando os fios que foram empurrados para a fase telógena finalmente se desprendem.
Inclua na sua dieta proteínas de boa qualidade, legumes, verduras, frutas, leguminosas, ovos, peixes e carnes magras. O fio precisa de aminoácidos para formar queratina, ferro para suporte ao transporte de oxigênio, zinco para reparo e vitamina D em vias associadas ao ciclo folicular.
Suplementação pode ajudar quando há deficiência real. Mas tomar vitaminas sem necessidade não é estratégia: excesso de vitamina A, selênio e outros nutrientes também pode piorar a queda.
Beber água não engrossa o cabelo de um dia para o outro. Ainda assim, hidratação adequada participa da saúde da pele, da circulação, do metabolismo e da qualidade geral dos tecidos.
A haste capilar que já saiu do couro cabeludo é uma fibra morta. Ela não “bebe água” como uma planta. Mas o couro cabeludo é vivo, vascularizado, rico em glândulas sebáceas, microbiota e células imunes. Quando o organismo está desidratado, pele e mucosas podem ficar mais ressecadas, e isso pode piorar a sensação de fragilidade, coceira ou desconforto em pessoas predispostas.
A dica prática é simples: observe urina muito escura, sede frequente, boca seca e fadiga. Se esses sinais aparecem, sua hidratação pode estar insuficiente.
Hidratação não substitui tratamento para queda de cabelo, mas ajuda a manter o terreno biológico mais equilibrado para o folículo piloso.
Entre as principais causas da queda de cabelo está o estresse. O mais intrigante é que o cabelo raramente cai no mesmo dia do gatilho. Ele costuma cair depois.
Em muitos quadros de eflúvio telógeno, o organismo passa por um evento de estresse físico ou emocional — infecção, febre, cirurgia, luto, crise de ansiedade, exaustão, pós-parto, perda de peso — e só 6 a 12 semanas depois a pessoa percebe cabelo caindo no banho, no travesseiro ou ao passar a mão.
Isso acontece porque o estresse pode empurrar mais fios para a fase de repouso do ciclo capilar. Eles ficam ali por um tempo antes de se desprender.
Estudos experimentais também mostraram uma via curiosa: hormônios relacionados ao estresse podem manter células-tronco do folículo em estado de repouso por mais tempo, interferindo em sinais que ajudariam o fio a voltar à fase de crescimento.
Por isso, controlar estresse não é conselho vago. Sono, atividade física, pausas, terapia, respiração, meditação, convívio social e tratamento médico quando necessário podem fazer parte do plano capilar.
Fumar prejudica pulmão, vasos sanguíneos, pele — e também pode afetar o cabelo. A fumaça do cigarro reúne substâncias pró-oxidantes que participam do chamado expossoma capilar, ou seja, o conjunto de agressões externas que atingem couro cabeludo e fios ao longo da vida.
O cigarro pode prejudicar a microcirculação, aumentar estresse oxidativo, afetar o ambiente do folículo piloso e contribuir para envelhecimento da pele e dos anexos cutâneos. Em quem já tem predisposição à alopecia androgenética, inflamação ou cabelo ralo, esse ambiente pode ser ainda menos favorável.
A imagem é simples: o folículo precisa de oxigênio, nutrientes e sinalização celular equilibrada. A fumaça atua no sentido oposto, criando um terreno oxidativo e vascularmente pior.
Parar de fumar não é um “tratamento capilar” isolado, mas é uma das melhores decisões sistêmicas para quem quer reduzir fatores que pioram queda, envelhecimento da haste e perda de qualidade dos fios.
Em alguns casos, a pessoa diz “meu cabelo está caindo”, mas o que está acontecendo é a quebra intensa da haste. Progressivas, tinturas, descolorações, alisamentos, cauterizações, excesso de escova e incompatibilidades químicas podem destruir a fibra antes que ela cresça.
A haste capilar é formada por proteínas, lipídios, água e ligações químicas que dão resistência ao fio. Procedimentos químicos alteram essa estrutura para mudar cor, forma ou textura. Quando bem indicados, podem ser tolerados. Quando repetidos em excesso ou aplicados sobre cabelo já fragilizado, deixam a fibra porosa, elástica, quebradiça e sem massa.
A dica é observar o fio que cai. Se ele vem com uma pontinha branca, pode ser queda desde a raiz. Se aparece partido, curto, irregular e sem bulbo, pode ser quebra.
Quando o cabelo está fraco, a decisão mais inteligente não é “fazer mais uma química para disfarçar”. É pausar, reconstruir a haste, reduzir calor, cortar pontas muito danificadas e tratar o couro cabeludo quando necessário.
Outro fator que pode agravar a queda é a oleosidade excessiva, especialmente quando ela favorece caspa, coceira ou dermatite seborreica. Por isso, é fundamental manter uma rotina de lavagem compatível com seu tipo de cabelo e com as necessidades do couro cabeludo.
Existe uma tendência em redes sociais de lavar menos os cabelos. Para algumas pessoas, espaçar lavagens pode funcionar. Para outras, especialmente quem tem couro cabeludo oleoso, isso cria acúmulo de sebo, suor, resíduos, poluição e microrganismos.
O couro cabeludo é um ecossistema. Ele tem microbiota, glândulas sebáceas, células imunes e barreira cutânea. Quando esse ecossistema entra em desequilíbrio, pode haver descamação, odor, prurido, inflamação e piora da percepção de queda.
Lavar o cabelo não faz os fios caírem. A lavagem apenas remove fios que já estavam soltos. Em muitos casos, lavar corretamente ajuda mais do que “segurar” a sujeira na raiz.
Você pode gostar de saber os 7 erros mais comuns que causam a queda de cabelo. 😉
Quando o cabelo cai, muita gente começa pelo shampoo antiqueda. Ele pode ajudar, mas é importante entender sua função real.
O shampoo fica pouco tempo em contato com o couro cabeludo e é enxaguado. Por isso, seu principal papel é limpar, controlar oleosidade, reduzir resíduos, melhorar o ambiente folicular e entregar ativos de suporte em curto contato. Ele não deve ser tratado como solução única para alopecia androgenética, eflúvio telógeno intenso ou doenças do couro cabeludo.
Ativos como cafeína, baicalina, aminoácidos, germinados de trigo e soja e antioxidantes podem aparecer em fórmulas voltadas ao fortalecimento dos fios e ao cuidado do couro cabeludo. A cafeína é estudada em produtos tópicos capilares; a baicalina tem interesse por seu perfil antioxidante e anti-inflamatório; e os germinados podem contribuir para suporte cosmético da fibra.
Para maior permanência de ativos na raiz, tônicos costumam fazer mais sentido que o shampoo sozinho, porque ficam mais tempo em contato com a pele. Uma boa estratégia pode combinar shampoo adequado, tônico capilar, controle de oleosidade e, quando indicado, LEDterapia capilar.
A água muito quente sensibiliza o couro cabeludo, altera a barreira cutânea, pode aumentar oleosidade rebote e ressecar a haste. Isso não costuma ser a causa principal da queda, mas pode piorar o quadro em pessoas predispostas.
A cutícula do fio funciona como “telhas” microscópicas. Quando a fibra sofre calor excessivo, essas “telhas” ficam mais abertas e desorganizadas. O resultado é frizz, aspereza, perda de brilho e maior quebra.
No couro cabeludo, o calor excessivo pode piorar vermelhidão, coceira, sensibilidade e descamação, especialmente em quem já tem dermatite seborreica, psoríase ou pele reativa.
O ideal é lavar os fios com água morna e, se possível, finalizar com água mais fria. Uma pista simples: se o espelho do banheiro embaça muito rápido, a água provavelmente está quente demais para uma rotina capilar gentil.
Atualmente, uma ferramenta importante para quem está com o cabelo caindo é a LEDterapia capilar, também chamada de fotobiomodulação capilar. Ela não age como cosmético de volume imediato, mas como recurso físico que modula processos celulares no couro cabeludo.
Na LEDterapia, luz vermelha é distribuída sobre o couro cabeludo em comprimentos de onda específicos. Essa luz pode ser absorvida por cromóforos celulares, especialmente nas mitocôndrias, com participação do citocromo c oxidase. A partir disso, podem ocorrer efeitos sobre produção de ATP, sinalização por óxido nítrico, microcirculação, equilíbrio redox e mediadores inflamatórios.
Em termos práticos, a proposta é melhorar o ambiente do folículo piloso. Isso pode ser relevante em quadros de alopecia androgenética, afinamento progressivo, cabelo ralo e fios em miniaturização, especialmente quando ainda há folículos viáveis.
A Capellux oferece equipamentos como o Boné Capellux e o Capacete i9 para inserir a LEDterapia capilar na rotina de cuidado. Eles podem ser usados como recurso adjuvante em protocolos para queda, fortalecimento, espessura e qualidade dos fios, sem substituir diagnóstico médico quando há queda intensa, falhas, dor, coceira ou descamação.
O ponto-chave é regularidade: o folículo segue um ciclo biológico e o resultado não aparece de um dia para o outro.

Alguns medicamentos podem desencadear queda capilar, que muitas vezes aparece semanas ou meses após o início do uso.
Retinoides, anticoagulantes, alguns anti-hipertensivos, antidepressivos, antiepilépticos, alterações hormonais, anticoncepcionais, ajustes de hormônio tireoidiano e terapias oncológicas estão entre os grupos frequentemente lembrados em discussões sobre queda medicamentosa. Medicamentos associados à perda de peso rápida também podem estar ligados ao eflúvio telógeno, muitas vezes pelo estresse metabólico e pela redução de ingestão alimentar.
O detalhe intrigante é o atraso: o remédio pode começar hoje, mas o cabelo só denunciar a mudança depois de 2 ou 3 meses. Por isso, vale fazer uma “linha do tempo”.
Leia a bula e procure termos como “alopecia” ou “queda de cabelo”, mas não suspenda nada por conta própria. Converse com o médico prescritor sobre risco-benefício, alternativas, dose e possibilidades de ajuste.
A falta de sono afeta pele, sistema endócrino, imunidade, estresse e metabolismo. E o cabelo participa desse relógio biológico.
O folículo piloso tem ritmos próprios. Células do couro cabeludo respondem a sinais circadianos, e há estudos sobre melatonina, estresse oxidativo, ciclo capilar e crescimento dos fios. Isso não significa que dormir bem cure a queda de cabelo, mas mostra que sono não é detalhe cosmético: é parte do ambiente em que o folículo funciona.
Dormir pouco pode aumentar estresse, piorar controle hormonal, favorecer inflamação e reduzir recuperação do organismo. Em quem já tem eflúvio telógeno, alopecia androgenética ou queda por estresse, isso pode atrapalhar a resposta global.
Crie uma rotina simples: horário regular, redução de tela à noite, quarto escuro, menos cafeína no fim do dia e sono suficiente para acordar restaurado.
Massagear o couro cabeludo de 5 a 10 minutos por dia pode ajudar a estimular a região e criar uma rotina de cuidado mais consistente. Mas a parte mais curiosa não é apenas “melhorar a circulação”.
A massagem também gera forças mecânicas na pele. Esse estímulo pode influenciar células da papila dérmica, uma estrutura essencial para sinalização do crescimento capilar. Estudos sobre massagem padronizada sugerem que o estiramento mecânico pode modular genes ligados ao ciclo do cabelo e à espessura da haste.
Na prática, massageie com as pontas dos dedos, sem usar as unhas, sem esfregar os fios e sem provocar dor. A massagem pode ser feita durante a aplicação de tônicos ou em um momento separado da rotina.
Evite se houver feridas, foliculite, dermatite intensa, dor, ardor ou descamação importante. Nesses casos, primeiro trate a inflamação.
Escovas acumulam fios, oleosidade, poeira, resíduos de finalizadores e células mortas. Fronhas retêm suor, gordura da pele, cosméticos e umidade. Tudo isso volta para o couro cabeludo todas as noites e a cada escovação.
Esse cuidado parece pequeno, mas faz sentido quando pensamos no couro cabeludo como ecossistema. Se há caspa, dermatite seborreica, oleosidade excessiva ou foliculite, escovas e fronhas sujas podem manter um ciclo de irritação e acúmulo.
Retire os fios presos das escovas após o uso, lave pentes e escovas semanalmente, seque bem antes de guardar e troque as fronhas pelo menos duas vezes por semana. Para fios frágeis, fronhas de cetim ou seda também ajudam a reduzir atrito e quebra.
Não é uma “cura” para queda de cabelo, mas ajuda a remover um ruído da investigação: o couro cabeludo passa a receber menos resíduos repetidos.
Há uma curiosidade histórica aqui: a tração capilar não é uma moda recente. Ela já foi descrita em diferentes contextos culturais e profissionais, de penteados muito presos a tranças, coques e acessórios que mantêm tensão constante na raiz.
Os sinais de alerta são dor ao prender, ardor, pequenas bolinhas, fios quebrados na linha frontal, rarefação nas têmporas ou falhas onde o penteado puxa mais.
Se precisar prender, prefira elásticos revestidos de tecido, alterne o penteado, reduza a força e evite dormir com cabelo tensionado. Quando a alopecia por tração é identificada cedo, as chances de recuperação são melhores. Quando persiste por anos, pode deixar dano permanente.
Essa talvez seja uma das dicas mais importantes do post. Quando o cabelo começa a cair muito, a pergunta não deve ser apenas “o que eu usei ontem?”. Deve ser: “o que aconteceu comigo nos últimos 3 meses?”.
Quedas reativas, como o eflúvio telógeno, costumam aparecer 6 a 12 semanas após o gatilho. Liste tudo o que mudou: COVID, dengue, febre alta, cirurgia, anestesia, pós-parto, aborto, luto, crise de estresse, emagrecimento rápido, dieta restritiva, novo medicamento, suspensão de anticoncepcional, troca de hormônio, anemia, infecção ou internação.
Essa linha do tempo ajuda muito o dermatologista, porque coloca o cabelo dentro da história do corpo. Muitas vezes, o gatilho já passou, mas os fios estão caindo agora porque o ciclo capilar tem atraso.
Caspa, dermatite seborreica, foliculite, coceira, ardor e descamação mantêm o couro cabeludo em estado de alerta. E um couro cabeludo inflamado não é o melhor ambiente para o folículo piloso.
A dermatite seborreica envolve oleosidade, descamação e alterações na microbiota local, com participação de fungos como Malassezia. Já a foliculite pode inflamar diretamente a região do folículo, causando dor, bolinhas e sensibilidade.
Conforme orientação profissional, shampoos com cetoconazol, piroctona olamina, sulfeto de selênio, ácido salicílico ou outros ativos podem ser usados para controlar caspa e oleosidade. Em geral, esses produtos precisam de tempo de contato no couro cabeludo antes do enxágue.
A lógica é simples: couro cabeludo equilibrado não faz milagre, mas reduz microinflamação, melhora conforto, favorece adesão aos tratamentos e cria um ambiente mais favorável para o fio.
Quando se fala em proteção solar, quase todo mundo pensa no rosto. Mas o couro cabeludo também sofre com radiação UV, especialmente nas áreas de risca, entradas, coroa e rarefação.
A radiação UV aumenta estresse oxidativo, pode danificar a haste, ressecar os fios e irritar a pele exposta. Em pessoas com cabelo ralo, calvície inicial ou risca aberta, o couro cabeludo recebe mais luz direta do que antes.
Use chapéu, boné ventilado ou proteção física em horários de pico. Nas áreas expostas, protetor solar em spray, em loção ou fórmulas específicas para couro cabeludo podem ajudar.
Essa dica tem duplo benefício: protege a pele contra dano solar e ajuda a preservar a qualidade dos fios que ainda cobrem a região.
Shampoo a seco é útil em emergências, mas não limpa o couro cabeludo. Ele absorve oleosidade e melhora o visual temporariamente, mas deixa partículas, fragrâncias e resíduos na raiz.
Quando usado com muita frequência e sem lavagem adequada, pode favorecer acúmulo, coceira, descamação, opacidade, quebra e sensação de couro cabeludo pesado. A American Academy of Dermatology alerta que, se o shampoo a seco permanece no cabelo ou no couro cabeludo, pode contribuir para quebra e queda.
A mesma lógica vale para sprays, pomadas, ceras e finalizadores aplicados perto da raiz. Eles podem pesar, obstruir visualmente a região e dificultar a limpeza.
Reserve shampoo a seco para situações pontuais. Lave o couro cabeludo com regularidade e, se usa muitos finalizadores, inclua uma limpeza mais profunda ocasional, seguida de condicionamento adequado no comprimento.
Em mulheres, queda de cabelo no topo da cabeça, aumento da risca central, oleosidade intensa, acne adulta, irregularidade menstrual e pelos em áreas como queixo, abdômen ou tórax podem sugerir hiperandrogenismo ou síndrome dos ovários policísticos.
Nesses casos, o cabelo caindo pode não ser apenas uma questão estética. Pode estar ligado a alterações hormonais e metabólicas, como resistência à insulina, ciclos irregulares e maior sensibilidade aos andrógenos.
O padrão costuma ser diferente do eflúvio telógeno: em vez de queda súbita e difusa, pode haver afinamento progressivo, principalmente na região central do couro cabeludo.
Shampoo, tônico e LEDterapia podem ajudar como adjuvantes, mas não resolvem sozinhos uma causa hormonal ativa. O ideal é investigar com dermatologista, ginecologista ou endocrinologista.
Vale procurar um dermatologista quando a queda dura mais de algumas semanas, quando há rarefação visível, quando o couro cabeludo coça, dói, arde ou descama, quando surgem falhas arredondadas ou quando a queda começou depois de um gatilho importante e não está melhorando.
Também procure avaliação se o cabelo está ficando progressivamente mais fino, se a risca aumentou, se o rabo de cavalo afinou ou se há histórico familiar de calvície.
O dermatologista pode diferenciar eflúvio telógeno, alopecia androgenética, alopecia areata, alopecias cicatriciais, quebra da haste, dermatite seborreica, foliculite e outras causas.
Em muitos casos, exames simples ajudam a investigar ferritina, vitamina D, tireoide, zinco, B12 e marcadores hormonais. Em outros, a dermatoscopia do couro cabeludo já mostra sinais importantes de miniaturização, inflamação ou falhas localizadas.
Muitas vezes, a queda de cabelo não está ligada apenas a fatores externos, mas a desequilíbrios internos que passam despercebidos. Deficiências de ferro, ferritina baixa, vitamina D, zinco, vitamina B12, baixa ingestão proteica e alterações da tireoide estão entre as causas que podem aparecer em quadros persistentes.
O problema é que esses déficits podem não gerar sintomas óbvios. Às vezes, o cabelo é o primeiro tecido a reclamar.
Um painel de exames solicitado por dermatologista ou clínico pode ajudar a identificar alterações relevantes. Com o diagnóstico certo, o tratamento se torna mais racional, evitando tentativas frustradas com produtos tópicos, dietas milagrosas ou suplementação aleatória.
Mas o exame deve estar alinhado com o histórico recente. Pós-parto, menstruação intensa, vegetarianismo sem planejamento, bariátrica, emagrecimento rápido, fadiga, unhas frágeis e queda difusa são pistas que ajudam a decidir o que investigar.
A prática de atividade física vai muito além do corpo e da mente. Ela também pode favorecer o ambiente biológico do cabelo de forma indireta, por melhorar circulação, sensibilidade à insulina, sono, estresse, composição corporal e inflamação sistêmica.
Pesquisas recentes em modelos experimentais também investigam moléculas liberadas durante o exercício, como a irisina, e sua relação com transição do folículo para a fase anágena. Isso ainda não significa que exercício seja tratamento direto para alopecia, mas reforça uma ideia interessante: o folículo piloso responde ao estado metabólico do organismo.
Não é preciso treinar de forma extrema. Caminhada, musculação, pilates, yoga, natação, bicicleta ou esportes coletivos já podem ajudar quando feitos com regularidade.
O cuidado é evitar o outro extremo: treino intenso com dieta restritiva, pouca proteína e perda rápida de peso pode favorecer eflúvio telógeno. Para o cabelo, exercício funciona melhor quando vem junto de sono, alimentação adequada e recuperação.

1. É normal o cabelo cair só de passar a mão?
Pode acontecer em fases de queda acentuada, mas não deve ser ignorado se isso estiver intenso, persistente ou acompanhado de afinamento.
2. Qual é a causa mais comum quando o cabelo cai muito de repente?
Uma das mais comuns é o eflúvio telógeno, especialmente após estresse, febre, infecção, parto, dieta restritiva ou cirurgia.
3. Quanto tempo dura o eflúvio telógeno?
Isso varia conforme a causa e a recuperação do organismo, mas a melhora costuma levar semanas ou meses.
4. Cabelo caindo só de passar a mão pode ser falta de vitamina?
Pode. Ferro, vitamina D, zinco e outras carências podem contribuir para a queda.
5. Como saber se é queda ou quebra?
Na queda, o fio sai inteiro, geralmente desde a raiz. Na quebra, ele parte no meio e fica com comprimentos irregulares.
6. COVID, dengue e febre podem fazer o cabelo cair muito?
Sim. Infecções e febre alta podem funcionar como gatilhos de queda reativa.
7. Quando devo procurar um dermatologista?
Quando a queda dura mais de 6 a 8 semanas, há afinamento visível, falhas, coceira, dor ou descamação.
8. O cabelo volta ao normal depois de cair muito?
Em muitos casos, sim, principalmente quando a causa é identificada e tratada cedo.
28 Comentários
Vocês consertam o boné? O do meu filho parou de funcionar de repente.
Obrigada
Marina
Olá Marina, como vai?
Sim, prestamos o serviço de manutenção de nossos produtos. Pro gentileza, entre em contato com nossa assistência técnica.
Telefone: (11) 4512-5050 – Ramal 3 (Assistência Técnica)
Onde encontrar esse boné? Meu cabelo cai demais.
Olá, Irany, tudo bem?
Lamentamos que esteja passando por esse problema.
O boné é vendido online em nosso e-commerce. Segue o link do Boné Capellux.
Qualquer dúvida permanecemos à disposição 😉
Meu cabelo e grande e esta caindo muito principalmente quando penteio n sei mais o que fazer
Olá, Elissandra, tudo bem?
Agradecemos o seu contato.
Lamentamos que esteja passando por essa situação delicada, nesse caso recomendamos que passe por um médico para que ele possa identificar a causa do problema e fazer o tratamento mais adequado para o seu caso.
A LEDterapia tem eficácia comprovada na maioria dos casos de alopecia.
Qualquer dúvida estamos à disposição.
otimo
Olá, Ryanne, tudo bem?
Agradecemos o seu contato e ficamos felizes que a matéria foi útil para você 😉
Qualquer dúvida estamos à disposição
Boa tarde,
Possuo um boné de LED da Capellux a uns 03 anos e o mesmo parou de funcionar.
Onde encontro uma assistência aqui na Bahia para verificar se o reparo é possível?
Grato
Olá, Josemar, tudo bem?
Por gentileza, pedimos que entre em contato com nossa assistência pelo número a seguir: Fale Conosco
Eles indicarão qual o procedimento para realizar a manutenção do seu produto.
Qualquer outra dúvida estamos à disposição.
Obrigada pela confiança.
Atenciosamente,
Equipe Cosmedical
Queria um remédio pra passar
Olá, Andreina, tudo bem?
Agradecemos o seu contato. Somente um médico poderá fazer a avaliação do seu caso e indicar o tratamento medicamentoso mais adequado.
Qualquer dúvida estamos à disposição
Eu a 3 meses estou notando que o meu cabelo esta caindo, deichando muitas partes de cabeça sem cabelo, parece k alguma coisa, raspou. Isso me deicha preocupado.
Peço ajuda.
Sera que voltará a sair o meu cabelo?
Olá, Gonçalves, tudo bem?
Agradecemos o seu contato e lamentamos que esteja passando por essa situação.
A maioria dos casos de alopecia possui tratamento, no entanto somente um médico poderá fazer o diagnóstico e indicar o tratamento mais adequado para o seu caso.
A LEDterapia tem efeitos comprovados no tratamento da queda capilar.
Qualquer dúvida estamos à disposição.
Olá me chamo Larissa
Meu cabelo caiu muito 🥺
Preciso de ajuda
Oii Larissa, como vai? Obrigada pelo seu contato. Sentimos muito por estar passando por esta fase de queda de cabelos e há vários fatores que podem estar fazendo isto ocorrer. Primeiramente, precisamos saber se já procurou um médico especialista e como estão suas práticas/hábitos com as 11 dicas que comentamos no post. Saiba que para o que precisar estamos por aqui, qualquer dúvida estamos à disposição.
Olá me chamo Larissa
Meu cabelo caiu muito 🥺
Preciso de ajuda
Obrigada
Olá Larissa, tudo bem? Agradecemos o seu contato.
Antes de tudo, lamentamos que seu cabelo esteja caindo em excesso, porém saiba que existem tratamentos efetivos para esta situação.
Em um primeiro momento você deve consultar um médico dermatologista para diagnosticar a causa do problema, e assim tratá-lo da forma mais adequada.
O tratamento com LEDterapia é um excelente aliado em diversos tipos de alopecia, mas antes você deve identificar a causa da queda.
Qualquer dúvida permanecemos à disposição 😉
Tive dengue a 3 meses,e agora estou com uma queda de cabelo acentuada,o que devo fazer ou tomar,estou preocupada.
Olá, Ana, tudo bem? Desejo que sim.
Antes de tudo, lamento que passou por esta doença e esteja enfrentando agora a perda de cabelo. Para avaliar o seu caso e fazer o diagnóstico correto do seu caso, somente um médico poderá verificar e indicar o tratamento mais adequado.
Qualquer dúvida continuamos à disposição.
O meu cabelo é curto ondulado quando eu lavo os cabelos wue fica no pescoço em baixa fica caindo e tenho medo do cabelo cair por inteiro e tbm minha raiz está ondulado e o comprimento liso quero fazer o corte e deixar o cabelo só da raiz mas tenho medo de ficar feia e ele ficar feio oq faço
Olá, Maria Eduarda, tudo bem?
Lamentamos que essa queda esteja ocorrendo, certamente é uma situação muito complicada. Somente um dermatologista poderá avaliar o seu couro cabeludo e diagnosticar o que está ocasionando a queda localizada.
Qualquer outra dúvida estamos à disposição.
Olá,Boa noite,comprei o boné capelux,mas não recebi a nota fisca,poderia me enviar via email?
Olá, Lucideia, como vai?
Obrigada pelo seu contato. Podemos sim, claro. Nesse caso, pedimos por gentileza para entrar em contato com nosso canal de atendimento. Basta clicar no link de contato: Atendimento Capellux.
Qualquer outra dúvida estamos à disposição
Tive chikungunya e Zica vírus ao mesmo tempo, desde fevereiro de 2023, meu cabelo afinou e está caindo de fechos grossos, eu tinha muito cabelo e bonitos, estou triste, uso umas ampolas que compro rem casas de cosméticos, mas não está resolvendo, o que faço?
Olá, Sandra, tudo bem?
Agradecemos pelo seu depoimento corajoso em expor uma situação tão delicada e nós sentimos muito que esteja passando por tudo isso. Atualmente, a tecnologia avançou e já existem tratamentos para diferentes tipos de alopecia, não desanime!
Nesse caso, o mais indicado é procurar ajuda médica de um profissional da área de tricologia, pois assim ele poderá fazer a avaliação completa do seu caso e poderá te indicar o tratamento mais adequado.
Conte com a gente! Continuamos à sua disposição.
Olá,me ajudem ,meus cabelos começaram a cair os tufos,quando passo o pente sai um tufo de cabelo,da nuca pra baixo,cada penteada é um tufo que sai nas mãos e no pente sai fios inteiros do cabelos,está bem ralinho estou ficando apavorada
Grata se puderem me orientar.
Olá, Zenilda!
Entendemos o quanto a queda intensa de cabelo pode ser preocupante, mas queremos tranquilizá-la: há soluções eficazes para recuperar a saúde capilar. A queda em tufos pode ter diversas causas, como estresse, deficiências nutricionais, alterações hormonais ou até mesmo sensibilidades no couro cabeludo. O ideal é buscar um profissional para uma avaliação detalhada, porém podemos compartilhar algumas recomendações gerais:
Evite tração e agressões mecânicas. Prefira escovas com cerdas macias e desembarace os fios delicadamente para minimizar a quebra.
Aposte em um couro cabeludo saudável. Produtos com ativos específicos, como tônicos com baicalina e cafeína, podem ajudar na circulação sanguínea da região.
Foque na nutrição dos fios. Uma alimentação rica em proteínas, ferro e vitaminas do complexo B pode fortalecer o cabelo de dentro para fora.
Considere terapias complementares. Tratamentos como a fotobiomodulação capilar, com o Boné Capellux, podem estimular os folículos e auxiliar no controle da queda.
Se a queda persistir ou se intensificar, é essencial procurar um dermatologista para investigar as causas e indicar o melhor tratamento. Se precisar de mais informações, estamos à disposição!
✨ Cuide-se e conte com a gente!
Time Capellux